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NOTA DE PESAR
Dathi lamenta morte de Juan Carlos Raxach
O Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (Dathi) da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA) do Ministério da Saúde (MS) manifesta profundo pesar pelo falecimento do ativista Juan Carlos Raxach, ocorrido na tarde desta quarta-feira (4), no Rio de Janeiro.
Médico cubano formado pelo Instituto Superior de Ciências Médicas de Havana, Raxach adotou o Brasil para viver e militar há mais de três décadas. Após receber o diagnóstico de HIV ainda jovem, encontrou na defesa da vida e dos direitos humanos o propósito de sua trajetória.
Radicado no Brasil desde a década de 1990, atuou por muitos anos na Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (Abia), onde desenvolveu projetos voltados à promoção da saúde e à prevenção do HIV. Ao longo de sua atuação, tornou-se uma referência na defesa dos direitos das pessoas vivendo com HIV e aids no Brasil e na América Latina. Sempre fez grandes contribuições ao Dathi e era membro do Comitê Técnico Assessor de Terapia Antirretroviral.
Sua trajetória foi marcada pelo compromisso com o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), pelo diálogo com movimentos sociais e pela mobilização em torno de políticas públicas baseadas na solidariedade, na dignidade humana e no acesso universal à saúde.
Neste momento de tristeza, o Dathi/SVSA/MS se solidariza com familiares, amigos(as) e companheiros(as) de militância que conviveram com Juan Carlos Raxach. Seu legado seguirá presente na história da resposta brasileira ao HIV e à aids.
Representantes da Cnaids também divulgam nota em homenagem a Juan Carlos Raxach
A representação da Sociedade Civil na Comissão Nacional de Aids (Cnaids) manifesta profundo pesar pelo falecimento de Juan Carlos Raxach, ocorrido esta semana.
Médico formado em Cuba e residente no Brasil há décadas, Juan Carlos Raxach dedicou grande parte de sua vida à defesa dos direitos humanos, ao enfrentamento do HIV e da aids e à promoção do acesso universal à saúde. Sua trajetória foi marcada pelo compromisso com a vida, com a solidariedade e com a construção de políticas públicas voltadas às populações mais vulnerabilizadas, principalmente junto à Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (Abia), do Rio de Janeiro.
A resposta brasileira ao HIV é, em grande medida, fruto da luta de ativistas como Juan Carlos, que ao longo de sua atuação no movimento social e em diferentes espaços de participação e controle social, contribuiu de forma decisiva para o fortalecimento da resposta brasileira ao HIV e à aids, sempre pautado pela ética, pela justiça social e pelo respeito à dignidade das pessoas que vivem com HIV e aids.
Neste momento de dor, a Cnaids se solidariza com familiares, amigos, companheiros de militância e todas as pessoas que tiveram suas vidas tocadas por sua dedicação e generosidade.
Seu legado permanece vivo na luta por uma sociedade mais justa, solidária e comprometida com o direito à saúde para todas e todos.
Representantes da Sociedade Civil na Cnaids/MS