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Ministros assinam documento que prevê quase 11 mil vagas em instituições para dependentes químicos

Publicado em 19/03/2019 20h06 Atualizado em 20/03/2019 11h04
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Ministros assinam documento que prevê quase 11 mil vagas em instituições para dependentes químicos. (Foto: Willian Meira - MMFDH).
Ministros assinam documento que prevê quase 11 mil vagas em instituições para dependentes químicos. (Foto: Willian Meira -  MMFDH)
Ministros assinam documento que prevê quase 11 mil vagas em instituições para dependentes químicos. (Foto: Willian Meira -  MMFDH)
Ministra Damares Alves, assina documento que prevê quase 11 mil vagas em instituições para dependentes químicos, em Brasília (DF). (Foto: Willian Meira -  MMFDH).
O ministro da Cidadania, Osmar Terra, assina documento que prevê quase 11 mil vagas em instituições para dependentes químicos, em Brasília (DF). (Foto: Willian Meira -  MMFDH).

“Neste ato, o Estado laico reconhece a importância das comunidades religiosas. Estamos construindo uma nova nação, isto é o retrato de um novo Brasil”. Com estas palavras, a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, iniciou discurso nesta terça-feira (19), durante a assinatura de documento que garante uma série de ações para qualificar, reconhecer e fiscalizar o trabalho das comunidades terapêuticas no território nacional.

Realizado sob a gestão do ministro da Cidadania, Osmar Terra, o evento ocorreu na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

Na oportunidade, as pastas assinaram contrato com 216 comunidades terapêuticas para ofertar tratamento gratuito em todo o Brasil. Com isso, o número de entidades contratadas chegará a 496. A quantidade de vagas passará de 6.609 mil para 10.883 mil ao custo de R$ 153,7 milhões por ano. As medidas são parte da nova estratégia do governo federal, visando à proteção da vida e da saúde com foco em prevenção, cuidados, tratamento e reinserção social de pessoas com dependência química.

Cidadania

O ministro da Cidadania, Osmar Terra, reconhece o trabalho das comunidades terapêuticas.

“Elas são decisivas para enfrentar a epidemia das drogas que destrói a nossa juventude, que causa a violência que o país vive e que está se propagando em uma escala gigantesca por falta de políticas adequadas nos governos passados. Agora, estamos vivendo uma nova etapa em que se consolidam programas, destinam-se recursos para as comunidades terapêuticas e os pacientes passam a ficar em um regime de abstinência assistida e voluntária. É um avanço importantíssimo”, certifica.

Ações para fortalecimento

Além de ampliar o volume de comunidades terapêuticas contratadas para proporcionar tratamento gratuito, os ministérios também lançaram, nesta terça-feira (19), o Cadastro Nacional para Credenciamento das Comunidades Terapêuticas e um Roteiro de Fiscalização das entidades.

Foram anunciadas, ainda, ações de capacitação para profissionais das comunidades terapêuticas, além do lançamento do Selo de Qualidade para Cursos Externos de Capacitação e do curso EaD de Capacitação de Monitores e Profissionais das Comunidades Terapêuticas (Compacta), por meio de parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) para mais de dois mil profissionais.

Com informações da Ascom do Ministério da Cidadania

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