Pró-Eqüidade de Gênero avalia desempenho das empresas participantes da 2ª edição do programa
Reunião analisa ações para igualdade de gênero desenvolvidas por 38 empresas públicas e privadas
Reunião analisa ações para igualdade de gênero desenvolvidas por 38 empresas públicas e privadas
O desempenho das 38 empresas participantes da 2ª edição do Programa Pró-Eqüidade de Gênero biênio 2007/2008 será avaliado na próxima semana, dias 8 e 9, em Brasília. Essa é a penúltima etapa do programa para seleção das empresas que receberão, em março de 2009, o Selo Pró-Eqüidade de Gênero.
Durante os dois dias de trabalho, serão analisadas em conjunto as ações desenvolvidas pelas empresas, os resultados apurados pelo Comitê de Monitoramento e definidas as organizações que atenderam as metas estabelecidas nos planos de ação, formulados após a adesão ao programa. O cumprimento do plano de ação credencia a empresa a receber o Selo Pró-Eqüidade de Gênero - atributo que distingue a empresa como instituição comprometida com o combate à discriminação e a promoção da igualdade entre homens e mulheres no mundo do trabalho.
De acordo com Eunice Léa de Moraes, coordenadora na área de gênero e trabalho da Subsecretaria de Articulação Institucional da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), a reunião de avaliação de resultados é um dos pontos altos do programa. “Nessa fase, fazemos um mapeamento das boas práticas desenvolvidas pelas empresas e reiteramos a trajetória de sucesso do Pró-Eqüidade de Gênero de interiorizar uma política organizacional de valorização de homens e mulheres nas organizações. As empresas participantes têm respondido de forma positiva ao desafio proposto pela SPM e deixado uma marca inovadora nas relações de trabalho no Brasil, avalia Eunice Léa de Moraes.
Participam da avaliação a subsecretária de Articulação Institucional da SPM, Sônia Malheiros, e equipes técnicas da SPM, Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), Ministério Público do Trabalho (MPT), Organização Internacional do Trabalho (OIT), Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (Unifem) e Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM), membros do Comitê Ad Hoc, formado por integrantes de núcleos de estudos de gênero de universidades pública, e especialistas convidados.