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Ciência e Tecnologia: Ministério investe em pesquisas e novas tecnologias

Ciência e Tecnologia: Ministério investe em pesquisas e novas

- Foto: Reprodução

Instituto Mamirauá lança plataforma para monitorar avanço da Covid-19 no Amazonas

Já é possível consultar diariamente o número de casos confirmados da Covid-19 no estado do Amazonas a partir de um painel interativo, lançado no dia 23 de abril, pelo Instituto Mamirauá, unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

O painel mostra o número de casos, número de casos por 100 mil habitantes e óbitos por município, além dos números totais do Estado. O mapa indica, proporcionalmente, com pontos vermelhos o número de casos confirmados por município.

Além do monitoramento de dados, o Instituto Mamirauá tem trabalhado desde o início da pandemia para combater o avanço da covid-19 na Amazônia Central e impedir que ela chegue às comunidades ribeirinhas da região. Diariamente, o instituto envia aos ribeirinhos e líderes comunitários atualizações e informações sobre medidas preventivas para impedir a contaminação, além de produzir dois programas de rádio sobre o coronavírus semanalmente. 

 

MCTIC instalará 16 mil pontos de internet nas unidades de saúde

Trabalho conjunto do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) com o Ministério da Saúde (MS) no enfrentamento da pandemia da Covid-19, a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), organização social do MCTIC, anunciou, em abril, uma chamada pública para conectar todas as unidades de saúde do Brasil.

A instalação de pontos de conexão em todas as unidades de saúde foi articulada pela Rede Conectada MCTIC, criada com o objetivo de aprimorar e garantir o funcionamento dos serviços de telecomunicações, radiodifusão e tecnologia da informação durante o período da pandemia. Participam da rede os principais atores desses setores, das esferas pública e privada. São mais de 16 mil unidades de saúde identificadas pelo MS que receberão a conexão.

A RNP opera uma infraestrutura de Internet acadêmica em território nacional e viabiliza assim uma rede de internet com pontos de presença (PoPs) em todos os 26 estados brasileiros e no Distrito Federal. Essa capilaridade é o ponto forte para alcance e agilidade na execução da conectividade das equipes de saúde da família que trabalham nas unidades de saúde que serão contempladas.

Ministérios participantes: Ministério da Saúde

 

Laboratório Nacional de Computação Científica realiza sequenciamento de 19 genomas da Covid-19

No final do mês de março, os pesquisadores do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) sequenciaram, em tempo recorde (48 horas), os primeiros 19 genomas da COVID-19 de pacientes dos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Rio Grande do Sul e São Paulo, ampliando a cobertura nacional da vigilância genômica viral. 

Esta iniciativa contou com a parceria de pesquisadores da Univerisdade de Paulo (USP) e da universidade de Oxford na Inglaterra, além de alunos de pós graduação do nosso País.

As amostras foram coletadas de pacientes atendidos pela UFRJ, e laboratórios Hermes Pardini e Símile de Belo Horizonte. O sequenciamento foi realizado no Laboratório de Bioinformática do LNCC, localizado na cidade de Petrópolis. 

O sequenciamento dos genomas analisados demonstrou geneticamente que o Sars-CoV-2 foi introduzido no Brasil oriundo de diversos países europeus, além de casos importados da China, em menor número. As nossas análises genéticas também confirmaram a transmissão local do vírus dentro do nosso País, reforçando a necessidade do isolamento social e testagem como medidas preventivas da transmissão da Covid-19 no Brasil. Este projeto contou com suporte da Faperj, Fapemig, MCTIC, Cadde e do LNCC.

 

Decreto simplifica licenciamento para emissoras de rádio e tv

Cerca de 19 mil estações de rádio e TV com processos no Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) serão beneficiadas pelo Decreto 10.326 da Presidência da República. As mudanças nas regras, publicadas em 27 de abril, simplificam e aceleram o licenciamento de emissoras ao reduzir etapas de análise dos processos e documentos necessários.

As principais alterações previstas no decreto disciplinam a etapa de licenciamento, necessária para que as estações de rádio e TV entrem em operação. Pelo novo ato, a Aprovação de Local e Equipamentos (APL) foi absorvida pela etapa de licenciamento, reduzindo uma fase do processo. Além disso, deixarão de ser exigidos a apresentação pelos radiodifusores de documentos como laudo de vistoria da estação, anotação de responsabilidade técnica e de projeto técnico. Nesse ponto, é importante frisar que é indispensável a atuação de responsável técnico, legalmente constituído pelo representante legal da emissora, para dar andamento ao processo de licenciamento.

Ministério participantes: Casa Civil da Presidência da República

 

Finep vai destinar R$ 600 milhões para reforçar produção de equipamentos médicos

A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), empresa pública do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), lançou uma linha de crédito de R$ 600 milhões para aumentar a capacidade industrial brasileira de produção de equipamentos necessários ao combate à pandemia de Covid-19 e reforçar a oferta desses itens. 

Os R$ 600 milhões estão divididos em três linhas de crédito: Crédito para Reconversão Industrial, que vai apoiar a adaptação de fábricas para a produção de itens necessários ao combate à doença, usando o conhecimento acumulado de engenharia, capacidades das empresas e ativos ociosos. O crédito para Desenvolvimento e Escalonamento de Dispositivos Médicos, que vai financiar iniciativas para aumentar a oferta nacional de dispositivos de saúde usados em UTIs. E, por fim, o Finep Aquisição Inovadora Saúde, para ajudar na aquisição de dispositivos essenciais às instituições de saúde, estimulando a demanda de produtos desenvolvidos por pequenas e médias empresas inovadoras.

Outro anúncio da Finep é uma chamada pública vai destinar R$ 5 milhões em apoio ao desenvolvimento de equipamentos de proteção individual (EPIs) e coletiva (EPC), para garantir a proteção de equipes de saúde, pacientes e público em geral. A iniciativa conta com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). A chamada é destinada a empresas de todos os portes.

Correios lança novos serviços digitais

Para facilitar a vida das pessoas que, cada vez mais, precisam ficar em casa e continuar a resolver questões do dia a dia, os Correios lançaram três novas soluções de comunicação digital: a Entrega Digital, o AR Eletrônico e o e-Carta Fácil. 

Com a Entrega Digital, empresas, bancos, instituições públicas e privadas que precisam enviar boletos, contas, extratos, faturas, notificações (e que já façam isso fisicamente pelos Correios) poderão, a partir de agora, também disponibilizar a seus clientes esses comunicados no formato digital, de graça. 

Por meio da nova funcionalidade “Minhas Mensagens”, no aplicativo dos Correios, o usuário poderá acessar, de forma fácil, rápida e segura, o espelho digital do que recebe fisicamente na caixa de correio da sua casa.

Outra novidade para melhorar a experiência do cliente é o Aviso de Recebimento (AR) Eletrônico. Com ele, é possível consultar na página de rastreamento no site dos Correios a foto da etiqueta que confirma o recebimento do objeto, imediatamente após a entrega.

O serviço elimina a necessidade da lista física, uma vez que os dados passam a ser gravados em uma plataforma digital certificada. Consequentemente, a solução também reduz custos operacionais, gastos com armazenamento e recuperação de dados.

Já a proposta do e-Carta Fácil é tornar ainda mais prático o envio de cartas comerciais para pequenas e médias empresas de todo o País. Pelo mesmo custo de uma e-Carta, a postagem é realizada pela internet e impressa nos centros de digitalização e impressão dos Correios. Além de reduzir o prazo de distribuição, o serviço traz a vantagem de poder ser postado 24 horas por dia. Também podem ser somados a ele serviços adicionais, como Rastreamento, Aviso de Recebimento Eletrônico e Mão Própria.

Os novos serviços estarão disponíveis no site e no aplicativo dos Correios, para celulares Android e, em breve, para iOS.

Distanciamento social: Correios realiza entrega de remédios em domicílio

Os Correios, empresa pública vinculada ao MCTIC e que cumprem sua função essencial de apoiar o país nesse momento de adaptação em meio à pandemia da Covid-19, têm um portfólio de soluções que colabora com esse cenário de mudanças. O Correios Log Farma é uma delas. O serviço garante o acesso a medicamentos aos usuários que compõem os grupos de risco (idosos, gestantes, lactantes e doentes crônicos) e aqueles que se encontram com restrições de mobilidade e convivência.

Neste sentido, os Correios obtiveram autorização excepcional e temporária da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o transporte de medicamentos, insumos e produtos para saúde em todo o território nacional, com objetivo de atender ao interesse da saúde pública por meio dos órgãos de saúde na esfera federal, estadual e municipal.

Com o apoio logístico da estatal, diferentes instituições, públicas ou privadas, podem realizar a distribuição de medicamentos para atender pacientes em tratamento continuado. Essa operação já é realidade em Porto Velho (RO). A Secretaria de Saúde do Estado firmou a parceria com os Correios e instituiu o programa “Remédio em Casa”. A estatal realiza a entrega de medicação nas residências de 1.500 pacientes que têm doenças crônicas.

Os Correios também já atuaram na entrega de remédios em domicílio no Distrito Federal; nos Estados da Bahia e Rio Grande do Sul; e nas cidades do Rio de Janeiro(RJ), São Paulo (SP) e Uberaba (MG).

Ainda no segmento de gestão farmacêutica, em Minas Gerais, a empresa é responsável pela distribuição e entrega de medicamentos termoestáveis e termolábeis, correlatos, produtos para saúde, soros, vacinas e material de consumo médico hospitalar para todos as unidades de saúde dos 853 municípios do Estado, com uma capacidade atual de distribuição de 420 toneladas mensais.

A solução é uma oportunidade para órgãos públicos e empresas que querem propiciar mais conforto e conveniência aos cidadãos, por meio da experiência em logística, infraestrutura e capilaridade da estatal.

Os Correios permanecem prestando serviços essenciais à população e mantendo suas operações, com a atenção e os cuidados que o momento atual enseja.

 

MCTIC anuncia testes clínicos em pacientes com remédio contra o coronavírus

Um remédio promissor contra a Covid-19 começou a ser testado em 500 pacientes, informou o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes. Em análises in vitro, o medicamento reduziu em 94% a carga viral em células infectadas pelo novo coronavírus. A estimativa é de que os resultados dos estudos clínicos em pacientes sejam concluídos até a metade do mês de maio.

“A ciência é a única arma que a gente tem para combater o vírus. A solução real dessa pandemia está na ciência”, destacou o ministro Marcos Pontes. 

A seleção desse medicamento faz parte de uma estratégia chamada de reposicionamento de fármacos, adotada por uma força-tarefa formada por 40 cientistas do Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), que integra o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), organização social do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Foram testados 2 mil medicamentos com o objetivo de identificar fármacos compostos por moléculas capazes de inibir proteínas fundamentais para a replicação viral. Com uso de alta tecnologia como biologia molecular e estrutural, computação científica, quimioinformática e inteligência artificial, os pesquisadores identificaram seis moléculas promissoras que seguiram para teste in vitro com células infectadas com o Sars-CoV-2. Desses seis remédios pesquisados, os cientistas do CNPEM/MCTIC descobriram que dois reduziram significativamente a replicação viral em células. O remédio mais promissor apresentou 94% de eficácia em ensaios com as células infectadas. 

A ideia é avaliar se o composto selecionado é eficaz e seguro para que seja recomendado como tratamento.

Seguindo o protocolo clínico serão testados pacientes, com idade acima de 18 anos, com pneumonia inicial e sintomas típicos da doença. Parte do grupo receberá placebo e outra parte receberá o medicamento para avaliar sua eficácia. O tempo de avaliação de cada paciente será de 14 dias. 

O secretário de Políticas para Formação e Ações Estratégicas do ministério, Marcelo Morales, reforçou que o Brasil possui uma alta capacidade de produção do medicamento a ser testado. Além disso, adiantou que o governo já alertou laboratórios e empresas sobre a necessidade de aumentar a produção do remédio, caso os testes clínicos sejam positivos. “A gente depende de insumos do exterior, mas são acessíveis.”

Ciência

“Esse é um momento especial. Caso os testes clínicos demonstrem a eficácia desse medicamento, nós teremos uma solução, desenvolvida no Brasil, para o tratamento da Covid-19”, destacou Marcos Pontes. O ministro reforçou a importância da ciência brasileira e do esforço que vem sendo feito na busca de soluções para o enfrentamento da pandemia.

O ministro revelou que o MCTIC conta com 134 ações em execuções, com 51 delas já concluídas, e atua em três frentes principais no combate à Covid-19: a busca por um medicamento; novos métodos de diagnósticos mais acessíveis e rápidos; e o desenvolvimento de vacinas. “Se tudo isso funcionar, num futuro próximo vamos poder testar e tratar mais pessoas antes de elas procurarem o hospital. Com isso, vamos desafogar o sistema de saúde.

Os dados gerados pelo CNPEM/MCTIC, fundamentais para subsidiar os testes clínicos do medicamento, foram compartilhados com a RedeVírus MCTIC, responsável por articular a continuidade do estudo com pessoas infectadas pelo coronavírus. A rede também compartilhará este conhecimento com outros países que compõem a cooperação internacional, incluindo a Unesco, que lidera uma frente global com ministros de C&T e I e com os países do Brics. "Temos boas perspectivas que os resultados dessa pesquisa possam ser positivos e assim poderemos ajudar não só o Brasil, como outros países no combate à Covid-19", revelou Marcos Pontes.

 

Correios realizam logística de material viral para universidades

Os Correios estão atuando como apoio logístico para a Rede Vírus, comitê do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) responsável pela coleta de material viral (novo coronavirus e influenza). Os insumos serão utilizados em estudos sobre o contágio, proliferação dos vírus e vacina para as doenças.

O procedimento consiste na retirada das amostras virais embaladas, conforme as regras de biossegurança, no Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (USP), em São Paulo, e posterior envio a cinco universidades: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), USP/Ribeirão Preto, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e FEEVALE (Novo Hamburgo/RS). A primeira coleta ocorreu no dia 19 de abril. Em menos de 13h, o material biológico já havia sido entregue em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Ribeirão Preto/SP e Rio Grande do Sul. A operação foi concluída com 8 horas de antecedência.

O transporte realizado pela empresa é dotado de altos requisitos de segurança e agilidade, para que o material seja entregue até 20 horas após a coleta, em perfeito estado de conservação e com risco zero de contaminação, tanto de pessoas quanto do ambiente por onde as amostras transitam. Este apoio tem período inicial de 3 meses, podendo ser renovado, a critério do Instituto.

 

Aproxime: Correios lançam programa programa para apoiar e-Commerce

Para apoiar pequenos e médios empreendedores neste momento desafiador, os Correios lançaram o programa AproxiME, um pacote de soluções para ajudar comerciantes que precisam mudar a matriz do seu negócio e dar os primeiros passos no e-commerce. 

Confira as principais soluções do programa Aproxime:

- Contrato Fácil: Conveniência para contratação dos serviços dos Correios via internet, usando o CNPJ. Ao se tornar parceiro dos Correios, o cliente também obtém descontos e prazo maior para pagar;

- Facilidade de pagamento: Concessão de crédito para pagamentos mensais ou quinzenais;

- Suporte tecnológico: Orientação sobre sistemas e ferramentas dos Correios disponíveis para postagem de objetos;

- Divulgação da marca: Micro e pequenas empresas e empresários individuais que fizerem contrato com os Correios poderão aumentar a visibilidade da sua marca, divulgando-a no site dos Correios, visitado por milhões de pessoas diariamente;

- Coleta gratuita de encomendas: Solução para clientes de contrato neste momento de pandemia, facilitando o dia-a-dia das empresas e trazendo comodidade e segurança. Pedidos feitos até as 9h são coletados e postados no mesmo dia;

- Correios Log+: Solução completa de logística para o comércio eletrônico, da coleta, conferência e armazenagem até a entrega e logística reversa, barateando custos logísticos;

- Entrega no Vizinho: Solução para quando o destinatário não estiver em casa, com recebimento pelo vizinho. Trata-se de serviço permanente;

- Clique e Retire: Solução para retirar encomendas nas agências dos Correios. Disponível para os serviços Sedex e PAC, sem custo adicional, é a opção perfeita para destinatários que não podem receber encomendas no seu endereço residencial.

 

MCTIC doa material para produção de Face Shields

O Centro de Tecnologia Mineral (Cetem), unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), realizou a doação de 7.400 folhas de acetato à Universidade Federal Fluminense (UFF), para a produção de protetores faciais (balaclavas), a serem disponibilizados a profissionais de saúde do Rio de Janeiro. 

O material doado foi recebido pelo professor Márcio Cataldi do Departamento de Engenharia Agrícola e Meio Ambiente da UFF, cuja equipe está trabalhando na confecção dos protetores.

 

IBICT  lança plataforma de informações científicas sobre novo coronavírus

O Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia – IBICT, unidade de pesquisa vinculada ao MCTIC, lançou um Diretório de fontes de informação científica de livre acesso sobre o coronavírus. A plataforma reúne ensaios clínicos, teses, dissertações, relatórios, evidências, dentre vários outros materiais nacionais e internacionais. Possibilita, inclusive, a leitura de prints exclusivos sobre a Covid-19.

Sob o lema "Ciência Aberta é Vida", o objetivo é facilitar a troca de informações. “Essa crise é a prova de que o conhecimento científico tem que ser, sempre, amplamente disseminado. Os cientistas devem ter ao seu dispor toda informação, fruto de pesquisas já realizadas pelos seus pares”, resume Bianca Amaro, Coordenadora-Geral de Pesquisa e Manutenção de Produtos Consolidados do Ibict.

Acesse e confira: http://diretoriodefontes.ibict.br/coronavirus.

 

Centro da Tecnologia da Informação Renato Archer inicia a produção de 2 mil máscaras faciais em impressoras 3D

Para auxiliar a demanda dos hospitais que estão atendendo os casos graves de Covid-19, o Centro da Tecnologia da Informação Renato Archer, instituto vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), iniciou a impressão de mais de 2000 máscaras de proteção facial. As máscaras, produzidas em poliamida e impressas no processo de Sinterização Seletiva a Laser (SLS), serão doadas para hospitais da região de Campinas (SP).

As máscaras de proteção facial estão sendo confeccionadas a partir de estruturas em PA 12 (poliamida), impressas tridimensionalmente pelo processo de Sinterização Seletiva a Laser (SLS). Após a impressão da estrutura superior da máscara, há a montagem do visor de PVC transparente de 0,5mm. 

A impressão das máscaras faciais é uma das ações que o CTI Renato Archer está desenvolvendo para tentar diminuir o impacto do novo coronavírus. Além dessa ação, os pesquisadores do Instituto estão empenhados em atender outras frentes emergenciais, incluindo projetos de pesquisas na área de sensores, robótica, entre outros.

 

Covid-19: rede clima do MCTIC estuda impactos na saúde e economia

A Rede Clima MCTIC, por meio de suas sub-redes Saúde e Economia, está produzindo um estudo sobre os principais impactos da Covid-19 em suas áreas. A intenção é que o resultado dessas pesquisas possa auxiliar na tomada de decisões para políticas públicas. Criada em 2007 para desenvolver pesquisas na área de mudanças climáticas, a Rede foi acionada pela excelência de suas instituições e pesquisadores, além da experiência em modelagem integrada e capacidade de rápida resposta.

A equipe responsável pelo estudo no setor da saúde trabalha desde meados de abril para coletar dados públicos, referentes à Covid-19. A ideia é estruturar um banco de dados com informações totais por estado brasileiro disponibilizando conteúdo específico por faixa etária, comorbidades por Covid-19, número de leitos disponíveis, testes realizados, número de hospitalizados e óbitos.

O modelo econômico do estudo foi escolhido e agora a equipe está estimando os custos diários para diversos cenários de isolamento. O objetivo do estudo é calcular e mapear os impactos econômicos de medidas de prevenção relacionadas à pandemia do coronavírus. Desta forma, será possível avaliar os setores e regiões do país mais vulneráveis. Isso será importante para avaliar cenários de flexibilização das medidas de controle, tão logo os órgãos da saúde definam a data e os locais que poderão voltar às atividades.

 

TVs poderão usar multiprogramação para oferecer conteúdo educativo 

Em razão da pandemia da covid-19, as emissoras de televisão comerciais e educativas com tecnologia digital poderão utilizar o recurso de multiprogramação para oferecer conteúdo específico para as atividades de educação, ciência, tecnologia, inovações, cidadania e saúde. O Decreto nº 10.312, da Presidência da República, permite a utilização da multiprogramação pelas TVs comerciais e educativas por um período de 12 meses. 

O uso do recurso deverá ser feito por meio de parcerias das emissoras com a União, estados, Distrito Federal e municípios. 

A multiprogramação é um recurso da TV digital que permite a um mesmo canal transmitir programações simultâneas em até quatro faixas de programação. No Sistema Brasileiro de TV Digital esse recurso só é permitido para os canais consignados a órgãos e entidades integrantes dos poderes da União: TV Brasil (EBC), TV Câmara, TV Senado e TV Justiça. O decreto presidencial amplia essa permissão para todas as emissoras comerciais e educativas do Brasil em razão da pandemia.

 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações