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Agenda ASG é tema de encontro

A pauta foi debatida no XXVII Fórum Banco do Nordeste de Desenvolvimento 2021.
Publicado em 15/07/2021 16h21
Participação do superintendente no fórum do BNB

O superintendente da Sudene, Evaldo Cruz Neto, apresentou as ações da Autarquia que coadunam com a agenda ASG. Foto: Divulgação

O fórum se propõe a constituir um espaço de diálogo e articulação, com o objetivo de debater proposição de rumos, oportunidades de atuação e iniciativas conjuntas em prol da Região. O superintendente da Sudene, Evaldo Cruz Neto, compôs o painel de abertura do evento online, que teve início na manhã desta quinta-feira (15), quando foi abordada a importância da adoção das práticas de ASG (Ambiental, Social e Governança) pelas instituições de desenvolvimento. 

O encontro acontece hoje e amanhã, com outros três painéis – “ASG e Bancos de Desenvolvimento”, “Como Integrar Fatores ASG na Análise de Investimentos” e “Sistema Financeiro Nacional – regulação e autorregulação frente à transição para economia de baixo carbono e sustentável”. Os painéis vão discutir, respectivamente, o papel dos bancos de desenvolvimento diante dos desafios ambientais, climáticos e sociais contemporâneos como direcionadores do desenvolvimento sustentável do país, em especial na chamada “década da ação” (2021 – 2030); fatores das dimensões ASG que podem ser integrados na análise de investimentos pelos gestores profissional para este setoris e investidores em geral; e a transição para economia de baixo carbono. 

Sudene e a agenda ASG 

A apresentação do Superintendente da Sudene, Evaldo Cruz Neto, foi marcada por uma explanação das ações da Autarquia que coadunam com a agenda ASG. Explicou que, através dos Fundos de Desenvolvimento Regional e Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), vem sendo dada ênfase às questões ambientais e no fomenta de energias renováveis. “Em 2021, o FDNE, contando com o acesso ao superávit, disponibilizará recursos em torno de R$ 1,5 bilhão para este setor, gerando emprego, qualificação profissional e interiorização do desenvolvimento”. 

Evaldo afirmou, ainda, que a Sudene avalia a possibilidade de atrelar os financiamentos do FDNE a contrapartidas sociais. Para o gestor, o Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste (PRDNE) é um instrumento fundamental para impulsionar as políticas públicas na área de atuação da Autarquia. Em relação à governança, por exemplo, “existe um eixo específico do PRDNE que discute o desenvolvimento institucional. O Plano é extremamente atual e abarca toda essa agenda ambiental, social e de governança”. 

Além de Evaldo Cruz Neto, o painel de abertura contou com a participação do presidente do Banco do Nordeste, Romildo Rolim; Superintendente da Sudeco, Nelson Fraga Filho; e Presidente do BASA, Valdecir José de Souza Tose.