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Plano de Desenvolvimento de Manacapuru é discutido na Suframa

Município da região metropolitana de Manaus está com um plano de desenvolvimento regional sustentável sendo elaborado pelo laboratório de gestão territorial da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. A previsão é de que seja executado entre os anos de 2021 e 2024.
Publicado em 12/01/2021 17h29 Atualizado em 13/01/2021 10h25

Reunião contou com participação presencial, na sede da Suframa, e por meio de videoconferência (Foto: Tayana Rubim/Suframa)

A Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) - representada pelo superintendente Algacir Polsin e pelo superintendente adjunto de Planejamento e Desenvolvimento Regional, Manoel Amaral - participou, nesta terça-feira (12), de uma reunião híbrida (realizada tanto presencialmente quanto por meio de videoconferência) com os prefeitos de Manacapuru (AM), Beto Dangelo, e de Itacoatiara (AM), Mário Abrahim, além de representantes do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e da Secretaria de Saúde Indígena, entre outros. O objetivo principal foi discutir o projeto de elaboração da proposta de um Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável (PRDS) para o município de Manacapuru.

O PRDS Manacapuru, cuja proposição ficará a cargo da UFRN, por meio do Laboratório Processamento de Dados e Gestão Territorial (Laproter), visa, principalmente, fomentar o desenvolvimento municipal, ambiental e regional do Amazonas a partir da replicação das experiências realizadas em Manacapuru para outros municípios do Estado. O Plano deve ser executado entre os anos de 2021 e 2024 e está estruturado em cinco eixos: plano diretor (diagnóstico, revisão e atualização); planejamento ambiental; plano de desenvolvimento municipal e de capacidades governativas; plano de ação regional; e Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB).

Interiorização do desenvolvimento
De acordo com o superintendente Algacir Polsin, a oportunidade de espraiar riquezas e promover ações de interiorização do desenvolvimento é um dos principais benefícios do projeto, o qual é visto de forma bastante positiva pela Suframa. “Conversando previamente com o MDR, percebemos essa janela de oportunidade e estamos buscando avançar nessa direção. Outro aspecto importante é que se trata de um projeto que não apresentará custos para a Prefeitura, mas contribuirá de forma ampla no processo de aprimoramento do planejamento e da gestão municipal”, afirmou Polsin.

O prefeito de Manacapuru, Beto Dangelo disse que a Prefeitura quer abraçar o projeto e contribuir para o seu êxito ao longo dos próximos anos. “Acreditamos que esta é uma forma de potencializar o desenvolvimento do município, o que fatalmente vai trazer o progresso para diversos outros municípios do Amazonas”, disse Dangelo.

Ao final da reunião, definiu-se que serão elencados representantes das prefeituras e da Suframa para dar sequências às discussões e estabelecer um diálogo mais técnico e profundo sobre a elaboração do projeto junto aos professores e pesquisadores da UFRN.

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