Fevereiro Roxo e Laranja: informação que protege, cuidado que acolhe no HFA

Mês de Conscientização sobre Lúpus, Fibromialgia e Doença de Alzheimer

Publicado em 04/12/2023 07:57Modificado em 13/02/2026 12:11
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ㅤㅤMês de Conscientização sobre Lúpus, Fibromialgia e Doença de Alzheimer
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Banner ilustrativo da campanha Fevereiro  Roxo e Laranja
Fevereiro Roxo e Laranja

Fevereiro Roxo e Laranja

O que é a Campanha Fevereiro Roxo e Laranja?

O início do ano é um convite à prevenção. Duas campanhas ajudam a colocar a saúde em pauta: o Janeiro Roxo, voltado à conscientização sobre a hanseníase, e o Janeiro Laranja, dedicado à conscientização e ao diagnóstico oportuno de condições que exigem atenção contínua. No Hospital das Forças Armadas (HFA), a mensagem é direta: identificar sinais cedo reduz complicações e amplia as chances de recuperação com qualidade de vida.

No Janeiro Roxo, o foco está em reconhecer sintomas que, muitas vezes, passam despercebidos. A hanseníase é uma doença infecciosa que pode atingir pele e nervos, com sinais como manchas (claras, avermelhadas ou amarronzadas) e alterações de sensibilidade ao calor, frio, dor ou toque, além de formigamento, dormência e fraqueza em mãos e pés. As fontes oficiais reforçam que há cura e que o tratamento, acompanhamento e diagnóstico são oferecidos na rede pública, sendo o diagnóstico precoce essencial para prevenir sequelas e interromper a transmissão nos primeiros dias de tratamento. Também é central combater o estigma, que atrasa a procura por assistência e aumenta o risco de danos físicos e sociais. (Fontes: Ministério da Saúde e Sociedade Brasileira de Dermatologia.)

Ao conectar essas campanhas à rotina do HFA, o compromisso se traduz em assistência integrada: avaliação clínica especializada, encaminhamentos quando necessário, apoio multiprofissional e orientação sobre autocuidado. Para o público atendido pelo Hospital — militares, dependentes e civis vinculados —, o recado é procurar atendimento ao notar sinais persistentes, sem normalizar sintomas como “mancha que não melhora” ou “dormência recorrente”.

Matéria por: José WIlson Teixeira PONTES - 2º TEN

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Saúde e Vigilância Sanitária
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