Notícias

Instituído grupo de trabalho que visa prevenir suicídios e automutilação

Publicado em 22/03/2019 18h32

Publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (21), a Portaria nº 107 instituiu o “Grupo de Trabalho de Valorização da Vida e Prevenção da Violência Autoprovocada por Crianças, Adolescentes e Jovens”, no âmbito do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH).

No contexto das propostas, a ministra Damares Alves ressalta que campanha nacional com o tema integra as ações prioritárias dos 100 dias de governo. “Tal meta tem como escopo a atuação governamental no sentido da conscientização e disseminação de informações, visando à prevenção da automutilação e do suicídio”, afirma.

A titular do MMFDH acrescenta que “o tema do suicídio e da automutilação, especialmente entre os jovens, tornou-se uma questão mundial nos dias atuais, desafiando todos os países do mundo independente de cultura, política ou aspectos econômicos”.

Finalidade

Para o coordenador-geral do GT, Marcel Edvar Simões, “o objetivo consiste em somar esforços e trazer as famílias das vítimas para o centro da discussão, pois, segundo especialistas, questões familiares estão entre as maiores causas do problema, sendo ainda o fator crítico para sucesso na recuperação.”

O representante da Secretaria Nacional da Família (SNF/MMFDH) destaca, ainda, que além da ótica familiar, as ações do ministério visam a valorização do sentido da vida, a partir da promoção de ações e busca de tratamentos nessas vertentes.

“O grupo visa também ser uma via de mão dupla, subsidiando ações tanto do Ministério da Saúde quanto de outros órgãos que trabalhem com o tema. Nas ações do Grupo, além das questões técnicas, serão avaliadas ainda outras experiências mundiais de prevenção ao suicídio e automutilação”, completa.

Grupo

A Portaria nº 107 dispõe que os membros e titulares dos órgãos e entidades participantes do GT devem atuar com celeridade, eficiência e em caráter imediato nas ações prioritárias definidas em reunião.

Com duração inicial de um ano, o grupo deve apresentar relatórios das suas atividades à ministra de Estado da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, a cada 90 dias.

A participação no Grupo de Trabalho é considerada prestação de serviço público relevante, não remunerada e voluntária.

Reportar erro