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SECRETARIA DE PORTOS

Publicado em 13/01/2015 19h52 Atualizado em 25/10/2018 20h19

 

  • Atualização da estrutura de governança de gestão e operação do escoamento da safra: novos atores públicos e privados devem ser integrados ao esforço safra, reforçando o papel da Autoridade Portuária na coordenação local da operação.
  • Aperfeiçoamento das normas que regulamentam o processo de agendamento para acesso ao Porto de Santos.
  • Aperfeiçoamento do processo de fiscalização de cumprimento do agendamento, associado ao reforço das equipes dos órgãos competentes.
  • Credenciamento, pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), de um novo pátio de triagem de caminhões graneleiros que se destinam ao Porto.
  • Introdução, em fase experimental, do novo sistema de agendamento e sequenciamento de caminhões, denominado PORTOLOG, ferramenta que faz parte do projeto “Cadeia Logística Portuária Inteligente” que contempla 12 portos públicos: Santos (projeto Piloto), Santarém, Itaqui, Pecém, Fortaleza, Suape, Aratu, Vitória, Rio de Janeiro, Itaguaí, Paranaguá e Rio Grande.

PORTOLOG

O novo sistema de agendamento e sequenciamento de caminhões (PORTOLOG) já está em uso pelos terminais graneleiros do Porto de Santos, em escala reduzida, e futuramente substituirá o atual sistema de agendamento (SGTC), trazendo aprimoramentos em relação ao SGTC, diferenciando-se deste por conter funcionalidades avançadas que permitirão à Autoridade Portuária antecipar as informações sobre o volume de caminhões que se dirigem ao Porto, permitindo o melhor planejamento das operações e o tratamento de situações de contingência.

No que se refere aos outros portos por onde escoará parte da safra destinada à exportação, não se verifica as mesmas condições apresentadas no caso do Porto de Santos, pois os números de veículos são relativamente menores e, no caso do Porto de Paranaguá, segundo do país em escoamento de soja, já existe há mais de dez anos um sistema de agendamento que tem funcionado de modo eficiente.

Já os portos do chamado Arco Norte, tanto públicos, quanto os Terminais de Uso Privado, dispõem no seu conjunto de plena capacidade, em torno de 100 milhões toneladas, para movimentar o volume de grãos previsto para escoar por aqueles portos.

Ainda em relação à capacidade de movimentação e operação portuária, há que se destacar os investimentos em infraestrutura e acessos portuários, cujos reflexos são melhorias para o escoamento da soja destinada à exportação, a partir de 2015. São medidas que compreendem desde a alteração da poligonal do Porto de Vila do Conde; até a implantação do TEGRAM no porto de Itaqui e a autorização para implantação de Terminais de Uso Privado no Arco Norte, perfazendo um total de R$ 1 bilhão em investimentos, aumentando a capacidade de escoamento de granéis vegetais em 23 milhões de ton/ano.