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EDUCAÇÃO SUPERIOR
Instituições federais recebem Prêmio Jovem Cientista
Foto: Divulgação/CNPq
As universidades e os institutos federais estão entre os principais vencedores do 31º Prêmio Jovem Cientista, uma iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) que reconhece pesquisas inovadoras com impacto social e ambiental. Com o tema “Resposta às Mudanças Climáticas: Ciência, Tecnologia e Inovação como Aliadas”, a 31ª edição premiou trabalhos que apresentam soluções concretas para enfrentar as mudanças climáticas durante cerimônia ocorrida nessa quinta-feira, 26 de fevereiro, em Brasília. Os resultados são celebrados pelo Ministério da Educação (MEC), pois evidenciam a capacidade das instituições federais de transformar conhecimento acadêmico em respostas efetivas para a sociedade.
Na categoria Mestre e Doutor, o 1º lugar foi conquistado por Elizângela Santos, da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM). A pesquisadora foi reconhecida por estudo que propõe soluções inovadoras na área ambiental, destacando o protagonismo de universidades situadas fora dos grandes centros na produção científica de excelência.
Na mesma categoria, o 3º lugar ficou com Tauany Rodrigues, pesquisadora vinculada à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Além disso, a UFRJ recebeu prêmio na categoria Mérito Institucional – Ensino Superior, distinção concedida à instituição que mais se destacou na promoção da pesquisa entre seus estudantes, consolidando sua trajetória histórica na formação de quadros científicos para o país.
O Mérito Científico foi concedido à professora Ana Paula Melo, da Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc), em reconhecimento à trajetória acadêmica e à contribuição consistente de suas pesquisas para o enfrentamento dos desafios ambientais. O prêmio valoriza a produção científica de impacto e o papel das universidades federais na consolidação de lideranças acadêmicas.
Já o 1º lugar na categoria Estudante do Ensino Superior foi conquistado por Manuelle Pereira, estudante do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amapá (Ifap), enquanto o 2º lugar ficou com Isac Bezerra, discente do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE). As premiações destacam a vocação dos institutos federais para integrar ensino e tecnologia, ampliando oportunidades de produção científica desde a graduação.
Prêmio Jovem Cientista – Criado há mais de três décadas, o Prêmio Jovem Cientista é uma das mais tradicionais iniciativas de estímulo à pesquisa no país. Ao reconhecer estudantes, mestres, doutores e instituições, o prêmio destaca o ecossistema científico brasileiro e incentiva a permanência de talentos na carreira acadêmica. Para 2026, o CNPq já anunciou que o novo tema será “Inteligência Artificial para o Bem Comum”, ampliando o debate sobre o uso ético, e socialmente orientado, de tecnologias emergentes.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu)