<T->
           Histria
           Viver e Aprender
           #,a srie 
           Elian Alabi Lucci
           Anselmo Lazaro Branco

<F->
   Impresso braille em volume 
   nico, da 1 edio, 
   2001, da editora Saraiva.
<F+>

           Volume nico
           
           Ministrio da Educao 
           Instituto Benjamin Constant
           Diviso de Imprensa Braille
           Av. Pasteur, 350/368 -- Urca
           22290-240 Rio de Janeiro
           RJ -- Brasil
          Tel.: (0xx21) 3478-4400
          Fax (0xx21) 3478-4444
          ~,http:www.ibc.gov.br~,
          E-mail: ~,ibc@ibc.gov.br~, 
          -- 2003 --
<P>
           Superviso Editorial:
           Jos Lino Fruet
           Editora: 
           Emlia Noriko Ohno
           Assistentes editoriais:
           Ana Paula Piccoli e
           Ana Paula Figueiredo
           Reviso:
           Fernanda Almeida Umile 
           Ivana Alves Costa
           Ilustraes:
           Eli Len e Joo Anselmo
  
           ISBN 85-02-03459-6

           Todos os direitos reservados
           Editora Saraiva
           Av. Marqus de So Vicente, 
           1697 -- Barra Funda
           01139-904 So Paulo 
           SP -- Brasil           
           Fone: (0xx11) 3613-3000
           Fax: (0xx11) 3611-3308
<F->
e-mail: ~,atendprof.didatico@~
  editorasaraiva.com.br~,
~,www.editorasaraiva.com.br~,
<F+>

<P>
                               I
Nota Oficial da Comisso
 Brasileira do Braille (CBB) 

  A transcrio desta obra est de acordo com a "Grafia Braille para a Lngua Portuguesa -- Braille Integral", constante da publicao CDU 376.#ceb, editada em tinta e em braille pelo Ministrio da Educao e aprovada pela Portaria Ministerial n.o 2678, de 24 de setembro de 2002, com vigncia a partir de 01 de janeiro de 2003.
  O referido documento foi elaborado pela Comisso Brasileira do Braille e pela Comisso de Braille de Portugal aps prolongados e criteriosos estudos tcnicos.
  No final desta nota voc encontrar uma listagem com smbolos estabelecidos pela "Grafia".
  A maioria deles j  do seu conhecimento, mas existem alteraes e alguns smbolos novos.
<P>
  As alteraes e a adoo de novos smbolos basearam-se principalmente nos seguintes critrios:

<R+>
 1. Ajustar a grafia bsica a novas necessidades da representao braille.
 2. Adequar a escrita braille s modificaes realizadas nas representaes grficas decorrentes do avano cientfico e tecnolgico e do emprego cada vez mais freqente da Informtica.
 3. Evitar a duplicidade de representao de smbolos 
  braille.
 4. Ajustar a grafia bsica, considerando o "Cdigo Matemtico Unificado" (CMU), adotado no Brasil desde 1997.
 5. Garantir a qualidade da transcrio de textos para o Sistema Braille, especialmente dos livros didticos.
<P>
                            III
 6. Favorecer o intercmbio entre pessoas cegas e instituies de diferentes pases de Lngua
  Oficial Portuguesa.
 7. Atender s recomendaes da Unio Mundial de Cegos (UMC) e da UNESCO quanto  unificao das grafias por grupos lingsticos.
<R->
  Em caso de dvida, voc poder consultar a "Grafia Braille para a Lngua Portuguesa", em cujo texto encontrar todos os smbolos adotados, as respectivas normas de aplicao e diversos exemplos ilustrativos.
  A seguir, listagem de smbolos adotados pela "Grafia". O nmero entre parnteses que acompanha um smbolo novo ou alterado indica o pargrafo da "Grafia" em que se estabelece a sua norma de aplicao.
<P>
<R+>
 , vrgula
 ; ponto-e-vrgula
 : dois-pontos
 ' ponto (32); apstrofo 
 ? ponto de interrogao
 ! ponto de exclamao
 ''' reticncias
 - hfen ou trao de unio
 -- travesso
  crculo
 `( `) ou ( ) abre e fecha parnteses (35)
 `[ `] ou [ ] abre e fecha colchetes (35)
 " abre e fecha aspas, vrgulas altas ou comas (36)
 " abre e fecha aspas angulares (36)
 $" abre e fecha outras variantes de aspas 
(aspas simples, por exemplo) (36)
 * asterisco 
 & "e" comercial (39)
 / barra (40)
 | barra vertical (40)
 :> seta para a direita
 <: seta para a esquerda
 <:> seta de duplo sentido
                               V
  Euro (18.1)
 $ cifro
 % por cento
  por mil
  pargrafo(s) jurdico(s)
 + mais
 - menos
  multiplicado por
  dividido por, trao de frao (17)
 = igual a
 ~ trao de frao (17)
 o maior que
  menor que
  grau(s)
  minuto(s)
  segundo(s)
 { sinal de maiscula
 {{ sinal de maiscula em todas as letras da palavra
 :{{ sinal de srie de palavras com todas as letras maisculas
 ~ sinal de minscula latina; sinal especial de translineao de expresses matemticas 
(22.1)
 $ sinal restituidor do significado original de um smbolo 
  braille (42)
 # sinal de nmero
  sinal de expoente ou ndice superior
  sinal de ndice inferior
 * sinal de itlico, negrito ou sublinhado (30)
 ~: sinal de transpaginao (55)
 @ arroba (apndice 1`
 ~, sinal delimitador de contexto informtico (apndice 1`
<R->
<P>
                            VII
<F->
Dados Internacionais de Cata-
  logao na Publicao (CIP)
(Cmara Brasileira do Livro,
  SP, Brasil)

Lucci, Elian Alabi, 1943-
  Viver e aprender histria, 1 
srie / Elian Alabi Lucci, 
Anselmo Lazaro Branco. -- 1. 
ed. -- So Paulo : Saraiva,
2001. -- (Viver e apren-
der ; 1)
  Edio no-consumvel.
  Suplementado por manual do 
professor.
ISBN 85-02-03459-6 (alu-
no) -- ISBN 85-02-03460-x 
(professor)
 
  1. Histria (Ensino fun-
damental) I. Branco, Anselmo 
Lazaro. II. Ttulo. III. 
srie.

01-1835          CDD-372`.89
<F+>

<P>
ndices para catlogo 
  sistemtico:

1. Histria : Ensino funda-
  mental 372`.89

<P>
                             IX
Caro aluno,

  Desde o seu nascimento voc convive com pessoas e faz muitas descobertas.
  Certamente j viveu muitas histrias!
  Sua prpria vida  uma histria e, a cada dia, voc constri um pedacinho dela.
  Escrevemos este livro de histria, pensando em criar um espao para voc falar sobre sua vida, seus
sentimentos, suas opinies. Propomos um trabalho dinmico para que voc,
com o professor e os colegas, possa tambm conhecer outros modos de vida e outras opinies. Alm disso,
conhecer o mundo ao seu redor e histrias de pessoas que, como voc, tambm fazem histria.
  Um bom ano, repleto de novas histrias!

Os autores
<P>
<P>
                             XI
Seu Livro em Braille

  Este  o livro utilizado em sua classe, produzido em braille para voc. Ele contm as mesmas informaes que esto no livro do seu colega, porm, enquanto o livro comum apresenta ilustraes, cores e tamanhos variados de letras (grandes, pequenas, arredondadas, retas, inclinadas, ligadas umas s outras, separadas), o seu livro em braille apresenta descries substituindo ilustraes e, em 
muitos casos, figuras so explicadas, procurando fazer voc compreender o que elas representam.
     
Dicas para estudar no seu livro
  em braille   

  1 -- As pginas mpares deste livro apresentam duas numeraes na primeira linha: a que fica  direita  a do prprio livro em braille e a que est  esquerda  a do livro comum. Por esta, voc pode se localizar, de acordo com a orientao do professor, ou quando estiver estudando com outros colegas.

  2 -- Em alguns momentos, voc precisar contar com a colaborao de algum; por isto, foi colocada a frase "pea orientao ao professor" para sugerir que voc solicite informaes ou esclarecimentos a seu professor.

  3 -- Sempre que voc encontrar nos textos alguma informao visual e tiver dvida, pergunte a seu professor ou a outra pessoa capaz de esclarec-lo.

  4 -- Quando voc encontrar o sinal _ e, depois dele, uma frase terminada pelo sinal _ saiba que se trata de uma explicao especial chamada "nota de transcrio", empregada nos livros em braille.

<P>
                           XIII
  5 -- Leia com ateno a Nota Oficial da Comisso Brasileira do Braille, na pgina I. Ela informar voc sobre algumas alteraes dos sinais braille, em vigncia a partir de janeiro de 2003, facilitando, assim, a leitura dos textos.

  Tire o melhor proveito deste livro e procure conserv-lo. Ele  uma fonte permanente de consulta.

<P>
<P>
                             XV
<F->
Sumrio 

Unidade 1 -- Voc

Quem  Voc :::::::::::::: 3
Como Voc Era e 
  Como Voc  :::::::::::: 8
O Que Voc Faz 
  Todo Dia :::::::::::::::: 13
O Seu Jeito de Ser :::::: 16
O Que Voc Sente :::::::: 20

Unidade 2 -- Voc e 
  Sua Famlia 

Como  a Sua Famlia :::: 26
Convivendo Com os 
  Idosos ::::::::::::::::::: 31
Atividades da Famlia ::::: 34
O Trabalho no Lar --
  Como Era Antes e 
  Como  Hoje :::::::::::: 35
O Dia-a-Dia da 
  Famlia :::::::::::::::::: 37

<P>
Unidade 3 -- Voc e 
  Sua Casa 

De Quem So as 
  Casas :::::::::::::::::::: 47
As Casas e Suas 
  Histrias :::::::::::::::: 51
A Casa do Passado e a 
  Casa do Presente :::::::: 53

Unidade 4 -- Voc e 
  Sua Escola 

A Histria da Escola ::::: 66
O Ensino Ontem 
  e Hoje ::::::::::::::::::: 67
Criando e Transformando 
  Normas ::::::::::::::::::: 70

Unidade 5 -- O Seu Tempo 
  e Outros Tempos 

O Que  o Tempo ::::::::: 78
Medindo o Tempo ::::::::::: 80 
O Tempo na Escola :::::::: 85 
A Natureza Ajuda a 
  Medir o Tempo ::::::::::: 88
O Tempo na Histria :::::: 92
<F+>
<Thist. v. apren. 1>
<T+1>
Unidade 1

Voc

<R+>
s vezes nem eu mesmo
 sei quem sou. 
 s vezes sou 
 "o meu queridinho", 
 s vezes sou 
 "moleque malcriado". 
 (...) 

 Mas o que importa
 o que pensam de mim?
 Eu sou quem sou,
 eu sou eu,
 sou assim,
 sou menino.

Pedro Bandeira. *Cavalgando o arco-ris*. So Paulo, Moderna, 1984. p. 10-11 
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<6>
<P>
Para comear

  Para voc e seus colegas se conhecerem melhor, que tal uma brincadeira? No
ptio da escola, formem uma roda. Vocs tambm vo precisar de uma bola. O professor
sorteia um aluno, que ir at o centro da roda e contar um pouco da sua histria,
dizendo, por exemplo, onde nasceu, como se chamam seus pais e amigos, onde mora, o que costuma fazer
quando est na escola etc. Depois disso, o aluno fala o nome de um colega e
joga bola para ele. O aluno que pegou a bola vai ao centro da roda e conta a
sua histria. A brincadeira continua at que todos tenham participado.

<R+>
_`[{desenho mostrando uma roda de crianas. Descrio a seguir_`]
<R->
  No centro da roda h uma aluna, com uma bola, dizendo: "Eu me chamo Tnia Abreu. Meus pais 
<P>
disseram que eu nasci em uma cidade chamada Tatu".

               oooooooooooo

<7>
Quem  Voc

  No mundo vivem muitas pessoas, mas nenhuma  igual  outra. Cada pessoa
tem caractersticas prprias, que a tornam diferente das outras, como seu jeito de ser, seus gostos
e seu modo de fazer as coisas.
  Observe esta ilustrao:

<R+>
_`[{ilustrao mostrando dez crianas brincando. Descrio a seguir_`]
<R->
  As crianas esto brincando num campinho: trs meninos brincam no balano,
dois soltam pipa, dois brigam porque querem o mesmo caminho, uma menina
brinca de casinha e duas brincam com trs bonecas. Uma das meninas empresta a boneca 
<P>
que est sobrando para a que no tem boneca.

<R+>
1 Converse com seus colegas sobre a imagem. O que voc acha que as crianas esto 
fazendo? Se duas crianas quiserem o mesmo brinquedo, como devem agir? Isso j aconteceu
com voc? Como foi?
<R->

<8>
  Todas as coisas, as plantas e os animais tm nome. As pessoas tm nome e 
sobrenome. Voc tambm tem um nome e, alm disso, possui suas caractersticas,
seus gostos e seu modo de fazer as coisas. Tudo isso faz de voc uma pessoa 
diferente das outras.

<R+>
2 Complete as frases com suas *informaes pessoais*. Se precisar, pea ajuda 
a algum de sua famlia.
 a) Meu nome completo  .....
 b) Eu tenho ..... anos.
 c) Eu nasci no dia ..... do ms de ..... do ano de .....
 d) Minha me nasceu no dia ..... do ms de ..... do ano de .....
 e) Meu pai nasceu no dia ..... do ms de ..... do ano de .....

3 Onde voc nasceu? Destaque o quadradinho.
 y No hospital.
 y Em casa.
 y Em outro lugar.
<R->

  Se voc respondeu "em outro lugar", escreva o nome dele: .....

<9>
<R+>
4 Em que cidade voc nasceu? Monte o nome dela com letras recortadas de jornais
ou revistas.
<R->

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

  Voc sabia que os nomes das pessoas costumam ter um significado? Veja alguns exemplos:
<P>
<R+>
  Jaci (origem tupi) -- modificao de Jacira; significa o mel da Lua ou Lua de mel.
 Neusa (origem grega) -- a que nada, nadadora.
 Carlos (origem germnica) -- homem de muita fora.
 Soraia (origem persa) -- sete luzes.
 Marcos (origem latina) -- derivado de *Mars*, Marte; significa guerreiro.

5 Agora, vamos conhecer um pouco da histria do seu nome. Pea ajuda a seus pais ou a um adulto de sua famlia.
 a) Quem escolheu o seu nome?
 b) Ele foi escolhido antes de voc nascer ou logo depois?
 c) Por que ele foi escolhido?
<10> 
 d) Qual o significado do seu nome?

<P>
6 Como voc observou, todo nome tem uma histria. Converse com seus colegas 
e procurem saber por que  importante ter um nome.
 7 Vamos fazer um quebra-cabea? Cole uma foto sua, ou uma cpia da foto, num
pedao de cartolina ou papel duro. Recorte a cartolina ou o papel em vrias 
partes, como mostram os desenhos:
<R->

  Agora, misture as peas do quebra-cabea de sua foto e monte-o.
  Depois, misture novamente as peas, mas desta vez com as de alguns colegas.
  Cada um dever procurar as partes de sua foto e mont-la o mais rpido possvel.

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

               oooooooooooo

Como Voc Era e Como Voc 

  Quando as pessoas nascem, elas so bem pequenas e no podem se cuidar sozinhas.
<11>
  Quando voc nasceu, tambm precisou de algum que o alimentasse, que 
trocasse suas fraldas, que lhe desse banho, enfim, que cuidasse de voc.

<R+>
1 Observe uma foto de quando voc era beb ou converse com algum de sua 
famlia. Depois, desenhe voc naquela poca. Se preferir, cole sua foto.
<R->

<F->
!::::::::::::::::::::::::::::
l                            _
l                            _
l                            _
l                            _
l                            _
l                            _
l                            _
l  Eu era assim quando ti-  _
l  nha ..... de vida.        _
h::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>
<L>
<12>
  A fotografia  um dos meios pelos quais podemos conhecer nossa histria. 
Ela  um documento, assim como o registro de maternidade, a certido de 
nascimento, a caderneta de vacinao, os vdeos etc. 
  Os documentos podem ser escritos, visuais ou orais. Alm deles os objetos 
revelam muitas coisas de nossa histria. 

<R+>
_`[{duas fotos. A primeira mostra uma certido de nascimento e a segunda,
uma caderneta de vacinao_`]

2 Pergunte a algum de sua famlia quais documentos escritos voc possui:
 y Registro de maternidade.
 y Certido de nascimento.
 y Caderneta de vacinao.
 y Outro. Qual? .....

<P>
 3 Pea a algum de sua famlia para lhe contar alguma coisa engraada
ou curiosa que voc fez quando era bem pequeno. Depois, fale para os seus 
colegas o que voc descobriu.
 4 Traga para a sala de aula fotos, cpia da certido de nascimento, do
registro de maternidade ou objetos (roupa, calado, brinquedo) de quando 
voc era beb. Depois, organize com os colegas e o professor uma exposio 
chamada "Nossas histrias".
<R->

   medida que voc cresceu, foi aprendendo a fazer muitas coisas e a
se cuidar sozinho. Aprendeu, por exemplo, a se arrastar, depois a engatinhar 
e, mais tarde, a andar.

<14>
<R+>
5 Pense no que voc faz hoje e no fazia quando era beb. O que acontecia 
quando voc queria andar, comer, tomar banho, dormir? Pea ajuda a algum 
de sua famlia para responder s perguntas seguintes. 
 a) Como voc fazia para ir de um lugar a outro? 
 b) Como era na hora do banho? 
 c) Como voc gostava de dormir? Destaque os quadradinhos. 
 y Sozinho.
 y No claro. 
 y Com um brinquedo. 
 y Com a mamadeira. 
 y Ouvindo msica. 
 y Com algum contando histrias. 
 y No escuro.
 y No colo.
 y Com a chupeta.
 y Em silncio.

d) Quem ajudava voc a dormir?

6 Agora que voc descobriu algumas coisas de quando era beb, complete o 
quadro seguinte, comparando como voc  agora e como era antes. Observe o exemplo:

  Agora
  Eu tomo banho sozinho.
 1- .....
 2- .....
 3- .....
 4- .....
 5- .....

  Antes
  Minha me me dava banho.
 1- .....
 2- .....
 3- .....
 4- .....
 5- .....

<15>
7 Pea para um colega desenhar voc em uma folha avulsa. Voc tambm vai 
desenh-lo em outra folha. Depois, comparem os desenhos para ver como cada 
um representou o outro. Escrevam 
<P>
  na folha o nome do colega que desenhou o seu retrato.
<R->

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

               oooooooooooo

O Que Voc Faz Todo Dia

  Desde o momento em que levantamos at a hora de deitar, fazemos muitas 
coisas. Por exemplo, nos alimentamos, cuidamos da higiene, trabalhamos, 
estudamos, passeamos. Algumas dessas coisas podemos fazer sozinhos, outras 
fazemos em grupo.
  Observe nas ilustraes algumas atividades dirias de Tiago:

<R+>
_`[{nove ilustraes mostrando Tiago. Descries a seguir_`]
<R->
  1- Acordando -- relgio marcando sete horas.
<P>
  2- Tomando caf da manh com seus pais.
  3- Escrevendo, na escola.
  4- Almoando com sua me -- relgio marcando meio-dia.
  5- Estudando, em casa.
  6- Jogando vlei com os colegas.
  7- Tomando banho.
  8- Jantando -- relgio marcando dezoito horas e trinta minutos.
  9- Assistindo televiso.

<R+>
1 Agora, responda: O que Tiago faz todos os dias? 
 a) *Pela manh*, Tiago .....
 b) * tarde*, ele .....
 c) * noite*, aps o jantar, ele .....

2 Pense no que voc faz nos dias em que vai  escola. Depois, desenhe no 
quadro a seguir algumas de suas *atividades dirias*. Represente-as na 
ordem em que acontecem durante o dia. 
<P>
  Troque de livro com um colega e compare suas atividades com as dele. 
<R->

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

  No dia-a-dia fazemos algumas coisas sozinhos. Mas tambm, tanto em casa 
como na escola, fazemos vrias coisas junto com outras pessoas.

<17>
<R+>
3 Escreva duas coisas que voc faz na escola e duas que voc faz em casa:
 a) Na escola, eu .....
 b) Em casa, eu .....
 
4 Agora, escreva uma coisa que voc faz sozinho e uma que faz junto com 
outras pessoas.
 a) Sozinho, eu .....
 b) Com outras pessoas, eu .....

<P>
5 Em que perodo do dia -- manh, tarde ou noite -- voc:
 a) vai  escola?
 b) costuma brincar mais?
 c) fica mais com sua famlia?
<R->

               oooooooooooo

O Seu Jeito de Ser

  Agora, vamos falar do que voc gosta e do que no gosta. Isso tambm faz 
parte do seu jeito de ser. 
  Vamos comear pela alimentao. 

<R+>
1 O que voc mais gosta de comer? Recorte de revistas e jornais figuras dos 
seus alimentos preferidos e cole-as numa folha avulsa. Depois, com a ajuda 
do professor, pendure a folha no varal da sala de aula e observe tambm os 
alimentos preferidos de seus colegas.
 2 Escreva o nome de dois alimentos de que voc no gosta muito, mas come mesmo assim.
 3 Existe algum alimento de que voc no gostava e que agora gosta? Qual?
<R->

<18>
  Apesar de gostarmos muito de alguns alimentos e de no gostarmos nada de 
outros,  importante para a sade uma alimentao equilibrada, com verduras, 
legumes, frutas, carnes etc. 
  No entanto, nem todas as crianas tm uma alimentao adequada, embora 
seja um direito estabelecido pelo Estatuto da Criana e do Adolescente. 
  Veja alguns desses direitos: 

<R+>
 direito  vida 
 direito ao lazer
 direito  alimentao
 direito  liberdade
 direito  dignidade
 direito  educao
 direito  profissionalizao
 direito  cultura
 direito ao respeito
<P>
 direito ao convvio familiar e comunitrio
<R->

<19>
  Nos desenhos, _`[{do livro em tinta_`] voc pode ver que as crianas tm, por exemplo, direito ao lazer. E uma das formas mais antigas de lazer  brincar.
  Vamos ento falar das brincadeiras.
  Toda criana gosta de brincar. s vezes  possvel brincar sozinho, mas 
algumas brincadeiras s do certo em grupo.

<R+>
_`[{duas fotos mostrando brincadeiras. Descries a seguir_`]
<R->
  Foto 1: Uma menina no 
 balano.
  Foto 2: Crianas brincando de corrida de saco.

<20>
<R+>
4 Responda:
 a) Do que voc gosta de brincar quando est sozinho?
 b) Do que voc gosta de brincar junto com outras crianas?
<P>
 c) Alm de brincar, o que mais voc gosta de fazer para se divertir?
<R->

  Para dar certo, as brincadeiras feitas em grupo tm algumas regras
que precisam ser seguidas por todos os participantes.

<R+>
5 Com a ajuda do professor, junte-se com alguns colegas, formando um
grupo, e escolham uma brincadeira que todos conheam. Conversem
sobre ela para lembrar de suas regras. Depois, cada grupo vai falar as
regras da brincadeira escolhida para a classe. Todos podero dar sua
opinio, apresentando diferenas que conheam nessas regras.
 6 Pergunte aos adultos de sua famlia do que eles gostavam de brincar
quando eram criana. Use uma folha de papel para cada brincadeira que lhe contarem, 
<P>
  escrevendo seu nome e suas regras e fazendo um desenho.
<R->

               oooooooooooo

<21>
O Que Voc Sente

  Veja como Ruth Rocha e Joo Noro trataram de alguns sentimentos que todos ns temos:

Emoes

<R+>
A tristeza  um sentimento
 que s vezes a gente tem.
 Mas no dura muito tempo,
 que a alegria logo vem.
 Ns s vezes temos medo
 e nem sempre  por covardia.
 Outras vezes, de repente,
 vem uma grande valentia.
 Para ns ficarmos calmos
 contar at dez faz bem.
 Mas se a raiva for muito grande,
 o melhor  contar at cem...
 Mudar da calma para a raiva,
 da alegria para a tristeza,
 do medo para a coragem,
 podemos ter a certeza,
 que  o mais natural...
 da nossa natureza!

Ruth Rocha e Joo J. Noro. *O meu primeiro livro de emoes*. So Paulo,
Melhoramentos, 1983. s/p

<22>
1 Agora, faa a correspondncia entre as palavras que expressam emoes contrrias.
<R->

<F->
#,a coluna   #;a coluna
::::::::::   ::::::::::
tristeza :   coragem
covardia :   valentia
calma ::::   alegria
medo :::::   raiva
<F+>

  Os sentimentos tambm fazem parte do nosso jeito de ser. As pessoas tm 
modos de pensar e de agir muito diferentes. Algumas so mais agitadas, 
outras so mais calmas. Algumas ficam zangadas facilmente, outras tm 
bastante pacincia. Umas so medrosas, outras so mais corajosas. 
  Muitas vezes, acontece alguma coisa que modifica nossos sentimentos, e a 
ficamos alegres, ou tristes, ou bravos. Por exemplo, voc pode estar muito 
contente porque vai fazer um piquenique. Mas, no dia marcado, chove, deixando-o 
muito chateado ou bravo. Ou voc pode estar triste porque brigou com um colega 
e no dia seguinte fazer as pazes com ele ficando ambos muito contentes.

<R+>
2 Escreva o que deixa voc:
 a) alegre.
 b) triste.
 c) com raiva.
 d) com medo.
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<23>
Para terminar

  Monte com os colegas o "lbum da classe".
  Em uma folha avulsa, cada aluno vai colar uma foto atual e escrever seus 
dados pessoais (nome completo, idade, nome dos pais) e outras informaes 
que desejar (o que faz diariamente, do que gosta e do que no gosta etc.). 
Quem no tiver foto pode fazer um desenho. Se quiser, enfeite a sua pgina 
do lbum colando adesivos, fazendo desenhos etc. Use sua criatividade!
  Veja como Janete fez sua pgina:

<R+>
Foto da Janete
 Nome: Janete Figueiredo
 Idade: 7 anos
 Nome do pai: Francisco Figueiredo
 Nome da me: Tereza Batista Figueiredo
 Outras informaes: Gosto muito de cantar. Queria que na escola tivesse um coral.
<R->

  Depois, com a ajuda do professor, renam todas as folhas e faam a capa do lbum.

               ::::::::::::::::::::::::

Para saber mais

<R+>
livro
 *O dia em que Miguel estava triste*, de Ruth Rocha. So Paulo, Callis, 1999.

site
 ~,http:sesc.uol.com.brsesc~
  galeriamolinaindex.htm.~,
<R->

               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo

<24>
<P>
Unidade 2

Voc e Sua Famlia

  Minha famlia era unida. Meus pais se davam bem (...). Minha av deu-me ternura, minha tia Mariquinhas,
as mil e uma noites de sonho.

<R+>
Odete de Barros Mott. *Minha vida de criana*. Belo Horizonte, L, 1994. p. 96
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<25>
Para comear

  Formem um grande crculo, sentados. Agora, cada um vai falar um pouco a 
respeito das pessoas com quem mora. Quem quiser pode imit-las. 

               oooooooooooo

<P>
Como  Sua Famlia

  No vivemos sozinhos. Sempre procuramos conviver com algum. A maioria 
das pessoas mora com outras, formando uma *famlia*. 

<R+>
1 Responda s seguintes questes sobre sua famlia. Se necessrio, pea ajuda a algum de sua casa.
 a) Com quem voc mora?
 b) Qual o nome completo de sua me?
 c) E o nome completo de seu pai?
<26>
 d) Voc tem irmo ou irm?
 y No. 
 y Sim. Quantos? Como se chamam?

e) Voc sabe o nome de seus avs? Ento, escreva o nome completo:
 do pai de seu pai: ..... 
 da me de seu pai: .....
 do pai de sua me: .....
 da me de sua me: .....
<R->

  Muitas famlias guardam algumas coisas que lembram histrias passadas e 
vividas com outras pessoas. Pode ser foto, roupa, carta, um par de brincos 
ou mesmo alguma loua. 
  Observe a foto da famlia da me de Helena:

<R+>
_`[{duas fotos. Uma foto de Helena e outra de Beatriz com sua me, seu pai e seu irmo. Legenda a seguir_`]
<R->
  Esta foto  da famlia de Beatriz, me de Helena. Ela foi tirada em 1974, quando a me de Helena era criana.

<R+>
2 Pea a seus pais ou a outros adultos de sua famlia para lhe mostrarem 
fotos de quando eles eram criana. Se possvel, traga-as para mostrar a seus 
colegas e veja as que eles trouxeram.
<P>
 3 Cole uma das fotos no espao abaixo e depois responda s perguntas 
seguintes.
<R->

<F->
!::::::::::::::::::::::
l                      _
l                      _
l                      _
l                      _
l                      _
l                      _
l                      _
l                      _
l                      _
l                      _
l                      _
l                      _
h::::::::::::::::::::::j
<F+>

<R+>
a) Quem aparece na foto?
 b) O que as pessoas estavam fazendo no momento em que foram fotografadas?
<28>
 c) Em que ano essa foto foi tirada?
 d) Compare as roupas que as pessoas esto vestindo com as que voc usa. Elas
so iguais ou diferentes das suas? Em que elas so diferentes?
<R->

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

  As lembranas no so apenas materiais, elas tambm existem na memria das 
pessoas. As histrias contadas pelos mais velhos, por exemplo, tambm revelam
muitas coisas do passado.

<R+>
4 Pea para seus avs contarem algum fato engraado que aconteceu na famlia 
quando seus pais eram criana. Escreva aqui o que eles disseram.
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

Conhecendo melhor as palavras

  Alm das pessoas com quem moramos, muitos outros parentes fazem parte de 
nossa famlia: avs, tios, primos etc.
  Para conhecermos a histria de como nossa famlia se formou, podemos 
organizar uma *rvore genealgica*, que  um esquema em que aparecem o nome 
de nossos avs, pais, irmos e outros parentes. Por meio da rvore genealgica 
 possvel conhecer nossas origens, isto , quem so nossos antepassados. Alm 
disso, podemos ver a relao de parentesco entre os membros da famlia.
<29>
  Observe a rvore genealgica da famlia de Mariana:

<R+>
Avs paternos de Mariana: Manoel Silva e Alice Silva.
 Avs maternos de Mariana: Pedro de Oliveira e Lurdes de Oliveira.
 Pai de mariana: Lus Silva
 Me de Mariana: Mrcia de 
  Oliveira
 Mariana de Oliveira Silva
<R->

<30>
<P>
<R+>
1- Vamos conhecer um pouco da histria de sua famlia? Complete sua rvore 
genealgica, escrevendo o nome de seus avs, o de seus pais e o seu. 
 Avs paternos: .....
 Avs maternos: .....
 Pai: .....
 Me: .....
 Eu: .....
<R->

               oooooooooooo

Convivendo Com os Idosos

  O nmero de idosos tem aumentado muito. Existem hoje em nosso pas mais 
de 10 milhes de pessoas com idade acima de 60 anos. E como essas pessoas 
vivem? Como foi a experincia de vida delas?
<31>
  Quando a pessoa envelhece, seu corpo apresenta um desgaste fsico e se 
transforma. Isso faz parte da prpria vida. Mas a pessoa no muda, continua 
sendo a mesma. Ser idoso significa conseguir viver bastante e ter muita coisa
para contar. Por isso os idosos tm papel fundamental na sociedade.
  Leia o que a atriz Llia Abramo disse sobre a velhice, quando tinha 81 anos de idade:
  "A pessoa idosa sempre tem alguma coisa a dizer: a sua experincia humana, a sua 
experincia vivida. (...) Ns somos crianas, depois jovens, depois adultos e depois 
velhos, somos uma coisa s, somos sempre o mesmo cidado (1), com pleno direito a 
toda a sua cidadania." (Jlio Assis Simes e Laura Antunes Maciel. *Ptria 
amada esquartejada*. So Paulo, DPH -- SMC, 1992. 
 p. 110)

<R+>
1 Agora, vamos conhecer um pouco como  a vida de pessoas idosas do nosso convvio. Para isso, 
<F->
:::::::::::::::::::::::::::::::::: 
      (1) Cidado: pessoa que 
  goza dos direitos civis e po-
  lticos de um Estado e cumpre 
  seus deveres para com este.
<F+>
<P>
  entreviste um idoso da sua famlia ou que voc conhece, 
usando o roteiro a seguir. Faa tambm outras perguntas se desejar.
 a) Qual o seu nome?
 b) Quantos anos voc tem?
<R->

<32>
<R+>
c) Onde e com quem mora?
 d) Trabalha atualmente? 
 y No.
 y Sim. Onde e quantas horas por dia?

 e) Teve oportunidade de estudar e completar os estudos?
 y No. Por qu?
 y Sim. O que estudou?

 f) O que gosta de fazer para se divertir?
 g) O que deixa voc triste?
 h) Como  ser idoso? 
 i) Quais os brinquedos que voc tinha na infncia?
 j) E as brincadeiras do seu tempo, como eram? 
<P>
 l) Voc gosta de contar histrias? Qual a sua preferida?
<R->
 
               oooooooooooo

Atividades da Famlia

  Em geral, cada membro de uma famlia realiza diversas atividades. Algumas 
so individuais, ou seja, feitas por uma nica pessoa. Outras atividades so 
coletivas, isto , feitas em grupo. Veja alguns exemplos:

<R+>
_`[{trs desenhos mostrando algumas atividades. Descrio a seguir_`]
<R->
  Desenhos 1 e 2: Mostram atividades individuais. No primeiro aparece um
menino estudando e no segundo uma enfermeira cuidando de um doente.
  Desenho 3: Mostra uma atividade coletiva -- crianas brincando num parquinho.

<P>
  Essas atividades so muito variadas, e cada famlia tem seu jeito de organiz-las.

<R+>
1 Na sua famlia, quais atividades so feitas:
 a) individualmente?
 b) coletivamente?
<R->

               oooooooooooo

<34>
O Trabalho no Lar -- Como
  Era Antes e Como  Hoje
 
  O ser humano tem inventado muitas coisas para facilitar sua vida e seu trabalho. 
Hoje, por exemplo, existem vrias mquinas e aparelhos que ajudam no trabalho domstico.

<R+>
1 Entreviste seus avs ou pessoas mais velhas que voc conhece. Siga o 
roteiro e, se quiser, acrescente outras perguntas. 
<P>
 a) O que voc usava para fazer o servio de casa?
<R->
  
  Destaque as imagens a seguir de acordo com as respostas.

<R+>
_`[{oito imagens mostrando aparelhos domsticos. Relao a seguir_`]
<R->
  Imagens 1 e 2: Um fogo a gs e um forno microondas.
  Imagens 3 e 4: Uma colher de pau e uma batedeira eltrica.
  Imagens 5 e 6: Um ferro a carvo e um ferro eltrico.
  Imagens 7 e 8: Um tanque de lavar roupas e uma mquina de lavar roupas.

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

<35>
<R+>
b) Voc acha melhor usar os novos aparelhos domsticos?
 y Sim. Por qu?
 y No. Por qu?

c) O uso de novos aparelhos domsticos mudou sua vida familiar? Em qu?
<R->

               oooooooooooo

O Dia-a-Dia da Famlia
 
  A maior parte das atividades de uma famlia  organizada no perodo de uma semana. A semana tem sete dias. Veja:
<R+>
domingo; segunda-feira; tera-feira; quarta-feira; quinta-feira; sexta-feira e sbado
<R->
  Em geral, de segunda-feira a sexta-feira as pessoas trabalham e vo  escola. Aos sbados e domingos elas podem ter atividades de lazer e descansar.

<R+>
1 Das atividades representadas a seguir, quais fazem parte do seu dia-a-dia? Destaque-as.
 y Ir  escola.
 y Viajar de avio.
 y Fazer refeies.
 y Assistir televiso.
 y Jogar basquete.

<37>
2 Agora, responda:
 a) O que costuma acontecer em sua casa, de segunda-feira a sexta-feira pela manh?
 b) Nos dias em que voc vai  escola, quem normalmente est em sua casa no horrio do almoo?
 c) As pessoas que esto em casa costumam almoar juntas?
 d) E  noite, quem est em sua casa e quais so suas atividades?
 e) O que sua famlia costuma fazer aos sbados?
 
3 Desenhe o que voc e sua famlia geralmente fazem aos domingos.
<R->

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

<38>
<P>
<R+>
4 Junte-se a um colega e conte para ele como  o seu dia-a-dia.
Depois, oua como  o dia-a-dia dele. Agora, escreva:
 a) uma atividade que vocs dois costumam fazer: .....; 
 b) uma atividade que s voc faz: .....;
 c) uma atividade que s seu colega faz: .....

5 Complete o quadro a seguir com a rotina semanal de sua famlia.
Para isso, escreva somente uma atividade que costuma se repetir todos os 
dias na vida de todas as pessoas de sua casa. Separe essas atividades 
conforme o perodo em que so feitas. 
<R->

<F->
  Domingo
manh .....
tarde .....
noite .....

<P>
  Segunda-feira
manh .....
tarde .....
noite .....

  Tera-feira 
manh .....
tarde .....
noite .....

  Quarta-feira
manh .....
tarde .....
noite .....

  Quinta-feira
manh .....
tarde .....
noite .....

  Sexta-feira 
manh .....
tarde .....
noite .....

<P>
  Sbado
manh .....
tarde .....
noite .....
<F+>

  Muitas pessoas tm horrios de trabalho diferentes. 
 o que acontece, por exemplo, com policiais, bombeiros, comerciantes, 
mdicos, enfermeiros, motoristas, pilotos. Essas pessoas s vezes trabalham
durante a noite ou aos sbados e domingos.

<R+>
6 Voc conhece algum que trabalhe em horrios muito diferentes das outras 
pessoas? O que essa pessoa faz?
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<39>
Para terminar

  Forme um grupo com quatro ou cinco colegas. Vocs vo dramatizar uma cena 
de famlia.
  Para organizar o trabalho, o grupo deve decidir o assunto da cena.  
importante escolher um assunto que permita a participao de todos.
Pode ser um fato que tenha acontecido com um de vocs.
  Depois, o grupo deve decidir quem vai representar cada personagem da cena 
e quem vai dirigir o grupo de "artistas". 
  Antes de apresentar a cena ao restante da classe, combinem como ser o 
final. Se possvel, ensaiem antes da apresentao.

               ::::::::::::::::::::::::

Para saber mais

<R+>
livros
 *Tanto, tanto*!, de Trish Cookie. So Paulo, tica, 1994.
<P>
 *O aniversrio da vov*, de Rosaly Braga Chianca e Leonardo Chianca. 
So Paulo, tica, 1997. Coleo Retratos de Famlia. 
<R->

               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo

<40>
<P>
Unidade 3

Voc e Sua Casa

<R+>
Um retrato de tempos antigos 
 me leva por seus corredores:  
 as casas eram grandes, 
 com tios, tias, avs. 
 Nas cristaleiras os doces dormiam 
 e gatos de porcelana. 
 (...)

 No ano 3000
 os homens j vo ter
 se cansado das mquinas
 e as casas sero novamente 
  romnticas.
 (...)

Roseana Murray. *Casas*. Belo Horizonte, Formato, 1994. 
  p. 7 e 14
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<41>
<P>
Para comear

  A histria de uma casa faz parte da histria da famlia que mora nela.
O lugar onde ela foi construda, o modo como foi construda, as alteraes
feitas na sua construo, tudo isso est relacionado s necessidades e possibilidades da famlia.
  O que voc sabe sobre a casa onde voc vive com sua famlia? Tente responder s perguntas a 
seguir. Se precisar, pea ajuda a um de seus familiares.

<R+>
1 Em que tipo de moradia voc vive?
 y Casa. 
 y Apartamento.
 y Outro. Qual? .....

2 Qual o seu endereo completo? 
 Rua/Avenida/Estrada/Alameda/Praa/Quadra/Travessa
 Nmero: ..... Apartamento: ..... Bloco: .....
 Bairro: ..... Cidade: .....
 Estado: ..... CEP: .....-.....

 3 H quanto tempo voc e sua famlia moram nessa casa?
 4 Vocs j fizeram alguma alterao na construo da casa?
 y No.
 y Sim. Qual? Por qu? .....

<42>
 5 Agora, faa um desenho da frente da sua casa em uma folha avulsa.
Depois, com a ajuda do professor, pendure-o no varal da sala de aula
e observe o desenho de seus colegas. Em que as casas de vocs so
parecidas? Em que elas so diferentes? Conversem sobre o assunto.
<R->

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

               ::::::::::::::::::::::::

<P>
Documentando

  Como vimos, as fotografias so um tipo de documento por meio do qual 
podemos conhecer a histria das pessoas e dos lugares.

<R+>
1- Se sua casa foi modificada, traga fotos de como ela  hoje e de como era 
antes. Ou, caso tenha mudado de casa, traga fotos da casa onde voc mora hoje
e de onde morava antes. Mostre-as a seus colegas e ao professor, contando a 
histria da sua famlia associada  moradia.
<R->

               oooooooooooo

De Quem So as Casas

  Quando a pessoa  dona da casa onde mora, dizemos que ela mora em casa prpria.
  Mas muitas famlias pagam aluguel, isto , todos os meses elas pagam um valor em dinheiro para o 
dono da casa onde moram. Dizemos, ento, que a casa  alugada.

<R+>
1 A casa onde voc mora :
 y prpria.
 y alugada.
 y Outra situao. Qual? .....

<43>
2 Se voc mora em casa prpria, responda: Ela foi comprada pronta ou foi construda por sua famlia?
 3 Pergunte s pessoas com quem voc mora se elas sempre moraram nessa casa. Se moraram em outra casa, onde ficava? Ela era prpria ou alugada? Por que se mudaram?
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

Conhecendo melhor as palavras

  Infelizmente, no Brasil nem todas as pessoas possuem casa prpria ou podem pagar o aluguel de uma casa. Principalmente nas
grandes cidades de nosso pas, muitas pessoas moram em favelas, cortios e at mesmo nas ruas.
  Observe as fotos: 

<R+>
_`[{trs fotos. Legendas a seguir_`]
<R->
  Foto 1: Favela na cidade de So Paulo.
  Foto 2: Moradores de rua da cidade de So Paulo.
  Foto 3: Cortio na cidade de So Paulo.

<44>
  *Favelas* so conjuntos de casas construdas em terrenos pblicos ou particulares onde h carncia de servios pblicos 
(gua, rede de esgoto, escolas, assistncia mdica etc.). *Cortios* so 
grandes habitaes coletivas nas quais em cada cmodo mora uma famlia ou
um grupo de pessoas conhecidas. Nos cortios o banheiro e o tanque de lavar 
roupas, por exemplo, so divididos entre todos os moradores.

<R+>
1- Nas perguntas a seguir, destaque o quadradinho que corresponde a sua resposta:
 a) No lugar onde voc mora existem favelas ou cortios?
 y Favela.
 y Cortio. 
 y No existe.

 b) Perto de onde voc mora ou no caminho da escola h moradores de rua?
 y Sim. 
 y No.

2- Agora, entreviste um adulto seguindo o roteiro. Se quiser, faa tambm 
outras perguntas. Anote as respostas no caderno e compare-as com as que seus 
colegas obtiveram. 
 a) Na sua opinio, como  a vida de quem mora num cortio? 
  Por qu?
 b) Como voc acha que  viver numa favela? Por qu?
 c) E morar na rua, como voc imagina que ?
 d) Voc conhece algum que vive numa dessas situaes? Em qual?
 e) O que deveria ser feito para melhorar a vida das pessoas que moram nessas condies?
<R->

               oooooooooooo

<45>
As Casas e Suas Histrias

  Muito tempo atrs, as pessoas se abrigavam em cavernas, grutas ou qualquer 
outro lugar em que pudessem se proteger do frio, da chuva e tambm de animais selvagens.
  Com o passar do tempo, os seres humanos foram aprendendo a aproveitar melhor os recursos 
da natureza e passaram a construir seus prprios abrigos. Para isso, usavam os materiais 
que encontravam onde viviam, como pedras, madeiras, folhas e galhos.
<46>
  Depois, o ser humano aprendeu a usar o barro para fazer paredes, telhas e tijolos.
  Os diferentes tipos de construo das moradias expressam o modo como as pessoas 
vivem, as coisas que elas valorizam e suas condies de vida. Por isso, dizemos que as casas tm histria.

<47>
<R+>
1 Observe as fotos de alguns tipos de moradia existentes no Brasil. Depois, responda s perguntas.

_`[{seis fotos com legendas a seguir_`]
<R->
  1- Casas do perodo colonial em Parati, Rio de Janeiro.
  2- Casas da atualidade na cidade de So Paulo.
  3- Conjunto habitacional de casas populares em Bebedouro, So Paulo.
  4- Casas de alto padro em Cotia, So Paulo.
  5- Prdios populares em Campinas, So Paulo.
  6- Prdio de apartamentos de luxo em So Paulo. 

<R+>
a) Quais as diferenas que existem entre essas habitaes?
<48>
 b) Na sua opinio, as condies de vida das pessoas que vivem
nessas habitaes so diferentes? Explique.
<R->

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

               oooooooooooo

A Casa do Passado e a Casa
  do Presente

  O modo como as casas so construdas demonstra as preocupaes das pessoas, 
por exemplo, com a privacidade, a higiene, a iluminao e a ventilao dos 
espaos de convivncia da famlia. Essas preocupaes variam de acordo com 
as condies de vida e de trabalho das pessoas e de acordo com a poca em que elas vivem.
  Leia o que diz a historiadora Leila Mezan Algranti, ao relacionar o tipo
de construo das casas com o tipo e a condio de vida de pessoas que 
viveram no Brasil quase duzentos anos atrs: 

  "Enquanto as casas dos homens pobres e livres, no campo e na cidade, 
consistiam em pequenas choupanas (1) com apenas um ou dois cmodos, nos 
quais se dormia, (...) as casas dos indivduos com algumas posses dispunham 
de mais aposentos, geralmente enfileirados. O da frente com janela para a 
rua, servindo de sala, e os demais acessveis por um corredor lateral, que 
serviam de quarto de dormir, consistindo por vezes nas chamadas $"alcovas$" (2) 
sem janelas. No final instalavam-se 
<F->
:::::::::::::::::::::::::::::::::
     (1) Choupanas: cabanas.
     (2) Alcovas: pequenos 
  quartos de dormir, situados 
  no interior das casas.
<F+>
<P>
a cozinha e o alpendre (3), que davam para o quintal." (Leila Mezan Algranti. *Famlias e vida domstica*. 
Em: Laura de Mello e Souza (org.). *Histria da vida privada no Brasil 1: 
cotidiano e vida privada na Amrica portuguesa*. So Paulo, Companhia das Letras, 1997. p. 99``)

<49>
  Nas fotos a seguir esto representadas uma casa construda h bastante 
tempo e casas construdas recentemente. Observe:

<R+>
_`[{duas fotos com legendas a seguir_`]
<R->
  1- Casaro antigo em Carinhanha, Bahia.
  2- Casas de construo recente na cidade de So Paulo.
<F->
::::::::::::::::::::::::::::::::::
     (3) Alpendre: ptio co-
  berto, varanda.
<F+>

<P>
<R+>
1 Responda:
 a) Quais as diferenas entre a casa antiga e as modernas?
 b) No lugar onde voc mora h casas antigas?
<R->

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

<R+>
2 Entreviste uma pessoa idosa para saber como eram as casas quando
ela era uma criana da sua idade. Veja o roteiro de entrevista e, se
quiser, faa tambm outras perguntas que achar interessantes. Anote
as respostas no caderno.
 a) Qual o seu nome completo?
 b) Em que ano voc tinha a idade que eu tenho hoje?
 c) Onde voc morava naquela poca e como eram as casas?
 d) Como eram as ruas e os quintais?
 e) A sua casa era parecida com a casa em que voc mora hoje?
 f) Havia prdios? Como eram?
<L>
<50>
 3 Numa folha avulsa, desenhe como voc imagina que eram as
construes na poca em que seu entrevistado tinha a sua idade.
Escreva o nome do lugar e o ano das construes representadas.
Depois, fixe seu desenho no mural da sala de aula. Observe tambm o
trabalho de seus colegas.
<R->

  Se possvel, pea ao entrevistado para emprestar uma foto de sua casa 
de infncia e mostre-a para seus colegas. 

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

               ::::::::::::::::::::::::

<P>
Para terminar

  Leia o texto:

  (...)
  O menino surpreendeu o pai quando perguntou:
  -- A gente pode brincar de inventar histrias?
  -- Claro, todo mundo pode.
  (...)
  O menino coou a cabea e disse sem hesitar:
  -- Quando  que eu comeo a histria de minha casa?
  -- A histria sobre a casa? A nossa casa?
<51>  
  -- No. Sobre a minha casa.
  O menino olhou aflito para o pai.
  -- E como comeo?
  (...)
  -- Primeiro vamos ajuntar as palavras, que as idias vm depois.
Assim: janela, telhado, tijolo...
  -- O tijolo tem que ser forte, seno vira areia -- falou o menino piscando o olho.
  -- , filho, seno o lobo mau vem e sopra a casinha.
  O menino achou graa nas palavras do pai e props construir a casa.
  -- Eu falo uma palavra e voc fala outra, combinado?
  -- Ento eu comeo primeiro -- falou o menino: -- madeira.
  -- Telha -- respondeu o pai.
  E os dois foram lembrando outras palavras para a construo daquela casa.
  Entre elas havia "aconchego, pai, filho, paz, criana, baguna, brinquedo, mesa, quadro, amarela, azul, livros, lpis, fome, televiso,
parede, disco, bebida, fogo, sapato". At a palavra "choro" apareceu na lista deles. (...) 

<R+>
Ronald Claver. *A casa*. 7. ed. Belo Horizonte, L, 1998. p. 25-27

<P>
1 Pesquise o que significa a palavra *aconchego*. Depois procure explicar o significado da expresso *aconchego do lar*.
<52>
 2 Agora  a sua vez! Faa como o menino do texto: escreva algumas palavras sobre sua casa.
<R->

  Compare as palavras que voc escreveu com as de um colega. Vocs escreveram alguma palavra igual? Quais?

               ::::::::::::::::::::::::

Para saber mais

<R+>
livros
 *Minha casa*, de Duayer. So Paulo, Callis, 1998.
 *O ambiente de nossa casa*, de Samuel Murgel Branco. So Paulo, Moderna, 1991. Coleo Viramundo.
<P>
 *Modos e maneiras*, de Beatriz Monteiro da Cunha. So Paulo, Evoluir Cultural, 2000. Coleo Aventura Humana.
<R->

               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo

<P>
Unidade 4

Voc e Sua Escola

  Lembro muito bem das aulas de tabuada e clculo rpido, por fila de carteiras. (...) 
Na aula de leitura ficava em p e lia. (...) No havia feriado, amos  aula nas datas 
nacionais s para comemorar. (...) O maior castigo era ficar em casa.

<R+>
Ecla Bosi. *Memria e sociedade: lembranas de velhos*. So Paulo, T. A. Queiroz, 1979. p. 217-218
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<54>
Para comear

  Leia o texto:

A escola da mestra Silvina

Minha escola primria...
 Escola antiga de antiga mestra.
 Repartida em dois perodos
 para a mesma meninada,
 das 8 s 11, da 1 s 4.
 Nem recreio, nem exames.
 Nem notas, nem frias.
 Sem cnticos, sem merenda...
 Digo mal -- sempre havia
 distribudos
 alguns bolos de palmatria (1)...
 A granel (2)?
 No, que a Mestra
 era boa, velha, cansada, 
  aposentada.
 Tinha j ensinado a uma gerao
 antes da minha.
<F->
::::::::::::::::::::::::::::::::::
     (1) Palmatria: pea cir-
  cular de madeira, com cabo, usa-
  da antigamente para castigar os
  alunos nas escolas, batendo com
  ela na palma de suas mos.
  *Bolo de palmatria* era cada
  pancada. 
     (2) A granel: em grande
  quantidade.
<F+>

<P>
 A gente chegava "-- Bena, 
  Mestra."
 Sentava em bancos compridos,
 escorridos, sem encosto.
 Lia alto lies de rotina: 
 o velho abecedrio, 
 lio salteada. 
 Aprendia a soletrar. 

<55>
(...)
 No se usava quadro-negro.
 As contas se faziam
 em pequenas lousas
 individuais.

No havia chamada 
 e sim o ritual
 de entradas, compassadas.
 "-- Bena, Mestra..."
 
Banco dos meninos.
 Banco das meninas.
 Tudo muito srio.
 No se brincava.
 Muito respeito.
 Leitura alta.
 Soletrava-se.
<P>
 Cobria-se o debuxo (3).
 Dava-se a lio.
 Tinha dia certo de argumento
 com a palmatria pedaggica
 em cena.
 Cantava-se em coro a velha 
  tabuada.

Velhos colegas daquele tempo...
 Onde andam vocs?

 (...)

Cora Coralina. *Poemas dos becos de Gois e estrias mais*. 17. ed.
So Paulo, Global, 1993. p. 75-76 
<R->

<56>
<R+>
1 Quais as diferenas entre a escola descrita no texto e a sua?
<F->
::::::::::::::::::::::::::::::::::
     (3) Debuxo: esboo de de-
  senho, desenho apenas riscado.
<F+>
<P>
 2 Complete com os dados de sua escola.
 Nome: .....
 Endereo: ..... Nmero: .....
 Bairro: .....  Cidade: .....
 Estado: ..... CEP: .....-..... 
  Telefone: .....
<R->

               oooooooooooo

A Histria da Escola

  Tudo tem uma histria. Para conhecer a histria de um bairro, por exemplo, 
podemos perguntar aos moradores como e quando ele foi criado, por quais
mudanas e transformaes ele passou etc.
  Voc conhece a histria de sua escola? Converse com funcionrios que 
trabalham nela ou com pessoas que moram prximo dela h bastante tempo.

<R+>
1 Agora, responda:
 a) H quantos anos a escola existe?
<P>
 b) O prdio onde ela funciona foi construdo para ser escola ou foi
adaptado? Caso tenha sido adaptado, o que funcionava antes nele?
<57>
 c) Por que a escola tem esse nome?
 d) Ela j teve outro nome? Qual?
 e) Essa escola j funcionou em outro local? Por que se mudou?
 f) O que mudou e o que permaneceu igual na escola?
<R->

               oooooooooooo

O Ensino Ontem e Hoje

  Voc j conhece alguns aspectos do prdio e das instalaes da sua escola 
e tambm ficou sabendo de mudanas pelas quais ela passou.
  Agora, vai conhecer um pouco sobre o jeito de ensinar de hoje e o de 
antigamente.
  Pouco mais de cem anos atrs, em muitas escolas brasileiras havia diferenas 
no modo de ensinar meninos e meninas. Os meninos eram preparados para assumirem 
atividades profissionais; j as meninas eram educadas para serem futuras 
donas-de-casa e fazerem os trabalhos domsticos.
  Havia diferenas tambm na diviso do espao escolar: nas salas de aula, 
era comum as meninas sentarem-se de um lado e os meninos, de outro. Algumas 
aulas eram dadas at mesmo em salas separadas.

<58>
<R+>
_`[{duas fotos de salas de aula antigas. Legendas a seguir_`]
<R->
  Foto 1: Alunas da Escola Modelo (So Paulo, SP) em aula de prendas domsticas,
por volta de 1895.
  Foto 2: Aula de leitura para classe de meninos da Escola Caetano de Campos
(So Paulo, SP), por volta de 1900.

<59>
<P>
1 Agora, observe estas fotos:

<R+>
_`[{trs fotos de salas de aula. descries a seguir_`]
<R->
  A -- Foto colorida mostrando professora e alunos sentados em volta de uma
mesa redonda.
  B -- Foto em preto e branco mostrando a professora,  frente da turma, expondo
um cartaz para alunos que esto sentados em bancos coletivos e afastados
dela.
  C -- Foto colorida de alunos sentados em cadeiras individuais e enfileiradas.

<R+>
a) Em grupo, faam uma lista no caderno das diferenas que vocs notaram 
nessas fotos. Depois, comparem as listas de todos os grupos, para saber o 
que os demais colegas perceberam. 
 b) Agora, ordene as fotos da mais antiga para a mais atual.
 c) Que tipo de organizao da classe voc prefere? Por qu?

2 Na sua sala de aula, vocs costumam se organizar de formas diferentes 
ou sempre da mesma maneira?
 y Sempre da mesma maneira.
 y De formas diferentes. Quando isso acontece? 
<R->

               oooooooooooo

<60>
Criando e Transformando Normas

  Como voc estudou na unidade 1, o Estatuto da Criana e do Adolescente  
um documento que garante direitos s crianas e aos jovens. Entre esses 
direitos esto o direito ao respeito,  dignidade e  liberdade. Ter direito 
 liberdade significa tambm poder expressar suas opinies e idias.
  Mas para esse direito no ficar apenas no papel  preciso encontrar maneiras
de garantir que todos possam expressar suas opinies e idias.
  Discutir coletivamente e criar normas de uso comum so algumas dessas 
maneiras. 
  Nas escolas, geralmente, existe um conjunto de normas. Elas servem para 
orientar as relaes de trabalho e de convivncia entre alunos, professores 
e funcionrios.
  Veja esta foto:

<R+>
_`[{foto de uma sala de aula. Os alunos esto divididos em grupos e com as mos levantadas
pedindo permisso para falar_`]
<R->

<61> 
  Nela vemos algumas crianas com a mo levantada. Levantar a mo para pedir 
a ateno do professor  uma atitude que contribui para a organizao da sala
de aula.  tambm uma forma de garantir a todos os alunos a oportunidade de 
falarem e de serem ouvidos por todo o grupo.

<P>
<R+>
1 Junte-se com um colega e respondam: 
 a) Quais so as principais normas da sua escola?
 b) Essas normas foram explicadas aos alunos ou discutidas com eles?
Quem se encarregou disso?
 c) As normas esto escritas em algum documento? Qual?
 d) Todos os alunos, professores e demais funcionrios da escola tm
acesso a esse documento? Onde ele fica?
 e) Como vocs ficam sabendo da existncia de uma norma nova?
<62>
 f) Que outras normas vocs gostariam que existisse na sua escola?
 g) H alguma norma de sua escola que vocs gostariam de modificar?
Por qu?

2 Agora, entreviste seu pai, sua me ou um adulto de sua famlia,
seguindo o roteiro abaixo. Se desejar, faa outras perguntas tambm.
<P>
 a) Em que ano voc comeou a estudar?
 b) Quais eram as principais normas na escola onde voc estudou?
 c) Essas normas eram respeitadas por todas as pessoas da escola?
 y Sim. 
 y No. Por qu?
<63>

 d) Havia algum tipo de punio para quem no cumprisse as normas?
 y No.
 y Sim. Quais?

3 Compare as informaes obtidas em sua entrevista com o que voc sabe sobre as normas da sua escola.
 a) Existem normas iguais? D exemplos.
 b) Na sua escola h alguma norma que no existia na escola de quem voc entrevistou?
 y No.
 y Sim. Qual?
<R->

  Como voc j viu, alm das normas gerais que valem para toda a escola, 
existem aquelas criadas para ajudar o andamento das aulas e o relacionamento 
entre os alunos. Geralmente, essas normas so combinadas entre os alunos e o professor.

<64>
<R+>
4 Dentre as palavras abaixo, quais representam atitudes que esto sempre 
presentes em sua sala de aula? Destaque os quadradinhos. 
 y respeito 
 y agresso 
 y coleguismo
 y amizade 
 y trabalho 
 y inimizade
 y limites 
 y limpeza 
 y desordem
 y liberdade 
 y rivalidade 
 y baguna

<P>
5 Escreva duas normas que voc gostaria que fossem praticadas na sua
sala de aula. Explique por qu.
 6 Rena-se com trs ou quatro colegas e leia o que eles escreveram.
Vocs citaram alguma norma igual? Qual?
 7 Converse com seus colegas sobre as normas que vocs devem seguir
em sua sala de aula. Cite alguns exemplos.
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

Para terminar

  Pense na sua escola: a sala de aula, os lugares onde voc brinca, seus 
colegas, a maneira como as coisas so ensinadas, as normas. Depois, no 
caderno, responda: Do que voc gosta e do que no gosta na sua escola?
<P>
  Compare a sua resposta com a dos seus colegas.

               ::::::::::::::::::::::::

Para saber mais

livros
<R+>
 "E eu com isso?" de Brian Moses e Mike Gordon. So Paulo, Scipione, 2000. Coleo Valores.
 *O primeiro dia de Pooh na escola*, de Kathleen W. Zoehfeld. So Paulo, Companhia das Letrinhas, 1999.
<R->

               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo

<P>
Unidade 5

O Seu Tempo e Outros Tempos

<R+>
Um velho relgio
 na parede diz que
 o tempo est passando.
 O tempo sempre passa,
 o tempo nunca seca,
 passa, est passando
 o tempo todo.

Roseana Murray. *Dia e noite*. Rio de Janeiro, Memrias Futuras, 1984. s/p
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<67>
Para comear

  Leia o que a escritora Vivina de Assis Viana escreveu em seu livro *O barulho do tempo*:

  Se meu pai diz que tudo o que acontece com a gente a gente v, 
<P>
como  que eu no vejo o relgio andar e o tempo passar? 

<R+>
Vivina de Assis Viana. *O barulho do tempo*. So Paulo, FTD, 1990. s/p
<R->
  
  Agora, brinque com seus colegas. Veja quem consegue falar mais rpido o trava-lngua abaixo:

<R+>
O tempo perguntou ao tempo,
 Qual o tempo que o tempo tem
 Qual  o tempo que o tempo tem?
 E o tempo respondeu ao tempo
 Que o tempo tem o tempo que o tempo tem.
<R->

               oooooooooooo

<68>
O Que  o Tempo

  Santo Agostinho, uma pessoa bastante sbia que viveu muitos anos atrs, disse sobre o tempo:
  "O que  o tempo? Eu sei o que , mas se algum me perguntar no consigo explicar!"
  Ainda hoje as pessoas tm esse mesmo problema: saber explicar o que  o tempo.
  Muitas vezes, dizemos: "o tempo voa", "no tenho tempo". Quando estamos fazendo 
alguma coisa muito legal, temos a impresso de que o tempo passa rpido; j quando 
fazemos algo de que no gostamos, ele parece demorar a passar. O tempo no anda 
para trs e tambm no pra.
  Mas o que  o tempo?
<69>
  H diferentes maneiras de explicar o que  o tempo: podemos falar a do tempo das 
chuvas e do tempo das colheitas; s vezes falamos de coisas do tempo da infncia 
ou do tempo de nossos avs, por exemplo. Cada uma dessas maneiras  um jeito 
diferente de explicar o que  o tempo e de perceber sua existncia pelas 
aes das pessoas.

<P>
<R+>
1 E para voc, o que  o tempo? Escreva uma frase.
<R->

               oooooooooooo

Medindo o Tempo

  Antes de inventar o relgio como conhecemos hoje, o ser humano media o 
tempo de outras maneiras.
  Os antigos egpcios, por exemplo, aprenderam a medir o tempo durante o 
dia conforme a posio do Sol.
  J os chineses antigos queimavam pedaos de madeira perfumada, chamados 
de incenso, para saber as horas. Isso porque o incenso produzia cheiros 
diferentes ao longo do dia.
  Vrias outras formas e instrumentos foram inventados para medir o tempo, 
at chegar aos relgios atuais. Isso ocorreu em razo das necessidades com 
as quais as pessoas se deparavam no seu dia-a-dia.

<R+>
1 Faa as seguintes perguntas a algum de sua famlia:
 a) Como voc costuma marcar o tempo?
 b) Voc utiliza algum tipo de instrumento para medir o tempo? Qual?
 c) Que outros tipos de instrumento para medir o tempo voc conhece?
<R->

<70>
  O primeiro instrumento criado para medir o tempo foi o relgio de sol.
Esse relgio, porm, s media a hora durante o dia.

<F->
*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?
  Figura: relgio de sol       o
    Legenda: O relgio de     o
  sol determinava a hora do     o
  dia pela sombra de uma has-   o
  te, que se projetava na base  o
  do relgio de acordo com a    o
  posio do Sol.              o
eieieieieieieieieieieieieieieieiei
<F+>

<P>
  Para medir tambm as horas durante a noite, criou-se o relgio de gua, ou clepsidra. 

<F->
*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?
  Figura: relgio de gua      o
    Legenda: O funcionamento  o
  de um dos tipos de relgio    o
  de gua baseava-se na cons-   o
  tante entrada de gua em      o
  um recipiente, cujo nvel     o
  do lquido indicava as        o
  horas.                        o
    Na foto, relgio de gua   o
  localizado em um *shopping*   o
  da cidade de So Paulo.     o
eieieieieieieieieieieieieieieieiei
<F+>

<71>
  No entanto, nos pases onde as temperaturas so muito baixas, a gua 
desses relgios congelava com freqncia. Assim, para medir o tempo no inverno, 
inventou-se a ampulheta.

<P>
<F->
*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?
  Figura: ampulheta          o
    Legenda: A ampulheta    o
  funciona com areia. Nela,  o
  o tempo  medido pela pas-  o
  sagem da areia de um reci-  o
  piente para o outro.        o
eieieieieieieieieieieieieieieiei
<F+>
  
  S muito tempo depois foram inventados os primeiros relgios mecnicos. 
Mas eles no eram muito precisos, pois s possuam um ponteiro. Aos poucos, 
os relgios mecnicos foram sendo aperfeioados, passando a marcar as horas 
com maior exatido.

<F->
*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?
  Figura: relgio mecnico   o 
  com mostrador, ponteiro e   o
  pndulo.                    o
eieieieieieieieieieieieieieieiei
<F+>

<72>
  Hoje em dia, alm desses relgios conhecemos outros tipos, como o relgio 
eletrnico e o relgio digital. Todos eles so resultado da necessidade de se
marcar a passagem do tempo de modo cada vez mais preciso.
  A necessidade cada vez maior de controlar o tempo fez com que fossem 
colocados relgios nas torres das igrejas e em edifcios mais altos para que 
ficassem bem visveis a todas as pessoas. 
  Atualmente, nas grandes cidades h relgios digitais no alto de muitos 
edifcios. Muitas pessoas consultam as horas nesses relgios.
<73>
  Mas a maioria das pessoas possui seu prprio relgio. Esse tipo de relgio 
 chamado de relgio de pulso.

<R+>
2 Onde voc mora existe algum relgio localizado em um ponto mais alto no 
qual as pessoas possam ver as horas? Onde ele fica?
<R->

               oooooooooooo

O Tempo na Escola

  Como j vimos, todos ns temos diversas atividades. Para realizar essas 
atividades, estabelecemos divises no tempo. E para marcar o tempo, usamos 
a hora. Veja os horrios em que Ana realiza algumas atividades na escola:
  Ana entra na escola s 8 horas. 
<P>
  O horrio em que ela entra na escola  indicado assim:

<F->
*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?
  Figura 1: relgio mecnico. o
  O ponteiro grande est no    o
  12 e o pequeno est no 8.   o
                                o
  Figura 2: relgio digital.  o
  A hora est indicada por     o
  nmeros -- 8:00.            o
eieieieieieieieieieieieieieieieiei
<F+>

<74>
  s 10 horas, ela come o lanche e brinca.
  O horrio em que Ana come o lanche e brinca  indicado assim:

<F->
*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?
  Figura 1: relgio mecnico. o
  O ponteiro grande est no    o
  12 e o pequeno est no 10.  o
                                o
  Figura 2: relgio digital.  o
  A hora est indicada por     o
  nmeros -- 10:00            o
eieieieieieieieieieieieieieieieiei
<F+>

  s 12 horas, Ana sai da escola.
  O horrio em que ela sai da escola  indicado assim:

<F->
*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?
  Figura 1: relgio mecnico. o
  Os dois ponteiros esto      o
  no 12.                       o
                                o
  Figura 2: relgio digital.  o
  A hora est indicada por     o
  nmeros -- 12:00.           o
eieieieieieieieieieieieieieieieiei
<F+>

  No relgio mecnico, o ponteiro pequeno indica as horas, e o grande indica os minutos.
  O relgio digital indica as horas e os minutos por nmeros, basta ler o que est escrito.

<75>
<R+>
1 Agora, responda s perguntas desenhando os ponteiros nos relgios:
 a) A que horas voc entra na escola?
 b) A que horas voc sai da escola? 
<R->

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

<R+>
2 Quantas horas por dia voc fica na escola e o que faz durante esse perodo de tempo? 
<R->

               oooooooooooo

A Natureza Ajuda a Medir 
  o Tempo

  Observando a natureza, o ser humano dividiu o tempo em dias, semanas, 
meses e anos.
  O dia corresponde ao perodo entre um pr-do-sol e o seguinte.
  Observando a Lua, as pessoas perceberam que aproximadamente a cada sete 
dias ela muda de aparncia. Essas mudanas foram chamadas de fases da Lua 
e deram origem  semana.

<76>
  Observe as principais fases da Lua:
  Lua nova: quando ela fica totalmente invisvel.
  Lua quarto crescente: quando vai aumentando a sua parte visvel.
  Lua cheia: quando ela aparece inteira, bem cheia.
  Lua quarto minguante: quando ela vai ficando menor, at desaparecer novamente.

<R+>
1 Observe os quadros com os dias da semana. Pinte de uma cor aqueles com os 
dias em que voc vai  escola e de cor diferente aqueles com os dias em que no vai  escola.

domingo  segunda-feira  tera-feira  quarta-feira  quinta-feira  
sexta-feira  sbado 

a) Quantos dias por semana voc vai  escola?
<P>
 b) Quantos dias por semana voc no vai  escola?
<R->

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

<77>
<R+>
2 Escolha um dia da semana e escreva uma atividade que voc faz nesse dia.
Agora, escreva:
 a) uma atividade que voc faz no dia anterior ao escolhido.
 b) uma atividade que voc faz no dia seguinte ao escolhido.
<R->

  O tempo que a Lua leva para passar por suas quatro fases corresponde a um ms. Um ano  formado por doze meses.

<R+>
_`[{observe o calendrio que se encontra no final do livro_`]

3 Vamos conhecer melhor os meses do ano?
 a) Destaque os quadros com os meses em que voc vai  escola.
<P>
 b) Destaque os quadros com os meses em que voc no vai  escola.
<R->

<F->
y janeiro 
y fevereiro 
y maro 
y abril 
y maio  
y junho 
y julho 
y agosto
y setembro
y outubro
y novembro
y dezembro
<F+>

<78>
<R+>
c) Qual o primeiro ms do ano?
 d) Em que ms comeam as aulas?
 e) Em que ms voc faz aniversrio?

4 Agora, consulte um calendrio deste ano.
 a) Em que dia da semana cai o seu aniversrio?
<P>
 b) Mais algum de sua classe faz aniversrio no mesmo ms que voc? Quem?
 c) E no mesmo dia da semana?
<R->

               oooooooooooo

O Tempo na Histria

  Outra forma de marcar o tempo  por meio dos acontecimentos importantes 
para a vida das pessoas e para os diferentes povos. 
  No comeo deste livro voc escreveu a data do seu nascimento.  a partir 
dessa data que  contado o tempo de sua existncia. Desde esse dia, muitas 
coisas aconteceram em sua vida, voc passou por mudanas e se transformou.
  Os povos tambm marcam o tempo a partir de acontecimentos importantes. 
No nosso calendrio, por exemplo, o nascimento de Jesus Cristo marca o ano 1.

<P>
<79>
<R+>
1 As pessoas e muitas coisas se transformam ao longo do tempo. Para perceber 
como isso acontece, preencha a linha do tempo abaixo, contando um pouco da 
histria de sua vida. Escreva o ano de cada um de seus aniversrios at a 
sua idade atual e algum acontecimento importante dessa poca.
 1 ano: .....
 2 anos: .....
 3 anos: .....
 4 anos: .....
 5 anos: .....
 6 anos: .....
 7 anos: .....
 8 anos: .....

 2 A partir dos acontecimentos que voc anotou, conte a sua histria
para algum colega, explicando como eles ocorreram e o que voc acha deles hoje.
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

Para terminar

<R+>
1 Agora, voc vai fazer uma experincia para observar a passagem do tempo. Para isso,
vai precisar de:
 um recipiente de plstico;
 algodo;
 alguns gros de feijo.
     Coloque trs ou quatro gros de feijo no algodo mido e ponha-os
no recipiente. Deixe o seu recipiente num local iluminado pelo Sol.
Anote o dia em que voc comeou a experincia e observe os gros
de feijo todos os dias.
 a) Complete o quadro com o que voc observou:
 Data do incio da experincia:
 1 dia: .....
 2 dia: .....
 3 dia: .....
 4 dia: .....
 5 dia: .....
 6 dia: .....
 7 dia: .....

b) Compare suas observaes com as de seus colegas e veja o que eles perceberam.
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

Para saber mais

<R+>
livros
 *L vem o ano novo*, de Ruth Rocha. So Paulo, tica, 2000.
 *O tempo que o tempo tem*, de Marisa Prado. Rio de Janeiro, Salamandra, 1997.
 *De hora em hora*, de Ruth Rocha. So Paulo, Quinteto Editorial, 1998.
<R->

               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo

Fim da Obra

<P>
Calendrio 2004

  Janeiro -- 2004
 dm sg t qr qn sx sb
 -- -- -- -- #a #b #c
 #d #e #f #g #h #i aj
 aa ab ac ad ae af ag
 ah ai bj ba bb bc bd
 be bf bg bh bi cj ca

  Fevereiro -- 2004
 dm sg t qr qn sx sb
 #a #b #c #d #e #f #g
 #h #i aj aa ab ac ad
 ae af ag ah ai bj ba
 bb bc bd be bf bg bh 
 bi

  Maro -- 2004
 dm sg t qr qn sx sb
 -- #a #b #c #d #e #f
 #g #h #i aj aa ab ac
 ad ae af ag ah ai bj
 ba bb bc bd be bf bg
 bh bi cj ca

<P>
  Abril -- 2004
 dm sg t qr qn sx sb
 -- -- -- -- #a #b #c
 #d #e #f #g #h #i aj
 aa ab ac ad ae af ag
 ah ai bj ba bb bc bd
 be bf bg bh bi cj

  Maio -- 2004
 dm sg t qr qn sx sb
 -- -- -- -- -- -- #a
 #b #c #d #e #f #g #h
 #i aj aa ab ac ad ae
 af ag ah ai bj ba bb
 bc bd be bf bg bh bi
 cj ca

  Junho -- 2004
 dm sg t qr qn sx sb
 -- -- #a #b #c #d #e
 #f #g #h #i aj aa ab
 ac ad ae af ag ah ai
 bj ba bb bc bd be bf
 bg bh bi cj

<P>
  Julho -- 2004
 dm sg t qr qn sx sb
 -- -- -- -- #a #b #c
 #d #e #f #g #h #i aj
 aa ab ac ad ae af ag
 ah ai bj ba bb bc bd
 be bf bg bh bi cj ca

  Agosto -- 2004
 dm sg t qr qn sx sb
 #a #b #c #d #e #f #g
 #h #i aj aa ab ac ad
 ae af ag ah ai bj ba
 bb bc bd be bf bg bh
 bi cj ca

  Setembro -- 2004
 dm sg t qr qn sx sb
 -- -- -- #a #b #c #d
 #e #f #g #h #i aj aa
 ab ac ad ae af ag ah
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  Outubro -- 2004
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  Novembro -- 2004
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  Dezembro -- 2004
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 Programa Nacional do Livro 
  Didtico -- PNLD 2004

FNDE/MEC

Cdigo: 212850L 
 Tipo: --
<R->
<T->
<P>
<F->
Hino Nacional

Letra: Joaquim Osrio Duque
  Estrada
Msica: Francisco Manoel da
  Silva 

Ouviram do Ipiranga as margens
  plcidas
De um povo herico o brado
  retumbante,
E o sol da Liberdade, em raios
  flgidos,
Brilhou no cu da Ptria nesse
  instante. 

Se o penhor dessa igualdade 
Conseguimos conquistar com brao
  forte,
Em teu seio,  Liberdade, 
Desafia o nosso peito a prpria
  morte! 

 Ptria amada,
Idolatrada, 
Salve! Salve! 

<P>
Brasil, um sonho intenso, um raio
  vvido
De amor e de esperana  terra
  desce, 
Se em teu formoso cu, risonho e
  lmpido,
A imagem do Cruzeiro resplande-
  ce. 

Gigante pela prpria natureza, 
s belo, s forte, impvido co-
  losso, 
E o teu futuro espelha essa gran-
  deza. 

Terra adorada, 
Entre outras mil,
s tu, Brasil, 
 Ptria amada! 

Dos filhos deste solo s me
  gentil,
Ptria amada,
Brasil! 

<P>
Deitado eternamente em bero
  esplndido,
Ao som do mar e  luz do cu
  profundo,
Fulguras,  Brasil, floro da
  Amrica,
Iluminado ao sol do Novo
  Mundo! 

Do que a terra mais garrida 
Teus risonhos, lindos campos tm
  mais flores;
"Nossos bosques tm mais vida,"
"Nossa vida" no teu seio "mais
  amores".

 Ptria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve! 

Brasil, de amor eterno seja
  smbolo
O lbaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro desta
  flmula
-- Paz no futuro e glria no
  passado.

Mas, se ergues da justia a clava
  forte,
Vers que um filho teu no foge 
  luta,
Nem teme, quem te adora, a pr-
  pria morte.

Terra adorada,
Entre outras mil,
s tu, Brasil,
 Ptria amada!

Dos filhos deste solo s me
  gentil,
Ptria amada,
Brasil!
<F+>

               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo
