O termo é usado pelos movimentos socioambientais em todo o mundo para mostrar que a crise climática não é um assunto que deve ser enfrentado apenas do ponto de vista ambiental e por meio de soluções tecnológicas, mas principalmente em termos éticos e políticos. Isso implica colocar a necessidade de inclusão e de equidade no centro da tomada de decisões sobre como fazer a mitigação e a adaptação às mudanças do clima.