< 20x30 interponto> Superbraille História em Quadrinhos Ano IV -- n.o 13 Julho/Setembro de 2025 Ministério da Educação Instituto Benjamin Constant Edição e Impressão na Divisão de Imprensa Braille Av. Pasteur, 350-368 -- Urca Rio de Janeiro -- RJ CEP: 22290-250 Tel.: (55) (21) 3478-4531 ~,http:ÿÿwww.ibc.gov.br~,

Diretor-Geral do IBC Mauro Marcos Farias da Conceição Comissão Editorial das Revistas em Braille do IBC Elaine Souza da Silva Geni Pinto de Abreu Hylea de Camargo Vale Assis João Batista Alvarenga Maria Luzia do Livramento Rachel Ventura Espinheira Rafael Bomfim Dutton

Autoras Hylea de Camargo Vale Assis Rachel Ventura Espinheira Ilustradora Leida Maria de Oliveira Gomes Diagramador Wanderlei Pinto da Mota Todos os direitos reservados para Instituto Benjamin Constant Av. Pasteur, 350/368 Urca -- CEP: 22290-250 Rio de Janeiro -- RJ Brasil

Copyright êCã Instituto Benjamin Constant, 2025 Superbraille / MEC / Instituto Benjamin Constant. Divisão de Imprensa Braille. n. 1 (2022) --. Rio de Janeiro : Divisão de Imprensa Braille, 2022 --. V. Trimestral Tipos ampliados ISSN 2965-0631

1. Infantojuvenil. 2. História em quadrinho. 3. Deficiência visual. 4. Revista -- Periódico. I. Superbraille. II. Ministério da Educação. III. Instituto Benjamin Constant. CDD-028.#ejhga Bibliotecário -- Edilmar Alcantara dos S. Junior -- CRB/7 6872

Descrição da capa _`[Imagem com fundo laranja e bolinhas amarelas. Na parte superior, centralizada, em letras vermelhas, lê-se: "Superbraille". Abaixo, à esquerda, em letras pretas, lê-se: "Ano IV -- n.o 13 -- 2025". Centralizada, a imagem de Luís/ /Superbraille; de perfil, Luís, cabelos castanhos com uma camisa azul-escura, e Superbraille, venda laranja nos olhos, com camisa azul- -clara, na qual, centralizado, há um retângulo amarelo

com seis pontos, representando a cela braille. Na parte inferior, à direita, logo do Instituto Benjamin Constant._`]

Quarta capa _`[Imagem com fundo laranja e bolinhas amarelas. Centralizado, um balão de estron- do laranja, com bordas pretas e pontiagudas, em letras azuis, em que se lê: "Superbraille". Na parte in- ferior, centralizado, logo do Instituto Benjamin Constant._`]

Apresentação As histórias em quadrinhos (HQs) são, sem dúvida, importantes meios para desenvolverem o hábito de leitura nas crianças. Histórias com personagens variados, textos curtos e sem complexidade fazem a alegria da garotada. É um gênero textual que circula nos variados espaços cotidianos: livros, materiais didáticos, jornais, revistas, provas de concurso, entre outros. Por essa abrangência, a Comissão Editorial das Revistas em Braille do Instituto

Benjamin Constant (IBC) percebeu que seria uma importante contribuição para o desenvolvimento da leitura das crianças cegas e com baixa visão a inserção de HQ na *Pontinhos*, revista infantojuvenil, editada desde 1959 pela Imprensa Braille do IBC, sendo distribuída em braille e no formato ampliado. No fim de 2019, na edição comemorativa dos 60 anos, a comissão inseriu as histórias do Superbraille na revista *Pontinhos*. Muitas aventuras e conselhos sobre acessibilidade foram conteúdos das HQs. O Superbraille é a identidade secreta de Luís, um menino na pré-adolescência, que se transforma em Super- braille, um herói cego, com o superpoder de converter textos impressos em tinta em textos em braille. Ele surge nas mais diversas situações do dia a dia, em livrarias, na escola, no banco, entre muitas ou- tras, trazendo acessibilidade para as pessoas cegas em condições de vulnerabilidade di- ante da ausência de recursos acessíveis. A Comissão Editorial recebeu retorno positivo dos assinantes. Muitos elogios e pedidos para que houvesse mais histórias com as aventuras do Superbraille. Assim sendo, a comissão pensou em dar mais espaço textual para as HQs desse herói tão cativante. Sem estender muito o conteúdo da *Pontinhos*, como fazer? Eis que surge a proposta de criar as HQs em volume separado, distribuídas trimestralmente tal qual a revista *Pontinhos*. Dessa forma, espera-se que as histórias em quadrinhos do Superbraille, ao promoverem a interação com esse gênero tão recorrente em nosso cotidiano, auxiliem no desenvolvimento do hábito de leitura das crian- ças cegas e com baixa visão, fazendo com que entrem em contato com a língua escrita, adquirindo conhecimentos linguísticos, como ortografia e pontuação; que desenvolvam o senso crítico ao serem discutidas as questões de ausência de acessibilidade; e que, so- bretudo, as insiram em uma sociedade letrada, multimodal, permitindo-lhes, também, valerem-se do lúdico para acessar a imaginação e a fantasia. Comissão Editorial

_`[Superbraille em "NA BIENAL" em vinte e um quadrinhos: Q1: Alunos entram no ônibus e alguns esperam na frente dele. O narrador diz: “Os alunos da escola de Gigi e Luís estavam alvoroçados. Falatório, risadas, gritaria... tudo isso porque estavam aguardando o ônibus que os levariam à Bienal do Livro.” Q2: Luís, olha para ela e pergunta: “Gigi, você não está muito animada, né?” Gigi responde: “É, Luís, porque sei que não tem livros em braille. Estou animada para o passeio, mas queria também ler alguns livros, como todos vocês.” Q3: Luís diz: “Te entendo, mas o Superbraille sempre pode ajudar, você sabe?!” Gigi, com a sobrancelha franzida, diz: “Sim, mas queria que os organizadores se preocupassem mais em trazer acessibilidade para as pessoas cegas, com estandes que tivessem livros em braille.” Q4: Professora na frente do ônibus e de frente para os alunos. O narrador diz: “Nesse instante, a professora de língua portuguesa,

chama os alunos para entrarem no ônibus, e Gigi sorri, esquecendo um pouco esse assunto.” Luís grita: “Bora, pessoal! Vai ser muito legal!” Q5: O narrador diz: “Todos sobem, e o ônibus segue viagem. Depois de 1 hora, chega à Bienal.” Q6: Todos descem do ônibus e Luís diz: “Vamos, Giovanna! O que você quiser ler, é só falar!” Gigi diz: “Ok, Luís, ok!” Q7: O narrador diz: “Os dois entram nos pavilhões da Bienal e mergulham no universo literário. É estande, falatório, sessões de autógrafo e muito mais.” Q8: O narrador diz: “Eles param em um estande.” O expositor do estande segura um livro e Luís diz: “Gigi, o livro que a professora passou ý"Senhoraý", de José de Alencar.” Os meninos de frente para o estande. Gigi pergunta: “Em braille?” Q9: Luís diz: “Não, né! Em tinta, mas se quiser... ý"podemos dar um jeitoý"...” Gigi segura o livro e diz: “Tá aí, quero sim, pelo menos ler um pouquinho...”

Q10: O narrador diz: “Luís vai até um local mais discreto, troca a bengala de mão e volta como Super- braille.” Q11: Superbraille, pegando o livro da mão de Giovanna, diz: ”E aí, Gigi, é este o livro? Quer ele todo em braille?” Gigi repsonde: “Não, apenas a introdução, quero só ter o gostinho de ler alguma coisa durante a Bienal”. Superbraille diz: “Ok, seu desejo é uma ordem.” Q12: O narrador diz: “Superbraille abre o livro e passa a mão sobre as páginas da introdução. Enquanto isso, se forma uma aglomeração ao redor deles, todos querem assistir à transformação e ficam maravilhados.” Q13: Superbraille entrega o livro à Gigi, que diz: “Obrigada, Superbraille, vou ler o que você acessibilizou pra mim...” Q14: Nesse instante, um dos colegas dela chega gritando: “Gigi!!!!!!!! Você não sabe o que encontrei no outro pavilhão? Um estande do Instituto Benjamin Constant!!!!” Gigi, vira para ele com os olhos arregalados e diz:

“Meu Deus!!!!!!!!!!! Tá brincando??????” Q15: O colega, de frente para eles, diz: “Não, é sério! Com um monte de livros em braille e distribuindo gratuitamente pra pessoas cegas.” Gigi diz: “Me leva lá!!! Agora!!!” Q16: Superbraille pergunta: “Posso ir com vocês também?” Ambos respondem: “Claro, bora lá!” Q17: O narrador diz: “Os três saem em direção ao outro pavilhão e chegam ao

estande do IBC. Gigi começa a tocar em tudo que ý"vêý". Fica enlouquecida.” Uma das expositoras pergunta: “Oi, como é seu nome?” Gigi responde: “Giovanna. E o seu?” A expositora diz: “Professora Helena”. Q18: Gigi diz: “Gente! Que ideia genial! Um estande do IBC aqui! Isso é inclusão, agora sim, estou contente por ter vindo. Professora Helena, vocês, por acaso, têm o livro ý"Senhoraý" em braille?” Professora Helena, com um sorriso no rosto, responde:

“Sim!!! Temos vários clássicos em braille. Vou te dar um exemplar de Senhora”. Q19: Nesse momento, Super- braille diz: “Sortuda, hein, Gigi! Que legal! Agora você vai poder ler inteirinho!” Gigi diz: “Nossa! Nem estou acreditando!” Q20: Professora Helena entrega o livro para Giovanna e diz: “Aqui está! Você ainda não é sócia do Clube do Livro em Braille? Porque está no catálogo.” Gigi diz: “Já fiquei sabendo, mas ainda não me

associei. Vou ter de colocar isso como prioridade”. Q21: Superbraille, de frente para o estande, diz: “Bora passar por todos os livros que estão aqui. Hoje nem preciso ý"trabalharý", só curtir com você essas leituras incríveis que estão aqui”._`] õoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõo

_`[Superbraille em "INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL" em vinte quadrinhos: Q1: O narrador diz: “Na sala da Galáxia da Acessibilidade, o Poderoso Punção está preocupado com o rumo que está tomando a Inteligência Artificial no mundo, principalmente porque acabou de ver, em seu painel, uma escola receber um material gerado por IA com muitos problemas.” Q2: Poderoso Punção, de frente, diz: “Vou chamar o Superbraille pra ajudar a

organizar esse material e pedir à Gigi que venha com ele.” Q3: O narrador diz: “Luís e Gigi estavam brincando no quintal com Noel e Kadu. A bengala vibrou, eles se olharam, inclusive os cachorrinhos também.” Luís muda a bengala de mão, Gigi pega no braço dele e gritam: “Simbora pra Gada!”, e os cachorrinhos latem: “Au, a uau!” Q4: O narrador diz: “Os quatro chegam à sala do Poderoso Punção.” Q5: Superbraille pergunta: “Oi, chefe, o que tem para nós?” Q6: Poderoso Punção, olhando para o telão, responde: “Uma missão difícil nos dias de hoje... mas antes deixa eu dizer uma coisa... esses dois caninos estão se dando muito bem, né? Qualquer hora dessas vou enviar uma missão só pra eles, aguardem...” Gigi, de frente para ele, pergunta: “Mas qual é o problema, chefe?” Q7: Poderoso Punção diz: “Vi no telão uma escola que recebeu livros em braille, mas as descrições foram feitas por IA, sem que um

humano lesse depois. Está uma lástima.” Gigi diz: “Eita! Como pode isso?” Q8: Poderoso Punção, no meio dos cães e com a mão na cabeça do Kadu, diz: “Pois é, então quero que vocês cheguem lá, avisem à professora, porque ela não sabe braille, e façam as devidas correções, ok?” Superbraille diz: "Sim, já entendi a missão chefe. Partin..." Poderoso Punção diz: "Calminha aí, Super- braille! Você e Gigi vão sozinhos; Kadu e Noel vão ficar comigo porque

preciso atualizar algumas configurações neles, certo?” Superbraille e Gigi respondem: “Beleza! Voltamos já amiguinhos!” Q9: Gigi segura em seu braço e narrador diz: “Assim... Eles partem para a Escola Recanto do Saber... onde encontram a professora na sala organizando o material de aula... sem conhecimento do que está errado...” Q10: Professora sentada à mesa, em pé ao seu lado os meninos, e Superbraille diz: “Olá, prof.! Sou Superbraille, esta é minha amiga Gigi! Viemos pra ajudar a senhora, porque o material em braille, em alguns exercícios, não está correto.” A professora, de olhos arregalados, diz: “Nossa! Vocês me deram um susto! Já tinha ouvido falar de você, Superbraille, mas pensei que fosse fruto da imaginação do Serginho, que é o meu aluno cego. Não é que você existe mesmo!” Q11: Todos de pé. Super- braille, sorrindo, diz: “Sim, existo!!!” Gigi pergunta: “Professora, qual é o livro que vai usar com o Serginho?” Q12: A professora apresenta o livro de história e diz: “É este aqui, de História do Brasil. Ele tem muitas gravuras, todas vieram com as descrições”. Q13: Gigi pega o livro e diz: “Aí está o problema. Essas descrições foram feitas por IA, e algumas não estão de acordo com a imagem. Deixa eu ver aqui...” Q14: O narrador diz: “A professora abre o livro em tinta e vai acompanhando Gigi na leitura das imagens descritas e checando com o original.”

Q15: Gigi começa a fazer uma leitura de uma das descrições: “Ilustração colorida mostrando quatro personagens animados em um cenário de praia. À esquerda, dois personagens com aparência semelhante, possivelmente gêmeos, estão de frente um para o outro, segurando raquetes de praia amarelas e uma pequena bola branca. À direita, em primeiro plano, um personagem com barba e óculos segura um sorvete de casquinha em uma mão e um mapa do tesouro na outra”. Q16: A professora, com olhos arregalados e boca aberta, acompanhou a leitura da menina e diz: “Meu Deus, o que é isso? A imagem no livro é da época do descobrimento do Brasil, com portugueses e indígenas fazendo ý"escamboý". A IA chama de gêmeos os indígenas, o espelho de raquete, o brilho que reluz do ouro de bola branca e o cordão que o português segura de sorvete de casquinha... em 1500... Nossa, com essa descrição, o Serginho ia ficar todo confuso”. Q17: Gigi diz: “Caramba, a gente, pessoa cega, imagina outro cenário. Então, professora, é isso que viemos fazer aqui, organizar essas descrições, porque tem mais, segundo ficamos sabendo”. Q18: O narrador diz: “Gigi cria outro texto para essa descrição e para todas as que foram encontradas no material. Foi um trabalho em conjunto, Gigi dita a descrição, a professora escreve em tinta e Superbraille passa a mão e transforma em braille.” Q19: A professora bate na mão de Gigi e diz: “Em todo esse material coloquei a página em tinta e em braille nas folhas que fizemos e vou repassar pro Serginho. Nem sei como agradecer a vocês dois, muito obrigada”. Superbraille diz: “Estou aqui pra ajudar sempre”. Gigi diz: “Eu também”. Q20: A professora, segura o livro e diz: “A tecnologia veio para nos ajudar, mas é preciso sermos inteligentes ao usarmos a da Inteligência Artificial porque não é válido abrir mão da leitura humana, principalmente em materiais tão específicos quanto os impressos em braille. Vou informar à direção sobre o ocorrido para

que os materiais produzidos possam chegar até a sala de aula com mais qualidade”._`] õoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõo

_`[Superbraille em "FÉRIAS...? SERÁ?" em dezessete quadrinhos: Q1: Um de frente para o outro e o narrador diz: “Superbraille e Poderoso Punção estão na sala de imagens de Gada.” Poderoso Punção diz: “Superbraille, você tem feito um trabalho muito bacana”. Superbraille diz: “Obrigado, chefe. Eu me esforço bastante, mas a parceria com a Giovanna, as mascotes, somos um grupo”. Q2: Poderoso Punção diz: “Sem dúvida que vocês são uma equipe de sucesso, mas o seu papel é fundamental. Por isso...” Com um ponto de interrogação sobre sua cabeça, Superbraille pergunta: “Por isso... o quê, chefe?” Q3: Poderoso Punção diz: “Por isso... vou dar uns dias de férias pra você... vai descansar... não precisa se preocupar que a bengala não vai vibrar nos próximos 10 dias”. Superbraille grita: “Oba! Que bom, Luís vai viajar com os pais e, dessa vez, nada de tropeços estranhos... Obrigado, chefe! Estou me mandando... Partiu férias!!!” Q4: Poderoso Punção, de frente e sorrindo, diz: “Vai lá, Superbraille. Descanse!” Q5: O narrador diz: “Superbraille chega ao quarto e troca a bengala de mão, voltando a ser Luís.” Luís, com um sorriso no rosto, pensa em um avião e: “Nossa! Vou poder viajar sem precisar dar explicações toda vez que eu sumir”. Q6: O narrador diz: “No dia seguinte, Luís e sua família vão para o aeroporto embarcar para Orlando. Vão todos para a Disney. Uma empolgação só.” Aviões sobrevoam e a mãe de Luís pergunta: “Luís, você está com um olhar tão relaxado, por que não deixou essa bengala em casa, menino?” Luís, rindo, responde: “Ah, mãe, sabe que esse é meu estilo!!! Mas estou bem relaxado mesmo, vamos curtir muito essas férias!!!” Q7: O narrador diz: “Todos estão se encaminhando para passarem as bagagens de mão na esteira e pelo raio X antes de entrarem na sala de embarque. De repente, escutam o agente da polícia federal falando na esteira ao lado.”

Q8: O agente diz: “A senhora não pode levar na bagagem de mão essa embalagem de shampoo com 250 mL. Só é permitido até 100 mL”. A senhora diz: “Mas eu não sabia, não posso deixar aqui, é muito caro”. Q9: Luís com a mão na testa. O agente pergunta: “A senhora não leu as instruções de viagem no site?” A senhora responde: “Como o senhor pode ver, sou cega, e provavelmente deve ter havido uma falha com meu leitor de tela. Até imprimi, mas não está em braille, logo não posso ler. O senhor não tem esse direito”. O agente diz: “Senhora, não posso ir contra as regras...” Q10: Luís com a mão na testa e cabeça erguida, pensa: “Lá se vai meu relaxamento de férias.” Q11: Luís de frente para a família, diz: “Mãe, tô com dor de barriga. Já passei pelo RX, vou lá no banheiro”. A mãe diz: “Vai correndo!” Q12: O narrador diz: “Luís vai até uma pilastra e troca a bengala de mão...” Q13: Superbraille se aproxima da senhora e diz: “Poderia me dar o papel impresso? Vou transcrever as normas para o Sistema Braille”. Q14: A senhora entrega para o Superbraille, que passa a mão sobre o papel. Superbraille diz: “Pronto! Agora a senhora já pode ler as orientações”. Q15: O agente de boca aberta, olha para a senhora que lê o papel em braille e diz: “Senhor, me desculpe, de fato aqui está escrito que não podemos levar recipiente com mais de 100 mL. Mas também queria que o senhor entendesse a minha surpresa

porque eu não tinha esse conhecimento, pois o meu leitor de tela falhou e não me repassou essa informação”. Q16: O agente diz: “Tudo bem, senhora, entendi o que aconteceu. Nem sempre a tecnologia é eficaz”. Superbraille, com a mão direita para cima, diz: “É, mas o impresso não falha nunca!” Q17: O narrador diz: “Superbraille sai do local e troca a bengala de mão.” Luís, sorrindo, pensa em Superbraille e diz: “É, missão é missão! Já vi

que essas ý"fériasý" estão só começando...”._`] õxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo Fim da Obra Produzido e distribuído pela Divisão de Imprensa Braille do Instituto Benjamin Constant. :::::::::::::::::::::::: Distribuição gratuita de acordo com a Lei n.o 9.610, de 19/02/1988, art. 46, inciso I, alínea *d*.