‘Ação universal, já’ orienta debates da 17ª Conferência Internacional de Aids
Evento ocorre de 3 a 8 de agosto, na Cidade do México, com cerca de 30 mil participantes. Convocação evidencia a urgência na resposta contra o HIV/Aids no mundo
Evento ocorre de 3 a 8 de agosto, na Cidade do México, com cerca de 30 mil participantes. Convocação evidencia a urgência na resposta contra o HIV/Aids no mundo
Começa no dia 3 de agosto, na Cidade do México, a 17ª Conferência Internacional de Aids, promovida pela Sociedade Internacional de Aids. São esperados cerca de 30 mil participantes de todo mundo, entre eles cientistas, pesquisadores sociais, profissionais de saúde, autoridades governamentais, ativistas sociais e pessoas que vivem com HIV/aids.
Esse encontro é considerado o evento sobre aids mais importante do mundo, onde são apresentadas discussões dos diferentes desenvolvimentos científicos, programas e políticas que integram a resposta global ao HIV/aids.
A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) integra a comitiva brasileira com a assessora especial Stella Taquette e a gerente de projetos na área de saúde e gênero Elizabeth Saar. Há dois anos, o Brasil desenvolve políticas e ações no Sistema Único de Saúde (SUS) e na rede de equipamentos sociais para reduzir a infecção de mulheres ao HIV/aids através do Plano de Ação Integrada para Enfrentamento da Feminização da Aids e DST.
O tema “Ação universal, já dá o tom ao encontro e convoca os participantes para a urgência de medidas e soluções para enfrentamento à doença e suporte às pessoas que vivem com HIV/aids. A intenção é impulsionar a pesquisa científica e a investigação, fomentando ações individuais e coletivas, favorecendo o diálogo para promover a responsabilidade.
Além disso, o evento pretende atuar no fortalecimento dos sistemas de assistência sanitária, em países desfavorecidos; e promover a luta contra as injustiças sociais, como a pobreza, homofobia e discriminação sexual, que só contribuem para o aumento do risco de vulnerabilidade frente ao HIV. Segundo a organização, essas estratégias são fundamentais para uma resposta mundial ao HIV.
Com informações da Agência de Notícias da Aids e Unifem Brasil