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Pátria Voluntária

Saiba quem faz parte do Conselho do programa

Órgão é composto por representantes do Governo Federal e da sociedade civil
Publicado em 02/12/2019 11h43

Para ajudar na promoção do voluntariado de forma articulada entre governo, organizações da sociedade civil e setor privado, foram escolhidos representantes para o Conselho Gestor do Pátria Voluntária. Composto por representantes do governo federal e da sociedade civil, os mandatos têm duração de dois anos e a possibilidade de recondução. De dois em dois meses, os membros do conselho se reúnem, geralmente por videoconferência, para debater temas importantes sobre o programa.

Para articular o diálogo político sobre temas estratégicos de promoção do voluntariado no Brasil, o conselho propõe projetos e iniciativas que estimulem o engajamento do setor público, do setor privado e das organizações da sociedade civil em práticas voluntárias. “Como presidente do conselho do programa Pátria Voluntária, convido todos a se juntarem conosco e multiplicarem em todo o País essa corrente de amor, empatia e inclusão", reforça Michelle Bolsonaro.

As atividades dos conselheiros não são remuneradas e os membros podem convidar especialistas e representantes de órgãos/entidades públicos, de organização da sociedade civil e do setor privado para colaborar com o Pátria Voluntária. Para incentivar o engajamento social e a participação cidadã em ações transformadoras da sociedade, as ações do conselho estão voltadas à inclusão de pessoas em situação de vulnerabilidade social decorrente da pobreza, de deficiências e problemas de saúde e da privação ou fragilização de vínculos afetivos.

A vice-presidente do Conselho do Pátria Voluntária, Tatiana Alvarenga, explicou que o grupo já está trabalhando na articulação de redes e parcerias para auxiliar as populações mais vulneráveis. “Um dos focos da nossa proposta é proteger crianças, adolescentes e mulheres”, revela. O ministro Osmar Terra também destacou a importância das parcerias com instituições governamentais, não governamentais e empresas. “Precisamos continuar trabalhando com as sugestões trazidas pelos conselheiros, cada um com sua expertise, e ir em busca de novas alternativas. Devemos evoluir nosso programa de maneira sistêmica”, enfatiza.

Integrantes

A primeira-dama do Brasil, Michelle Bolsonaro, é a presidente do Conselho. Também fazem parte: Tatiana Alvarenga (vice-presidente); Adriana Ramos (secretária-executiva); o ministro da Cidadania, Osmar Terra; a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves; o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva; o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Cesar Pontes; o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles; o ministro da Economia, Paulo Guedes; Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo; o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Dornelles Lorenzoni; o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro; o ministro da Educação, Abraham Weintraub; o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta; e Wagner Rosário, da Controladoria-Geral da União (CGU). Todos os ministérios possuem representantes suplentes.

Entre os representantes da sociedade civil estão: Fábio Silva (Plataforma Transforma Brasil), Miguel Tortorelli (Amor Exigente), Elizabeth Guedes (Associação Nacional das Universidades Particulares), Maria Elena Johannpeter (Parceiros Voluntários), Rosângela Moro, Regina Duarte, James José Marins de Souza (Instituto Legado), Raul Cutait (Fiesp), Ricardo Paes Barros (Instituto Ayrton Senna), Israel Aron Zylberman (Instituto Cyrela) e Lars Grael.

Quer saber quais são as atribuições do Conselho?

I – promover o diálogo político com pessoas e representantes de instituições governamentais e não governamentais, sobre temas estratégicos de promoção do voluntariado no País, visando identificar prioridades e realizar ações que materializem sua consecução; 

II – articular programas inovadores de voluntariado, baseados na parceria Estado-sociedade; 

III – desenvolver iniciativas de fortalecimento de organizações da sociedade civil; 

IV – propor, em parceria com outras instituições governamentais e não governamentais, ações de mobilização voltadas para o atendimento de demandas não atendidas de voluntariado; 

V – propor projetos e iniciativas que estimulem o engajamento do setor público, do setor privado e das organizações da sociedade civil em atividades voluntárias; 

VI – estimular os órgãos da administração pública direta, autárquica e fundacional a promoverem o voluntariado e incentivarem os seus servidores à participar em atividades voluntárias; 

VII – propor parcerias com entidades públicas ou privadas visando à mobilização, à divulgação e ao desenvolvimento de atividades voluntárias; 

VIII – desenvolver metodologia de cômputo, homologação e avaliação de iniciativas de voluntariado no País; 

IX – estimular a articulação interinstitucional para a implementação dos objetivos do Programa Nacional de Incentivo ao Voluntariado; 

X – colaborar para o desenvolvimento de campanhas de divulgação de ações e projetos transformadores para estimular o engajamento dos cidadãos em atividades voluntárias; 

XI – propor sobre reformulação e manutenção de plataforma digital do voluntariado; 

XII – elaborar proposta de código de ética do voluntariado e das entidades responsáveis pelas atividades voluntárias; 

XIII – elaborar proposta de plano de trabalho para o Programa Nacional de Incentivo ao Voluntariado.