Saneamento avança no debate climático em encontro com presidente da COP30
Diálogo entre entidades do setor e embaixador André Corrêa do Lago reforça papel estratégico do saneamento na adaptação e mitigação da crise climática

O fortalecimento do saneamento como eixo estratégico das políticas climáticas foi tema de reunião realizada na quarta-feira (06/05), em Brasília, entre representantes da Casa do Saneamento e o presidente da 30ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), embaixador André Aranha Corrêa do Lago. O encontro reforçou a importância do setor para ações de adaptação e mitigação diante dos impactos das mudanças climáticas, especialmente em áreas mais vulneráveis do país.
Durante a agenda, o presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Alexandre Motta, destacou a necessidade de ampliar a articulação institucional em torno do tema e construir contribuições conjuntas para os debates internacionais sobre clima e desenvolvimento sustentável.
“A conversa foi muito produtiva e a proposta é fazermos uma reunião mais adiante para discutirmos contribuições possíveis do setor de saneamento no âmbito da crise climática, especialmente nas agendas de adaptação e mitigação”, afirmou Alexandre Motta.
Tema fundamental
Segundo o presidente da Funasa, o tema deverá ganhar ainda mais relevância nos próximos ciclos das conferências climáticas. A expectativa é de que o debate avance durante o Congresso da Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento (Assemae), previsto para o fim de maio, em Caxias do Sul (RS), e também na preparação para a 31ª Conferência das Partes (COP31), que será realizada na Turquia, em novembro de 2026.
Segundo Alexandre Motta, o embaixador Corrêa do Lago afirmou que o saneamento terá papel fundamental nas discussões climáticas futuras, diante da relação direta entre acesso à água, saúde pública, infraestrutura resiliente e qualidade de vida das populações.
Também participaram da reunião representantes de entidades integrantes da Casa do Saneamento: André Braga Galvão Silveira, pela Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente (Abrema); Sérgio Antonio Gonçalves, pela Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento (Aesbe); e Francisco dos Santos Lopes, pela Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento (Assemae).
Tags: Funasa; SUS; Mudanças Climáticas; Brasília; COP30; Cooperação Institucional; Saúde Ambiental.
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