Fotos para avaliação do público

Fotos para avaliação do público

Nesta etapa do Concurso serão selecionadas 10 fotografias de cada categoria pelo público para participar da fase de julgamento técnico, na qual serão escolhidas as 3 fotografias vencedoras em cada categoria. 

A votação está aberta de 28/09/2020 a 16/10/2020.

Clique aqui para votar nas suas fotografias favoritas

Luis Gustavo Aguirre Corrêa

Porto Alegre-RS

De hoje em diante, decidi que vou abrir mão da vaidade;
De hoje em diante, decidi que enxergar a verdade não corresponde somente a sua verdade;
De hoje em diante, o olhar mais humano é necessário entender que enquanto dormimos no conforto do nosso lar há pessoas que só querem um simples"olhar";
Sonho em um mundo melhor, sem desigualdades e que fotografias como essas fiquem apenas como recordações que inclusive nada feliz;
Hoje, fiz um registro de um dia infeliz !"

 Olhar

De hoje em diante, decidi que vou abrir mão da vaidade;
De hoje em diante, decidi que enxergar a verdade não corresponde somente a sua verdade;
De hoje em diante, o olhar mais humano é necessário entender que enquanto dormimos no conforto do nosso lar há pessoas que só querem um simples"olhar";
Sonho em um mundo melhor, sem desigualdades e que fotografias como essas fiquem apenas como recordações que inclusive nada feliz;
Hoje, fiz um registro de um dia infeliz !"

Pablo Alfredo De Luca

Maceió-AL

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Enchente  

A fotografia mostra a enchente da Laguna Manguaba (no município de Marechal Deodoro, Estado de Alagoas), quando não é feito o desassoreamento do canal que dá vazão ao excesso de água para o mar.
O excesso da água na Laguna Manguaba é provocado por dois rios que nascem no Estado de Pernambuco, e que nela desaguam: o Rio Sumaúma e o Rio Paraíba do Meio.
Na época das fortes chuvas na região, estes dois rios levam até laguna um grande volume de água que a sua vez precisa escoar para o mar por um canal aberto naturalmente, mais que periodicamente necessita ser desassoreado.

Bruno Cesar Fernandez Farias

Rio Grande-RS

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Ordem e Progresso e Cidadania 

Catadores de material reciclável, independentes e individuai, na frente de um "galpão de reciclagem", para a realização da venda dos recicláveis coletas pelas ruas da cidade. A imagem possibilita pensarmos na contradição que existe na situação de trabalho e vida destas pessoas, que mesmo realizando um trabalho tão importante para a qualidade de vida da sociedade e do ambiente, vivem com baixos ganhos econômicos, enfrentando inúmeras dificuldades de cunho social e econômico. 

Marcos Trautwein

Osasco-SP

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Gravidade 

O peso da "gravidade" agindo sobre um morador de rua fragilizado.

Augusto Cezar de Lima Magalhães

Ananindeua-PA

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Esmola sobre as Águas

Num mundo globalizado como o de hoje, ainda é possível se ver, crianças sendo exploradas, sem ter uma perspectiva, de um futuro melhor.
Nas Ilhas e rios da Amazônia, ainda é possível se ver cenas como estas. Crianças, só, ou acompanhadas pelos pais, em pequenas Rabetas, abordando embarcações de grande porte, para pedir alimentos e roupas. Muitos destes passageiros, algumas vezes, turistas, alimentam esta prática, mas, por compaixão, do que para continuação da prática. Isto, é o denominamos de "Esmola Sobre as Águas".

Daniel Cruz Fonseca

Salvador-BA

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Paraíso Sangra

Oleo de petróleo nas praias desertas.

Natália de Lima Campos

Belo Horizonte-MG

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Diógenes de Sinope

Foto registrada na Avenida Afonso Pena, em Belo Horizonte, Minas Gerais.
Início da quarentena, fechamento do comércio, e diminuição do fluxo e circulação de pessoas pelas ruas da cidade.
Data: 15 de março de 2020 às 15:14:08
Tipo: imagem JPeg
Tamanho: 6,7MB
Canon EOS Rebel T6
Iso 400 18 - 55mm

Gustavo Henrique Siqueira Dragunskis

Belo Horizonte-MG

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Sofredores de rua

Canon EOS 5D Mark II 1/8000s f/2.2 Iso 400 Lente 35mm.

Esta foto foi capturada na Praça Rui Barbosa em Belo Horizonte.
Ao perceber o que estava em minha frente, saquei a câmera e fotografei. O sentimento que tive é a de preocupação com as pessoas que estão em situação de rua e que precisam matar um leão por dia ou serão devoradas. Precisamos nos preocupar com os sofredores de rua, pois a cada dia o número deles vem aumentando nas capitais. É preciso um trabalho voltado para o sofredor de rua e saber qual o motivo de estar nas ruas já é grande passo.

Thiago Statella

Cuiabá-MT

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Barraco no mato

A cena se localiza à beira da rodovia Raposo Tavares, entre Pres. Prudente e Santo Anastácio, no interior de SP.  A foto mostra um barraco improvisado, um carro e um sofá, no meio do mato. É a provável residência de alguém que praticamente se viu excluído da sociedade.

Marcelo Pereira Ventura

Brejo da Madre de Deus-PE

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Eu ainda não morri

Essa foto foi tirada as margens do Rio Ipanema, que fica localizado em Águas Belas-PE, ela retrata uma pescaria realizada por uma senhora que tem por volta dos seus 80 anos. Tal imagem leva o título de; EU AINDA NÂO MORRI, pois o rio há um tempo estava em baixas quantidades de água, impossibilitando a pescaria de várias famílias que sobrevivem da pesca, mas após uma grande chuva, ele renasceu trazendo esperança e fartura.

Rudmir Rogerio de Camargo Faxina

Dois Córregos-SP

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Grandes vs. Pequenos

Cena capturada durante uma ocorrência de acidente de trânsito, entre um ônibus do transporte coletivo municipal e uma moto de pequeno porte, na cidade de Uberlândia/MG. Essa situação "cotidiana", evidencia a necessidade de trabalhos contínuos relacionados à educação no trânsito, onde os "grandes" devem sempre respeitar os "pequenos.

Ana Clara Rodrigues Cavalcanti de Castro

Vitória-ES

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História e patrimônio

A fotografia é uma critica ao descaso com nossa história e nosso patrimônio que fazem parte do Centro Histórico de Vitória (ES). a precariedade do imóvel de dois andares, vazio há uma decada o levou ao desabamento no dia 15 de janeiro de 2020. localizado na rua sete de setembro, um dos pontos mais movimentados do centro, o mesmo já possuiu utilidade comercial e residencial. a queda do edificio alertou os moradores e frequentadores do bairro para os demais problemas e perigos dos imóveis abandonados. 

Alex Gomes de Miranda

São Paulo-SP

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Sem legenda

A fotografia mostra a realidade do nosso pais.

Ramon Oliveira Gomes

Cariacica-ES

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Deixem os garotos brincar

A cidade está toda parada, e agora quem pode permanece em casa se resguardando de um mal invisível. Vidas são devoradas, e o planeta está consumido. Não passou da hora? As guerras, a poluição, medo, fome, tudo isso ficará para trás. Precisamos de novos ares, plantar a harmonia consigo e com todo o cosmos, só assim garantiremos evolução. Sabemos que o sistema é falho, aniquilador e impiedoso. Cabe a nós atearmos as chamas da esperança e coragem nos rumos da vida. Para alguns o novo virá com o amanhã, uma chance de curar ações, desejos e pensamentos. A cidade está toda parada, agora, quem pode permanece em casa se resguardando de um mal invisível. A quarentena é um bem provisório para garantir a nossa saúde. Saudade dos encontros, de andar nas ruas livremente, dos abraços e das trocas. Após a pandemia do vírus COVID tudo deve mudar, inclusive o modo que as cidades veem sendo construídas. É necessário incluir integralmente a população nas tomadas de decisões sobre a cidade, construir territórios e democratizar espaços. Uma urbanização que respeita e integra os indivíduos e a natureza, oferecendo espaços públicos de qualidade que garantem uma diversidade de vivências, assim criando identidades. Um dos pilares fundamentais na formação da cidadania. Não queremos uma cidade rodoviaristas com grandes viadutos e avenidas largas, vazias, sem árvores. Queremos uma cidade para as pessoas, para viver, inclusiva, múltipla e dinâmica. Rica em cultura, vivências e ritos. O sentimento de coletividade em espaços públicos é uns dos bens mais valiosos na sociedade. O direito de viver nos moverá rumo a liberdade, como os jovens que soltam pipas no Terrão. Num município onde a cada 10 mil moradores há uma pequena praça, Campo Belo reflete a carência de espaços comuns de lazer em Cariacica. O maior canteiro de obras da cidade aos finais de semana se transforma em um grande festival de pipas, papagaios, cafifas e arraias. Uma multidão de diversos gêneros e idades, a maioria jovens, moradores de bairros vizinhos que se juntam e deixam os céus coloridos com seus brinquedos de papel. Soltar pipa seria uma dança onde os braços e as mãos que seguram a linha se movimentam repetidamente, a pipa baila com o vento e o ritmo favorito é o funk. Esse encontro de multidões para soltar pipas no Terrão é muito mais que uma prática lúdica, é um ritual coletivo de cidadania, um grito de resistência dos esquecidos. Nesse encontro a população exige seu espaço e a demanda é urgente. Reivindicam seus direitos, todos precisam do lúdico e do convívio social. A foto que apresento representa o sopro de liberdade de centenas de jovens, que se unem para brincar e em suas terras encontram o que há de mais precioso e simples, a troca. Que o pós pandemia traga novamente esses momentos em coletivo, não apenas no Terrão, mas em toda a cidade. Que essa luta por direitos e terras na cidade seja vencida pela população. E que o sentimento de coletividade seja multiplicado e disperso entre todas as vivências. E como na batida do funk que repete-se diversas vezes, deixa os garotos brincar.

Rafael Augusto Gavioli

São Paulo-SP

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As margens da sociedade

Na grande metrópole o número de moradores de rua vem aumentando a cada dia. Com o perigo noturnos, esses moradores trocam o dia pela noite para se sentirem mais seguros.

Weslley Alencar Caetano

Santana de Parnaíba-SP

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"Ohana" - nunca abandonar ou esquecer

"O projeto fotográfico apresenta a realidade sofrida dos cães abandonados na ruas de Santana de Parnaíba - SP.
O objetivo é conscientizar as pessoas e o poder público, alertando sobre as condições precárias que estes animais acabam se encontrando, tendo que sobreviver de restos, revirando lixos públicos e particulares, bebendo água de esgoto, fugindo de possíveis agressões que o ser humano os causa, e sobre as consequências sanitárias que esses atos irresponsáveis de abandono e maus tratos geram para o animal e para a sociedade em âmbito geral.
O projeto procura também conscientizar sobre as medidas sócio-ambientais que podem ser tomadas para que extinga ou diminua esses atos, podendo assim mudar esse quadro problemático que é visto como normal. .
O objetivo é dar voz a esses animais, já que eles não podem falar, apenas latir. É mostrar de forma clara como eles se sentem, conscientizar sobre a comercialização de animais e exaltar a ""Adoção Consciente"", pois só assim poderemos cuidar deles. Adotando. Afinal eles merecem. Foram e sempre serão os melhores amigos do ser-humano.
Segundo o Art. 32, da Lei Federal nº. 9.605, de 12.02.1998 -
(Lei de Crimes Ambientais) e pela Constituição Federal Brasileira, de 05 de outubro de 1988.

“Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa."

Jeanemeire Eufrásio da Silva

Mossoró-RN

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Falsa meritocracia

Uma criança acompanha o pai, catador de lixo, em mais um dia de trabalho, por ele não ter com quem deixar em casa. A criança está descalça em uma cooperativa de catadores de lixo.

Itamar Pereira

Cruzeiro Novo-DF

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Muro da caridade

Passeando com meu Pet (melzinha), numa manhã gelada de Brasília, vi esse Senhor dormindo encostado no muro de um Centro Espírita. Fui em casa, preparei uma cesta de frutas e Pão e ofereci um café da manhã pra ele. Recebeu, agradeceu muito e voltou a deitar no mesmo lugar.

Antonio Lucas Araujo Moreira

Patos-PB

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Lava

Incêndio no lixão municipal de Patos, que já deveria ter sido erradicado há muitos anos e substituído por um aterro sanitário. A fumaça decorrente dos incêndios no lixão são um problema de saúde pública recorrente todos os anos no período seco do sertão paraibano, que vai de agosto a outubro.

Michael de França Dantas

Manaus-AM

Sombras da pandemia

Sombras e sepulturas no Cemitério Nossa Senhora Aparecida, bairro Tarumã, em Manaus, onde centenas de vítimas do novo Coronavírus foram sepultados durante o pico da pandemia na cidade.

Andre Ribeiro de Freitas

São Paulo-SP

Neste momento de crise temos que valorizar ainda mais, aqueles que se arisca para salvar nossas vidas.

Herois sem capas 

Neste momento de crise temos que valorizar ainda mais, aqueles que se arisca para salvar nossas vidas.

Kayan Acassio da Silva

Curitiba-PR

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Guardas que cuidam

Guardas Municipais de Curitiba após prestarem primeiros socorros a uma senhora que havia passado mal devido ao forte calor improvisam uma “sombra” com um pedaço de papelão até a chegada da ambulância.

Emmanuelle Pedroso Pereira

Juiz de Fora-MG

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Distanciamento com respeito à vida

Fotografia tirada no bairro Industrial na cidade de Juiz de Fora. As pessoas respeitando o distanciamento para evitar contato fisico no periodo do coronavírus.

Maximiliano da Silva

Imbituba-SC

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Conservação 

Obras feito com intuito de preservação da mata nativa de beira mar.

Luciano Barbosa Carvalho

Cabo Frio-RJ

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Zelo pela sua praia 

O zelo pelo sua cidade fomenta o turismo local. Valorizando sua cidade podemos gerar renda.

Daniel Cruz Fonseca

Salvador-BA

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Navegar (em mares limpos) é preciso

Canoa de pescadores navega nas praias metropolitanas da cidade de Salvador. Área beneficiada pelo programa Baía Azul que trabalha para despoluir as praias.

Augusto Cezar de Lima Magalhães

Ananindeua-PA

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Inclusão

Em apoio às pessoas com Deficiências, os Governos, Estadual e Municipal, tem criado grupos, seja de dança, ou esportivo, para incluir, em nossa sociedade, pessoas portadoras de deficiências, seja mental ou fisica. Em grandes eventos realizados no estado, se vê, cada ver mais, a apresentação de nossos irmãos, as vezes, deixados de lado pela sociedade.

Willian Gibson Ferreira Brito

Rio de Janeiro-RJ

54 - 2020- Século XXI- Quarentena.jpg

Século XXI - 2020 - isolamento social - QUARENTENA

A FOTOGRAFIA tenta  mostra o isolamento social adotado pelos governos. O uso da máscara e a quarentena.a imagem, simboliza a cruz (fé), a porta antiga de séculos passados e a situação atual do isolamento com #ficaemcasa

Alessandro Maurício Giron

Juiz de Fora-MG

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Aprofundando no à distância, por aqui mesmo...

Ensino à distância e seus desafios...

Marcelino Luis Pereira da Silva

Recife-PE

A obra do Hospital de Campanha na Praça 09 de Julho, no Cabo de Santo Agostinho/PE que vai disponibilizar 120 leitos para o casos de coronavírus, está muito avançada

Obra do hospital de campanha

Obra do Hospital de campanha na Praça 9 de Julho, no Cabo de Santo Agostinho para receber os contraminados com o coronavírus

Juliano Rocha da Silva

Guarulhos-SP

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O poder em suas mãos

A saúde de suas decisões é um ato de equidade.

Geo Arruda Junior

São Paulo-SP

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Pega Totó

Os moradores da município de São Paulo são presenteados com o Canil da Guarda Civil Metropolitana. A Guarda Metropolitana é uma familia. Todos se respeitam e se cuidam. São profissionais talentosos e inteligentes. Cuidam dos cães com carinho e cuidados especiais.

Créscia Cristina Dantas da Conceição

Aracaju-SE

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Alimentando esperaça

Fotografia feita no dia da entrega de cestas básicas a comunidade das Malvinas, localizada na zona de expansão da cidade de Aracaju, assistida pelo Projeto Alimentando Esperança realizado pelo Centro de Formação Espiritual Águas de Aruanda, localizado na mesma cidade, entidade sem fins lucrativos que mantem seus projetos com base em doações de pessoas que de maneira voluntária assim o fazem, bem como da venda de livros de autoria dos dirigentes ou que são psicografados através destes. Atualmente são 102 famílias assistidas pelo projeto que busca diminuir a dor daqueles que sentem fome, entregando mais que sextas básicas, entregando esperança de uma vida melhor. O jovem da foto  José Nilton Júnior é um dos membros das famílias assistidas recebendo esse bálsamo em suas vidas onde pode-se observar na fotografia não desamimo ou fragilidade e sim um belo sorriso nos ensinando que vale a pena ter esperança em dias melhores.

Hygor Souza Guimarães

Balneário Camboriú-SC

Vida às margens - meu primeiro passeio pelo Rio Camboriú

Vidas às margens - essa foto é o registro do meu primeiro passeio de barco pelo Rio Camboriú, após quase 8 anos residindo na cidade de Balneário Camboriú. Na ocasião, participava de uma ação de limpeza do rio, promovida pelo Lions Club BC, pelo conselho comunitário de segurança náutica e da cidadania de BC, bombeiros e sociedade civil organizada. A ação aconteceu num domingo de manhã, com temperatura média de 12º graus e períodos de garoa. Retiramos uma quantidade colossal de entulho da margem do rio - vários pneus, sofá, televisão, geladeira, cama, plástico de todos os tipos possíveis, vidros e até uma caixa d'água. Naquela manhã saí de minha casa às 07:45 e retornei por volta das 16:00, e mesmo com aquelas condições e cansaço gerado pelo trabalho, estava feliz e motivado por ter contribuído com a conservação do meio que habito e me recebeu, de sua forma segregadora e também acolhedora, há tantos anos. Espero que a participação da sociedade civil organizada em temas de conservação ambiental seja uma crescente em nosso país, como também que a ocupação desses ambientes seja o início de uma abertura transversal para a sociedade em seu todo, e não somente para uma minoria desta.

Jeanemeire Eufrásio da Silva

Mossoró-RN

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Dia da criança feliz

Fotografia tirada em uma ação de um grupo comunitário que promoveu uma manhã de recreação para as crianças carentes do bairro periférico da cidade. Resgate de brincadeiras em grupo e a entrega de brinquedos em alusão ao dia da criança.

Ricardo Alexandre da Silva

Taguatinga-DF

Aeroporto BSB

Voar é para todos

Nascer do sol e renovar as esperanças que políticas públicas dão acesso a todos para realizar o sonho de voar.

Roberto Silva Pereira

Campo Grande-MS

193 - Simples assim.jpg

Simples assim...

Não precisa de muito para efetuar a governança a foto reflete a comunicação, transparência, comunidade ... Em visita a uma Escola Estadual em MS encontrei esse cantinho que dispunha desse documento para informar o direito e deveres de todos // Uma forma simples e barata de informar dar transparência.