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Família é tudo igual? Banco de dados linguísticos recém-lançado mostra que não

Se cada família é única, a linguagem utilizada para se referir a ela também pode ser. Uma equipe internacional de cientistas, contando com a participação do Museu Goeldi, acaba de lançar o Kinbank, um banco de dados gigantesco com expressões usadas para se referir a parentesco em mais de 1200 línguas do mundo. Uma amostra da imensa diversidade dos modos de ver e organizar famílias entres os humanos.
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Publicado em 30/05/2023 16h10 Atualizado em 30/05/2023 16h32

Agência Museu Goeldi – Apesar de expressões populares como “família tradicional” darem a entender que existe um tipo “ideal” de família, na verdade, os modos como a espécie humana organiza seus parentescos são extremamente diversos. E isso se reflete nos idiomas do mundo. A terminologia para parentescos é o vocabulário usado para classificar, se referir e se dirigir a parentes e familiares. Expressões como “avô”, “primo” ou “mãe”, não são apenas sinais de proximidade e afeto, mas podem nos falar muito sobre as sociedades e seus valores.

Essa diversidade é objeto de pesquisa de ciências como a Antropologia há mais de um século, e seu estudo acaba de ganhar uma ferramenta inédita: uma equipe internacional de cientistas acaba de lançar o Kinbank, um banco de dados gigantesco com mais de 210 mil palavras usadas para se referir a parentes e familiares em mais de 1200 línguas do mundo. O Kinbank é resultado da colaboração entre a Universidade Nacional da Austrália, a Universidade de Bistrol (Reino Unido), o Museu Paraense Emilio Goeldi (Brasil) e a Universidade de Helsinque (Finlândia). Este mês, os criadores do Kinbank publicaram um artigo na revista científica PLOS ONE, apresentando o banco de dados, que também pode ser acessado no site http://www.kinbank.net/

O Dr. Sam Passmore, antropólogo da Universidade Nacional Australiana e primeiro autor do artigo acredita que essas expressões linguísticas nos ajudam a entender o quanto a organização das famílias é diversa, o que, em diferentes sociedades, pode ter influência em vários aspectos da vida, desde com quem moramos até como a riqueza é distribuída.

“Essas palavras [usadas para se referir] a membros da família, nos dizem sobre como falantes de diferentes línguas agrupam parentes, permitindo que façamos perguntas sobre o porquê de essas diferenças ocorrerem” diz Passamore.

Por exemplo, é comum em algumas línguas que as mulheres demonstrem respeito pelos sogros evitando usar os seus nomes diretamente. Entretanto, na língua Datooga, falada da Tanzânia, as mulheres não apenas evitam usar os nomes de seus sogros mas também todas as palavras que tenham sons parecidos com os nomes deles!

De acordo com Passamore, pesquisadores sempre compilaram expressões usadas para tratar parentes e familiares, mas ele e a equipe envolvida no estudo tinham o objetivo de reuni-la em um único lugar para facilitar a sua consulta. Assim, ele e seus colaboradores criaram o Kinbank.

Contribuição amazônica - O linguista Joshua Birchall, atualmente professor visitante na Universidade do Novo México, nos Estados Unidos, participou da construção do Kinbank e foi o responsável por coordenar a catalogação dos termos de parentesco em línguas das famílias Tupí e Caribe. A Tupi e a Caribe são duas das maiores famílias de línguas indígenas na Amazônia, tanto no que diz respeito a quantidade de línguas, quanto ao número de falantes e a extensão geográfica onde ocorrem.

Esse trabalho de catalogação começou quando o Dr. Joshua era pesquisador bolsista do Programa de Capacitação Institucional (PCI) do Museu Goeldi. Ele explica que “o Museu Goeldi é um líder mundial na documentação e descrição de línguas indígenas amazônicas, e muitos desses registros estão armazenados em formato digital no Acervo de Línguas Indígenas de sua Coordenação de Ciências Humanas. Sem essa base empírica dos registros de fala de diferentes línguas, e com uma boa parte delas não sendo repassadas para as crianças dentro de suas respectivas comunidades, esse tipo de estudo não seria possível”, destaca.

Joshua conta que além do banco de dados apresentado no artigo, foi organizada uma oficina para que pesquisadores pudessem apresentar seus dados originais coletados em campo, e posteriormente publicá-los no Boletim de Ciências Humanas do Museu Goeldi. Este dossiê especial também incluiu vários trabalhos comparativos que analisaram como os sistemas de parentesco evoluíram ao longo do processo da formação de diferentes agrupamentos linguísticos.

Para Joshua Birchall, um catálogo extenso como o Kinbank nos ajuda a entender melhor como as sociedades se organizam e também entender melhor como a experiência humana é diversa. “Seres humanos usam a linguagem para codificar conceitos importantes para eles em palavras diferentes. Quem consideramos como parente -e como construímos essas relações- afeta o jeito que deveremos nos comportar dentro das nossas sociedades”, avalia Joshua.

“Por exemplo, as relações de parentesco podem ajudar a determinar com quem poderemos ou não nos casar, ou com quem devemos compartilhar carne depois de uma caçada bem-sucedida, ou até quem temos o dever de ajudar na hora de abrir uma roça nova ou de construir uma casa nova. Para muitas sociedades tradicionais, esses tipos de relações formam a base da economia local de que eles tiram seu sustento” explica o linguísta.

Primos ou irmãos? Os termos para “irmãos” e “primos” coletados pelos pesquisadores são um exemplo perfeito de como a linguagem usada para expressar parentescos pode ser variada.

O Dr. Sam Passamore explica que os falantes em inglês, usam os termos “brother” e “sister”, todavia essa maneira de classificar irmãos está em terceiro lugar entre as mais comuns. De acordo com ele, o modo mais comum é usar quatro categorias para se referir a irmãos, como na língua japonesa, que adota termos diferentes para “irmão mais velho” (ani), "irmão mais novo" (omöto), "irmã mais velha" (ane), e "irmã mais nova" (imöto).

O segundo sistema mais comum é dividir esse parentesco por idade. E há ainda culturas que agrupam todos os primos e irmãos dentro de uma mesma categoria.

Joshua Birchall explica que, assim como no Inglês, no Português também fazemos uma distinção entre irmãs/irmãos e primos/primas, mas que dentro da Amazônia indígena, esse sistema é bem raro. De acordo com o pesquisador, a distinção principal dentro das sociedades tende a ser mais na questão de “primos paralelos” e “primos cruzados”. Os primos paralelos são aqueles que são filhos dos irmãos de mesmo sexo do pai ou da mãe. Ou seja, os filhos de uma tia irmã da mãe ou os filhos de um tio irmão do pai.

Já os primos cruzados são aqueles filhos de irmãos de sexo diferente dos pais: os filhos de um tio irmão da mãe ou de uma tia que seja irmã do pai.

Complicado? Joshua explica que uma das consequências desse sistema é que em muitas das línguas amazônicas “os primos paralelos são tratados com a mesma palavra que usam para ‘irmãos’, já os cruzados são tratados com um outro termo mais análogo ao que chamamos de ‘primo’ (ou às vezes nem são considerados parentes próximos)”.

Para o pesquisador, esse é um exemplo de como diferentes sociedades constroem o conceito de família e como que essas relações se refletem em outros aspectos culturais.

Perguntas – Um dos objetivos dos pesquisadores é que o Kinbank estimule discussões sobre diversidade cultural. De acordo com Sam Passamore, algumas questões que surgem são “na minha família é assim, mas será que é nas outras? Como essas diferenças afetam a vida? Um outro exemplo é que em algumas sociedades o termo para pai também é usado para o irmão da sua mãe. Então, de que forma a sua vida seria diferente se você fosse criado pelo irmão da sua mãe no lugar do seu pai biológico?” instiga o pesquisador.
Os pesquisadores também queriam usar os dados disponíveis no Kinbank para testar algumas hipóteses sobre o vocabulário usado para se referir à família, como por exemplo: será que a maioria das línguas usa variações da palavra “mama” para se referir às mães?
Eles constataram que cerca de 770 línguas possuem termos, seja para pai ou para mãe, que começam com o som “m”.

“Os pesquisadores achavam que as línguas tinham a tendência de associar sons começando com ‘m’ seguidos de uma vogal com as mães, porque são similares aos sons que os bebês fazem quando estão mamando”, diz Passmore. “Mas descobrimos que 41% dos termos para genitores com o som ‘m’ se referiam ao pai, a maioria deles em línguas oriundas da Nova Guiné ou Austrália. Você começa a ter um panorama muito mais complexo do que está acontecendo” diz o pesquisador.

Passmore aponta que embora o Kinbank reúna um número considerável de línguas, esse número representa apenas 15% de todas as línguas que são atualmente faladas pelo mundo. “Há espaço para expansões do Kinbank, tornando-o um recurso valioso para línguas ameaçadas, e o patrimônio cultural imaterial que elas guardam” aponta o pesquisador.

Texto: Uriel Pinho, com informações da Universidade Nacional Australiana

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