Nilcéa Freire abre seminário que discutiu autonomia econômica das mulheres
Na ocasião, a SPM e o BNDES assinaram termo de compromisso ao Programa Pró-Eqüidade
Na ocasião, a SPM e o BNDES assinaram termo de compromisso ao Programa Pró-Eqüidade
A ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), Nilcéa Freire, e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, abriram na quarta-feira (02/04), o seminário “Trabalho, Empreendedorismo e Autonomia da Mulher. O objetivo do seminário é discutir o desenvolvimento de políticas públicas voltadas para o fortalecimento das atividades empreendedoras das mulheres, fundamentadas em uma visão estratégica de eqüidade de gênero.
Em seu discurso de abertura, a ministra destacou e agradeceu a parceria estabelecida com o BNDES para com a política de gênero e disse esperar que o Banco possa cooperar com a autonomia econômica das mulheres. Durante sua palestra, a ministra apresentou o Plano Nacional de Política para as Mulheres, que tem um dos capítulos dedicado à autonomia das mulheres no mercado de trabalho.
O presidente do Banco, Luciano Coutinho, disse que quando assumiu o cargo recebeu do presidente Lula a incumbência de “olhar pelos pequenos, procurando reparar as desigualdades. E uma dessas desigualdades é a de gênero. Ele também ressaltou o papel da mulher brasileira como “âncora da família, o que acaba por influir economicamente.
A abertura do seminário também contou com a presença do diretor da área de Inclusão Social e de Crédito, do Banco, Elvio Gaspar, e da secretária de estado de Assistência Social e Direitos Humanos, Benedita da Silva.
Pró-Eqüidade de Gênero – Na ocasião, a ministra e o presidente do Banco assinaram o termo de compromisso ao Programa Pró-Eqüidade de Gênero, que está na sua segunda edição (2007/2008). Nilcéa explicou que as empresas que conseguirem cumprir todas as etapas do programa vão receber o selo “Pró-Equidade de Gênero, que é um reconhecimento do seu “compromisso com as políticas de promoção da igualdade entre homens e mulheres.
Trinta e sete empresas, incluindo o BNDES, já aderiram ao Programa Pró-Eqüidade de Gênero. Fazem parte dessa segunda edição, empresas do setor público e privado.