04/04 – SPM acompanha instalação da Comissão de Direitos Fundamentais do Conselho Nacional do Ministério Público

Publicado em 04/04/2013 08:40Modificado em 05/04/2013 08:48
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Ministra Eleonora prestigia ato do CNPM, parceiro da campanha “Compromisso e Atitude pela Lei Maria da Penha – A lei é mais forte” Foto: Susan Alves/SPM



CNPM acompanhará atuação dos Ministérios Públicos na defesa dos direitos fundamentais garantidos pelo artigo 5º da Constituição Federal

Com informações da Ascom do CNMP



A Comissão de Acompanhamento da Atuação do Ministério Público na Defesa dos Direitos Fundamentais do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) foi empossada, na quarta-feira (03/04), em Brasília. A solenidade teve presença da ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), a qual esteve acompanhada da secretária nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, da SPM, Aparecida Gonçalves.

O órgão é um dos parceiros da campanha “Compromisso e Atitude pela Lei Maria da Penha – A Lei é mais forte” , coordenada pela SPM em parceria com o Ministério da Justiça. Por meio da comissão, o CNPM pretende estimular a articulação com os movimentos sociais no trabalho das promotorias e procuradorias especializadas na defesa dos direitos fundamentais.

A Comissão pretende estimular a interação entre o CNPM e os movimentos sociais organizados, por meio do acompanhamento da atuação das promotorias e procuradorias especializadas na defesa dos direitos fundamentais.

Na solenidade, o presidente da Comissão, conselheiro Jarbas Soares, reafirmou o compromisso com a dignidade da pessoa humana. “O Conselho Nacional se lança de forma perene, na sua mais bela página, a de atuar, em conjunto com os ministérios públicos e com os movimentos sociais, para promoção dos direitos fundamentais”.

O representante da coordenação do Movimento Nacional de População de Rua, Samuel Rodrigues, apontou que essa foi a primeira vez que o auditório do CNMP recebeu tantos integrantes dos movimentos sociais. “Todas as associações e instituições aqui presentes têm uma extensa pauta de reivindicações e apostam nesta comissão como espaço de apresentação de denúncias e articulação. Esse é um momento histórico para nós”, afirmou, discursando como representante de todos os 33 movimentos sociais presentes.

Dentre as autoridades, estiveram presentes as ministras Luiza Bairros (Igualdade Racial) e Maria do Rosário, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Carlos Ayres Britto, senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), a deputada federal Jô Moraes (PCdoB-MG) e o ministro do Superior Tribunal de Justiça, Sérgio Kukina. Pela sociedade civil, participaram representantes de movimentos ligados à defesa dos direitos dos povos indígenas, população negra, populações tradicionais (a exemplo de quilombolas e ciganos), catadores de materiais recicláveis, do movimento LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais), entre outros.

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