Gestão da Competitividade

Publicado em 01/07/2021 12h16 Atualizado em 05/07/2021 17h42

"Tornar-se Líder da América Latina em Infraestrutura de Transportes"

 

VISÃO ESTRATÉGICA 

A Visão Estratégica é a idealização de um futuro desejado. Deve ser expressa de forma sucinta, inspiradora, pois deve sensibilizar as pessoas que atuam na organização, assegurando a sua mobilização e alinhamento aos temas estratégicos do Ministério. 

A Visão expressa no Mapa Estratégico 2019-2022 colocou a competitividade no centro da Estratégia Ministerial. 

Para monitorar o alcance da Visão utiliza-se o indicador:

Posição no Ranking da América Latina e Caribe no Subíndice de Infraestrutura do Índice de Competitividade Global (GCI) do Fórum Econômico Mundial (WEF) 

 

O ÍNDICE DE COMPETITIVIDADE GLOBAL 

O Índice de Competitividade Global (CGI, sigla do nome em inglês) é elaborado pelo Fórum Econômico Mundial anualmente. A última edição completa do Índice foi divulgada em 2019. Em 2020, por conta da pandemia de COVID-19, o Relatório de Competitividade Global foi adaptado para tratar da recuperação mundial após a pandemia. 

Na Edição 2019, o Brasil figurou na 71ª posição entre 141 países, considerando todos os pilares. Considerando o pilar de todas as Infraestruturas, sua posição foi 78º, conforme figura abaixo: 

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Perfil do Brasil no Relatório de Competitividade Global de 2019.

O Pilar de Infraestrutura se subdivide em 2 Subíndices: 

  • Infraestrutura de Transportes
  • Infraestrutura Utilitária (Energia e Abastecimento de Água)

Quando da elaboração do Planejamento Estratégico, o relatório do GCI de 2018 trazia o Brasil na 85ª posição mundial e na 9ª posição entre os países da América Latina e Caribe no subíndice de Infraestrutura de Transportes. No relatório de 2019, o Brasil avançou para a 8ª posição, conforme figura abaixo:

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O Subíndice de Infraestrutura de Transportes é composto de 8 indicadores, agrupados 2 a 2 pelos 4 modos de transportes. Abaixo, a posição do Brasil na América Latina em 2019, considerando cada indicador de forma isolada.

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O SUBÍNDICE DE INFRAESTRUTURA DE TRANPORTES 

Na figura abaixo, encontra-se a estrutura analítica do Subíndice de Infraestrutura de Transportes, contendo a visão hierárquica de seus subcomponentes e os atributos que são levados em conta na avaliação de cada indicador. A figura apresenta também a evolução da posição do Brasil no ranking da América Latina para cada elemento.

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A figura demonstra que metade dos 8 indicadores é baseada em aspectos objetivos e a outra metade é baseada em Pesquisa de Percepção. 

Desde 2019, são promovidos encontros com áreas técnicas do Ministério, com o apoio da Fundação Dom Cabral, para melhor entendimento dos indicadores e elaboração de iniciativas estratégicas para avanço nos mesmos.

 

A PESQUISA DE PERCEPÇÃO COM EMPRESÁRIOS DO FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL 

Conforme mencionado na seção anterior, os indicadores que compõem o Índice de Competitividade Global são apurados em parte com base em fontes objetivas e em parte com base em pesquisa com empresários. Considerando o GCI como um todo, 30% do resultado possui como fonte a pesquisa com empresários. Se considerarmos apenas o Subíndice de Infraestrutura de Transportes, esse percentual sobre para 50% do resultado.

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A referida pesquisa com Empresários é aplicada no Brasil pela Fundação Dom Cabral, parceira do Fórum Econômico Mundial. 

A amostra da pesquisa equilibra os setores de atividade e o porte das empresas, conforme figura abaixo. 

No ano de 2019, o número de respondentes no Brasil foi de cerca de 150 empresários. Em 2020, esse número passou para 296, após realização de campanha de engajamento pelo Ministério da Infraestrutura. Dessa forma, o Brasil figurou como 2º país com mais respondentes à pesquisa no mundo em 2020.

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Requisitos da Amostra. Fonte: WEF Estatísticas da Pesquisa de Opinião com Empresários de 2020

A pesquisa aborda questões dos diversos pilares da competitividade. No que tange ao Subíndice de Infraestrutura de Transportes, são realizadas as seguintes perguntas, sendo que as notas são dadas numa escala de 1 a 7, sendo 1 - entre as piores do mundo e 7 - entre as melhores do mundo:

  • No seu país, como avalia a qualidade (extensão e estado) das infraestruturas de transporte no que se refere aos seguintes pontos:
    • Estradas.
  • No seu país, quão eficientes (por exemplo, em termos de frequência, pontualidade, rapidez, preço) são os seguintes serviços de transporte:
    • Transporte Ferroviário;
    • Serviços Aéreos;
    • Serviços de portos marítimos (para os países sem litoral: avalie o acesso aos portos marítimos).

 

A figura abaixo sintetiza os atributos de eficiência e qualidade avaliados pelo Fórum Econômico Mundial, por modo de transporte:

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Como mencionado anteriormente, o Fórum Econômico Mundial não divulgou o Índice de Competitividade Global em 2020 por causa da dificuldade de apuração dos indicadores em vários países, em decorrência da pandemia de COVID-19. No entanto, por ocasião da realização do 2º Seminário de Competitividade do Setor de Infraestrutura, organizado pelo Ministério da Infraestrutura em parceria com a Fundação Dom Cabral, o Fórum Econômico Mundial revelou para o Brasil, a pedido da Fundação Dom Cabral, a apuração dos quatro indicadores do Subíndice de Infraestrutura de Transportes baseados na pesquisa de percepção. A figura abaixo apresenta a variação na posição global do Brasil entre 2019 e 2020 para cada indicador baseado na pesquisa de percepção, comparando com a média dos países da América Latina:

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PESQUISA DE EXPECTATIVAS SOBRE O SETOR DE INFRAESTRUTURA 

Considerando que os indicadores apurados na Pesquisa de Percepção com Empresários não permitem um detalhamento dos resultados ao nível dos atributos avaliados em cada um, o Ministério realizou, por meio da Ouvidoria, a Pesquisa de Expectativas Sobre Infraestrutura de Transportes visando apoiar a alta gestão do MInfra a identificar as ações de maior relevância em termos de impacto na percepção dos empresários. 

A pesquisa foi associada à realização do Seminário de Competitividade do Setor de Infraestrutura, com edições realizadas desde 2019, contribuindo com dados para os debates nos painéis do evento. 

Os resultados da pesquisa podem ser encontrados na figura abaixo. Para navegar pelos resultados, clique na figura:

 

SEMINÁRIO DE COMPETITIVIDADE DO SETOR DE INFRAESTRUTURA 

Com o objetivo de avaliar os resultados e promover debates para o desenvolvimento de estratégias para promover o alcance da sua visão estratégica, o Ministério da Infraestrutura promoveu, em parceria com a Fundação Dom Cabral, o Seminário de Competitividade do Setor de Infraestrutura. 

A primeira edição ocorreu em 09/Out/2019 e reuniu mais de 500 participantes no Auditório do DNIT. O evento marcou o lançamento mundial do Relatório de Competitividade Global 2019 do Fórum Econômico Mundial no Brasil, além de ter contado com 3 painéis que debateram diversas perspectivas da competitividade no setor de Infraestrutura. Saiba mais aqui sobre o 1º Seminário. Veja abaixo o vídeo sobre o evento:

Em 2020, ocorreu a 2ª edição do Seminário, entre os dias 18 e 20 de novembro, conforme programação abaixo:

Quarta-feira - 18/11
11h – 12h30: Painel – Resultados GCI 2020 e a agenda para a competitividade de transportes no Brasil (assista o vídeo)
15h – 16h30: Painel – Estratégia para aumento da competitividade dos transportes terrestres (assista o vídeo)
18h – 19h: Painel – A agenda de competitividade dos aviação civil brasileira: histórico e próximos passos (assista o vídeo)

Quinta-feira - 19/11
11h – 12h30: Painel – Avanços e desafios para aumento da competitividade do setor portuário (assista o vídeo)
15h – 16h30: Painel – O futuro da infraestrutura de transportes brasileiros (participação do ministro Tarcísio Gomes de Freitas) (assista o vídeo)

Sexta-feira – 20/11
11h – 12h30: Painel – Regulação e competitividade nos transportes (assista o vídeo

Abaixo, o vídeo da abertura do 2º Seminário e ouça o podcast sobre o tema no canal do Ministério da Infraestrutura: 

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Competitividade e Infraestrutura

CAMPANHA DE COMUNICAÇÃO PARA A COMPETITIVIDADE 

Tendo em vista a relevância dos indicadores baseados em percepção do empresariado nos resultados da competitividade e o descolamento dos resultados desses indicadores subjetivos em relação aos objetivos, foi realizada em 2020 a 1ª Campanha de Comunicação para a Competitividade junto ao empresariado, durante o período de aplicação da pesquisa.

OBJETIVOS PRIMÁRIOS:

  • Conscientizar, por meio de uma estratégia de comunicação integrada, os respondentes da pesquisa sobre o desvio entre avaliação objetiva e subjetiva e as consequências desse desvio;
  • Engajar o empresariado na pesquisa, aumentando o número de respondentes. 

OBJETIVOS SECUNDÁRIOS

  • Criar canais de comunicação direta com o público-alvo
  • Criar editorial voltado à agenda da competitividade
  • Aumentar as interações com o público-alvo (empresários que respondem a pesquisa)
  • Criar a cultura da competitividade no corpo técnico e gerencial do órgão e potencializar a atuação do mesmo como disseminadores das ações do Ministério com impacto nessa agenda 

AÇÕES DE COMUNICAÇAO

Dessa forma, o Ministério empreendeu uma série de ações de comunicação para atendimento desse objetivo: 

  1. Incremento de mailing
  2. Criação de Newsletter
  3. Vídeo do Ministro com mensagem para os empresários
  4. Vídeo nos displays de aeroportos da Infraero 
  5. Evento com empresários 

Confira abaixo algumas ações de destaque:

Boletim Brasil + Competitivo - Jul/2021

Boletim Brasil + Competitivo - Abr/2021

 

 

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Newsletters Brasil + Competitivo

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Mensagem do Ministro a Empresários

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Evento com Empresários membros do MBC

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Vídeos em Displays de Aeroportos da Infraero