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Governo do Brasil

Mancha no litoral

Ações do Governo Federal

Comprometido com o meio ambiente e com o patrimônio nacional, o governo brasileiro trabalha de maneira ostensiva no monitoramento, limpeza e apuração de responsabilidades relativas ao vazamento de óleo no litoral nordestino.

Para conter os danos causados pelas manchas, órgãos federais se uniram em um esforço que conta com a valiosa ajuda da Marinha, Defesa Civil, Polícia Federal, ANA, ICMBio, Ibama, ANP, Petrobras, Exército Brasileiro, Força Aérea, Universidades Federais e órgãos estaduais e municipais que trabalham sem parar com objetivo de devolver ao Brasil uma costa marítima limpa e sem nenhum resíduo.

O que foi feito até agora

Durante quase dois meses, 1.027 toneladas de resíduos foram coletadas em uma faixa de 2.5 mil quilômetros da costa brasileira. Além disso, 48 organizações militares, 10 navios, 7 aviões e 6 helicópteros atuam diariamente no monitoramento, limpeza e análises das manchas nas praias do litoral nordestino.

Aeronaves da FAB já realizaram mais de 60 horas de voo, e o governo também acionou o Plano Nacional de Contingência para Incidentes de Poluição por Óleo em Águas sob Jurisdição Nacional (PNC). Para os voluntários que atuam na limpeza das praias, o Ministério do Desenvolvimento Regional disponibilizará Equipamentos de Proteção Individual (EPI). Nesse período, o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) também anunciou a liberação de R$ 2,58 milhões para o estado de Sergipe.

Toda a avaliação de impacto ambiental, a orientação sobre o descarte de resíduos e a definição sobre prazos de limpeza estão sob responsabilidade do Ibama. O GAA - Grupo de Acompanhamento e Avaliação, composto pelo Ibama, Agência Nacional do Petróleo (ANP) e Marinha, vem realizando ações para a retirada do óleo encontrado nas praias. As investigações estão sendo conduzidas pela Marinha e Polícia Federal.

O governo
está 100% comprometido com as ações para solucionar os danos causados pelas manchas
de óleo

Quando o governo começou a agir

Desde 2 de setembro, o governo brasileiro vem atuando de maneira integrada e ininterrupta para conter os danos causados pelo derramamento de óleo no litoral nordestino. Nenhum esforço foi poupado para intensificar as ações de monitoramento e limpeza das praias atingidas.
Militares com luvas e pás retirando manchas de óleo da praia Servidores do Ibama e Militares trabalhando juntos na limpeza da praia

Números

  • 3.919 Empregados,
    e servidores
  • 1.027 Toneladas de
    resíduo recolhido
  • 48 Organizações
    Militares
  • 10 Navios
  • 7 Aviões
  • 6 Helicópteros

Destaques

Acompanhe a atuação das equipes

Equipes de diversos órgãos atuam de maneira conjunta para minimizar os danos causados pelo derramamento de óleo na costa brasileira. Como é necessário neste tipo de acidente ecológico, colocamos em prática o Plano Nacional de Contingência para Incidentes de Poluição por Óleo em Águas (PNC). Todas as ações são coordenadas entre órgãos como Defesa Civil, Polícia Federal, ANA, ICMBio, Ibama, ANP, Petrobras, Marinha, Exército Brasileiro, Força Aérea, Universidades Federais e órgãos estaduais e municipais, entre outros.


Possíveis causas

A origem desse acidente ambiental ainda é desconhecida. Investigações sigilosas sobre as possíveis causas estão sendo conduzidas pela Marinha, enquanto a investigação criminal é objeto da Polícia Federal. Análises preliminares da Petrobras indicam que foram encontradas amostras com a mesma “assinatura” do óleo da Venezuela. Quanto ao local onde surgiu o derramamento, é provável que seja em uma área entre 600 km e 700 km da costa brasileira.
Grande mancha de óleo retirada do mar Manchas de óleo sendo removidas da areia Manchas de óleo sendo removidas da praia

FAQ Perguntas e respostas

Muito tem se falado sobre as manchas que apareceram no litoral do Nordeste. As dúvidas são frequentes e disseminar as informações corretas também é uma forma de ajudar. O que provocou o acidente ambiental que causou as manchas? Qual a extensão do prejuízo ao meio ambiente? Quais as ações do governo para enfrentar o problema? Como estão atuando os voluntários? Confira as perguntas mais frequentes.