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pontinhos_edicao_340.txt

Atualizado em 25/11/2022 15h40

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Conteúdo do arquivo

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        PONTINHOS         o
                            o
   Ano LII -- n.o 340   o
  julho-setembro de 2011   o       
       Instituto           o
   Benjamin Constant      o      
 Diretora-Geral do IBC  o
    Sra. Maria Odete     o
      Santos Duarte       o
  Fundador de Pontinhos   o
     Prof. Renato         o
    M. G. Malcher        o
    Responsvel por        o
       Pontinhos           o 
    Kate Q. Costa        o
   Imprensa Braille       o
        do IBC            o
                            o
  Av. Pasteur, 350-368  o
  Urca, Rio de Janeiro,  o
      RJ -- Brasil       o
        22290-240         o
  Tel.: (21) 3478-4457  o
                            o
     Pas Rico  Pas   o
       sem Pobreza         o
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<F+>
          Sumrio
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          Seo Infantil
A Vov Conta Histrias:
  O Nariz do 
  Palhao ::::::::::::::: 1
  Por que o Linguado  
  um Peixe to Fi-
  ninho? ::::::::::::::::: 4
  O Lobo e a Cabra :::: 8
Divertimentos:
  O que , o que ? ::: 9
  S Rindo ::::::::::::: 12
Vamos Aprender:
  Cada Letrinha Comea
  uma Palavrinha :::::::: 13
Para voc Recitar:
  O Cavalinho 
  Branco :::::::::::::::: 14
Zoologando:
  Os Golfinhos ::::::::: 15
Historiando:
  Ciclopes :::::::::::::: 19

          Seo Juvenil
Narrando a Histria:
  1854 -- Sobe! :::::::: 20
  Quais Eram os Passa-
  tempos dos 
  Egpcios? ::::::::::::: 22
  Quem Foram os 
  Druidas? :::::::::::::: 26
Danar para Comu-
  nicar :::::::::::::::::: 27
Conhecendo nossos
  Escritores:
  Joaquim Maria Machado 
  de Assis :::::::::::::: 31
O Reino das Borbo-
  letas  ::::::::::::::::: 33
No custa Saber :::::::: 38
Breve Histria do 
  Chiclete :::::::::::::: 39
Nosso Brasil:
  Centro Cultural do
  So Francisco :::::::: 41
O Trem da Morte ::::::: 43
Curiosidades :::::::::::: 45
O Canto das Baleias 
  em Alto-Mar :::::::::: 47
Ecoando:
  gua Tratada ::::::::: 51
Quem Financia a 
  ONU? ::::::::::::::::: 54
Conhecendo o Mundo:
  Buto ::::::::::::::::: 56
Vlad III :::::::::::::: 59
Ameno e Instrutivo:
  Saiba o que So 
  Fsseis ::::::::::::::: 62
Tatuagem :::::::::::::::: 64
Importncia da 
  Leitura ::::::::::::::: 68
 til Saber:
  Amor Incon-
  dicional ::::::::::::::: 69
  O Folclore da Regio
  Norte ::::::::::::::::: 72
  Brasil, um Pas com 
  Nome de rvore ::::::: 74
O Dicionrio
  Esclarece ::::::::::::: 77
Fontes de Pesquisa ::::: 78
Ao Leitor :::::::::::::: 79
<F+>
         ::::::::::
<T+1>
          Seo Infantil
          A Vov conta Histrias
          O Nariz do Palhao
          
  Certa vez, instalado numa cidade grande, o Circo Baguna Benfeita dava mais um espetculo.
  -- Mocot,  a sua vez de entrar no picadeiro! A crianada est esperando voc!
  Era a voz de Lambari, chamando o palhao para fazer suas estripulias de sempre.
  Mocot suspirou fundo, escovou as pontas dos sapatos de bico fino, ajeitou o elstico da cintura e respondeu:
  -- J estou indo... j estou indo...
  Mocot deu dois passos, mas parou.
  -- U, onde est meu nariz de bola vermelha?
  Sem saber onde estava seu nariz de bola vermelha, Mocot voltou ao camarim reclamando:
  -- Palhao sem nariz de palhao no  palhao! Que  que eu fao sem nariz de palhao?
  Como no tinha ningum no camarim, o palhao ps-se a procurar seu nariz.
  Meteu a mo dentro do ba do mgico Z Gog e puxou trs dzias de coelhos, sete lenos coloridos, oito guarda-chuvas, quatro pombos, quinze dzias de flores, trs pares de meias, duas cuecas e... nenhum nariz de bola vermelha de palhao.
  Procura que procura e nada de achar. 
  Ele deu uma olhada geral no camarim: roupas penduradas, perucas, bolas, armao de ferro, palmatria, cadeiras, espelho, tudo, menos seu nariz de bola vermelha.
  -- S falta olhar na caixinha do Domador de Pulgas... mas no sei se devo mexer com as pulgas... esses bichos...
  De novo o grito do dono do circo:
  -- Ei, Mocot, o pessoal no aguenta mais esperar!
  Mocot nem respondeu. Apavorado, quase chorando, aproximou-se da caixa de pulgas e espiou pelo buraquinho. As pulgas, danadas, brincalhonas, foram logo fazendo gozao com o palhao:
  -- Palhao boboca, nariz de pipoca! Palhao boboca, nariz de pipoca!
  Mocot at gostou da brincadeira e pensou: 
  -- Se elas disseram que eu tenho nariz de pipoca,  porque eu tenho, ora bolas!.
  Ele deu meia-volta no corpo e foi em direo ao espelho do camarim.
  Surpresa!
  -- E no  que o meu nariz de bola vermelha est em cima do meu nariz de verdade?
  Satisfeito, Mocot no esperou o dono do circo cham-lo outra vez. Botou um grande sorriso preto e branco embaixo do nariz de bola vermelha e entrou no picadeiro, gritando:
  -- Hoje tem espetculo? 
  E a plateia alegre respondeu em coro:
  -- Tem, sim senhor!
 ***
          Por que o Linguado  um Peixe to Fininho?

  H muito tempo vivia no oceano um peixinho que adorava fazer perguntas: 
  -- Ser que existe alguma coisa alm do mar e dos peixes? De que tamanho  o oceano? De onde vem toda essa gua?.
  Os outros peixes ficavam atrapalhados com tantas perguntas. Mas, um dia, o peixinho encontrou um peixe sbio:
  -- O oceano  IMENSO! -- ele contou -- mas tambm existem rios e riachos, onde se podem ver as duas margens ao mesmo tempo. No oceano, isso  impossvel... A gua dos rios vem do cu e da terra. A que vem da terra brota das fontes.  uma coisa incrvel: a gua sai do cho como se fosse uma flor.
  Desde esse dia, o peixinho cismou que queria ver uma fonte.
  Os outros peixes zombavam dele:
  -- Voc  doido, nunca vai conseguir chegar l. A gua dos rios no tem sal, voc vai morrer se tentar.
  Mas o nosso peixinho era teimoso e curioso. Ele nadou, nadou, atravessando o oceano. A viagem durou tanto tempo que ele foi crescendo e ficando mais gorducho!
  A paisagem tambm foi mudando pouco a pouco. Um dia, ele perguntou a um cardume, que passava como encontrar o caminho.
  -- Basta seguir a gente! -- responderam os peixes.
  Ele tinha perguntado aos salmes. Eles conhecem bem o caminho, porque sobem o rio todos os anos.
  Nadar contra a correnteza no  fcil.  preciso lutar contra a fora da gua. O peixinho quase sufocou vrias vezes. Felizmente, os salmes arranjaram um lugar para ele no elevador de peixes. Mesmo assim, parecia que a viagem nunca ia acabar. O peixinho fazia bolhas e pensava: 
  -- Esta gua aqui  muito sem graa, no tem sal! Mas no faz mal, estou chegando perto e daqui a pouco vou ver a fonte".
  De repente, ele pulou de alegria. Acabava de ver duas margens ao mesmo tempo.
  -- O peixe sbio tinha razo! -- ele disse. 
  Ento, ele encontrou uma truta e perguntou a ela:
  -- O que  aquilo na margem do rio?
  -- Preste ateno.  um pescador. Tome cuidado com seu anzol. Se ele fisgar voc, adeus fonte...
  O peixinho se desviou e seguiu seu caminho.
   medida que ele continuava, o rio ia ficando mais estreito e raso. Logo sua barriga estava raspando nas pedras do fundo.
  -- Deve estar quase chegando! -- ele pensou. 
  Ento, para no raspar no fundo, o peixinho encolheu a barriga, se esticou e foi ficando to fino quanto conseguiu. Passou at vrios dias sem comer. Queria ficar cada vez mais achatado.
  E foi assim que o peixinho gorducho ficou... bem fininho. E conseguiu, enfim, chegar ao lugar maravilhoso onde a gua brota da terra como se fosse uma flor. Ele passou bastante tempo escutando o barulhinho da fonte. Depois, todo contente, voltou para o oceano.
  Desde esse dia, mesmo comendo muito, o nosso peixinho nunca mais engordou.
  Dizem que foi buscando a fonte que o linguado se tornou um peixe bem achatado e fininho!
 ***
          O lobo e a cabra

  Um lobo viu uma cabra pastando no alto de um rochedo. Como no podia chegar at ela, ele lhe disse:
  -- Desa, senhora cabra, aqui o pasto  melhor e h mais comida!
  A cabra, que j conhecia a esperteza do lobo, respondeu:
  -- O senhor pensa que sou tola? Bem sei que est preocupado apenas com seu prprio alimento!
  Moral: Duvide dos conselhos dos inimigos.
 ::::::::::
          Divertimentos
          O que , o que ?

  1. O que o tomate foi fazer no banco?
  R: Tirar um extrato.
  2. O que o advogado do frango foi fazer na delegacia?
  R: Soltar a franga.
  3. Quem  que casa, mas continua solteiro?
  R: O padre.
  4. O que  um pontinho vermelho pulando na feira? 
  R: Um caqui-perer
  5. O que o micrbio filho com frio disse para o micrbio pai?
  R: Me cobrio
  6. Do que se deve encher um barril para que ele fique mais leve? 
  R: De furos
  7: Com qual planta o jardineiro deve tomar cuidado?
  R: Com a planta do p.
  8. Qual a maior injustia do Natal?
  R: O peru morre e a missa  do galo.
  9. Quem nasce no rio, vive no rio, morre no rio, mas s se molha se quiser?
  R: O carioca.
  10. Voc sabe o que  que no sai nunca da cabea das pessoas?
  R: O crebro
  11. Como se faz para ganhar um chokito?
  R: Coloque o dedito na tomadita.
  12. O que  uma molcula? 
  R: Uma menina muito sa-
 peca.
  13. Havia cinco patos na beira do rio. Um caador deu um tiro e matou um. quantos ficaram?
  R: Um s. O resto saiu voando.
  14. Qual  o mar que gosta de bater nos pregos?
  R: Martelo.
  15. Um homem est montando um prespio. Qual  o nome deste homem?
  R: Armando Nascimento de Jesus.
  16. Sabe como um surfista pede socorro sem usar consoantes?
  R:  o au a .
  17. O elefante est de um lado do rio e quer atravessar para o outro, mas a ponte est quebrada. Como ele chegar do outro lado?
  R: Molhado.
  18. De qual animal o vampiro gosta?
  R: Girafa.
  19. Quais so as vacas mais musculosas?
  R: As malhadas.
  20. Por que o urso polar no come pinguins?
  R: Porque o urso polar 
<P>
vive no Polo Norte e os pinguins no Polo Sul.
  ***
          S Rindo

  Irmo burro
  Dois meninos conversam no recreio:
  -- Meus irmozinhos gmeos so superinteligentes. Imagine que eles sabem at dizer os prprios nomes de trs para a frente.
  -- Que maravilha! E como eles se chamam? -- pergunta o outro, curioso.	
  -- Ana e Otto.

  Se um co bater  tua porta, no abras. No  co, que co no bate.
  
  Uma galinha diz a outra durante a Pscoa: 
  -- Eu no entendo como os coelhos conseguem botar ovos de chocolate?!

  A criana na hora do lanche:
  -- Papai, eu no gosto deste queijo cheio de buracos. E o pai:
  -- Ento come s o queijo e deixa os buracos no canto do prato.
 ::::::::::
          Vamos Aprender
          Cada Letrinha 
          Comea uma Palavrinha

  Com A escrevo amor.
  Com B bola de cor.
  Com C eu tenho corpo, cara e corao.
  Com D ao meu dispor escrevo dado e dor.
  Com E eu sinto emoo!
  Com F falo flor.
  Com G eu grito gol.
  Com H de haver, eu posso harmonizar.
  Com I desejo ir.
  Com J volto j.
  Com L tenho luar.
  Com M escrevo mo, mame, manjerico.
  Com N digo no e o verbo nascer.
  Com O eu posso olhar.
  Com P paparicar
  Com Q eu quero querer.
  Com R posso rir.
  Com S sapoti.
  Com T Tamandu.
  Com U Urubupung.
  Com V juro que vi.
  Com X fao xixi.
  No fim o Z da zebra.
 ::::::::::
          Para voc Recitar
          O Cavalinho Branco
          Ceclia Meireles

<R+>
  tarde, o cavalinho branco
 est muito cansado: 

 mas h um pedacinho do campo
 onde  sempre feriado.
 
 O cavalo sacode a crina
 loura e comprida
 
 e nas verdes ervas atira
 sua branca vida.
 
 Seu relincho estremece as 
  razes
 e ele ensina aos ventos
 
 a alegria de sentir livres
 seus movimentos.

 Trabalhou todo o dia, tanto! 
 Desde a madrugada!  

 Descansa entre as flores, 
  cavalinho branco, 
 de crina dourada!
<R->
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          Zoologando
          Os Golfinhos

  Os golfinhos so fascinantes mamferos aquticos: alm da desenvoltura no nado, dos saltos incrveis, podem aprender altos truques e realizar divertidas acrobacias.
  Nas praias brasileiras nadam vrias espcies de golfinhos. Uma delas j virou smbolo da Baa de Guanabara. Mas os rios do norte do Brasil, da bacia amaznica, abrigam espcies muito particulares de golfinhos, como o boto-vermelho e o tucuxi, ambos ameaados de extino.
  Baleias e golfinhos so mamferos aquticos que recebem o nome geral de cetceo, palavra formada por duas outras: a latina cetus, que significa grande animal marinho, e a grega ketos, que quer dizer monstro marinho.
  O boto-vermelho e o tucuxi so os nicos cetceos de gua doce do Novo Mundo. Vivem na bacia amaznica e quase exclusivamente nas mesmas reas. Alimentam-se basicamente de peixes, mas no chegam a brigar por causa de comida: cada um deles prefere uma espcie e um tamanho diferente de peixe.
  O boto-vermelho  o maior golfinho de gua doce do mundo. Pode medir 2 metros e 80 centmetros e pesar 180 quilos. A nadadeira do dorso de um boto-vermelho  baixa e tem forma de quilha de barco. As nadadeiras peitorais so largas e grandes, capazes de produzir movimentos circulares para frente e para trs.
  Como tem um "pescoo" que lhe permite movimentar a cabea, para cima, para baixo e para os lados, e como seu corpo  bastante flexvel, o boto-vermelho pode nadar entre as rvores das florestas alagadas da Amaznia, os igaps, e fazer manobras em guas bastante rasas, capturando o peixe com um simples movimento lateral de cabea sem precisar deslocar o corpo todo.
  A cor do boto varia desde o cinza-escuro at uma tonalidade rosada. Da o nome popular de boto-vermelho ou boto-cor-
 -de-rosa. Muitos tm o ventre e a parte lateral do corpo cor-de-rosa, mas o dorso  cinza ou malhado. Aparentemente a cor varia com a idade: nascem cinza-escuros; quando vo envelhecendo, e de acordo com o tipo de gua em que vivem, ficam cada vez mais rosados.
  Os botos tm hbitos solitrios. De vez em quando so vistos em grupos de dois, me e filhote. s vezes renem-se em grupos de 15 a 30. Tendem a atacar presas solitrias que vivem no fundo do rio ou as que vivem em cardumes temporrios. Os alimentos preferidos so pescadas, peixes lisos em geral, bagres e bacus, todos com tamanho entre dez e 80 centmetros.
  O tucuxi  um dos menores golfinhos do mundo. O maior que j encontramos em nossas pesquisas media um metro e 52 centmetros e pesava 55 quilos. Ele tem cor de chumbo no dorso e rosada no ventre.
  Como todas as outras espcies de golfinhos de gua doce do Velho Mundo, o boto e o tucuxi tambm esto ameaados. Primeiro por causa da pesca desmedida, pois as redes e as malhadeiras lanadas aos rios 
acabam capturando botos e tucuxis.
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          Historiando
          Ciclopes

  Os ciclopes eram figuras mitolgicas na Grcia Antiga. Os gregos acreditavam na existncia destes monstros gigantes de apenas um olho. A palavra deriva do grego, onde kylos significa crculo e ops, olho.
  Acredita-se que a origem destas figuras mitolgicas esteja relacionada com esqueletos de crnios de elefantes encontrados pelos gregos. Como no crnio do animal havia um orifcio grande e central (espao da tromba), os gregos podem ter acreditado que eram de monstros gigantes de um olho s.
  No poema pico grego "A Odisseia", aparece a figura do ciclope Polifemo, que  alimentado pelo heri grego Odisseu (Ulisses).
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          Seo Juvenil
          Narrando a Histria
          1854 -- Sobe!

  De cartola e barba bem aparada, l estava um mecnico sem grandes perspectivas, aos 42 anos, de p na plataforma. Ela estava sendo iada por uma corda enrolada num cilindro, sobre a multido de espectadores de uma feira de Nova Iorque em 1854. De repente, Elisha Graves Otis mandou que cortassem a corda. A multido engoliu em seco. A plataforma caiu alguns centmetros e estancou. Otis tirou a cartola e gritou: "Tudo bem, meus senhores, tudo bem!" Assim nasceu a metrpole e seus arranha-cus.
  Ao desenhar a mola que engatava dentes de ferro em entalhes dos trilhos-guias quando a tenso do cabo afrouxava, Otis criou o primeiro elevador de segurana. Pena que morresse sete anos depois devendo 3 mil dlares e sem ver sua inveno mudar a cena urbana do planeta. Seu smbolo mximo  o Empire State Building: 10 milhes de tijolos, 6.400 janelas e 102 andares, que se podem ver de 80 quilmetros mar adentro -- e escalar em poucos minutos.
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          Quais Eram os Passatempos dos Egpcios?
          
  A riqueza e a qualidade de vida, proporcionadas pelo rio Nilo aos habitantes das suas margens, fizeram dos egpcios uma das maiores civilizaes da Histria. As evidncias reunidas at hoje sobre o dia-a-dia dessa sociedade indicam que, no seu apogeu, entre 1550 e 1196 a.C, as pessoas passavam grande parte do tempo em atividades de lazer. Alguns exemplos de jogos foram encontrados em desenhos nas tumbas de Saqqara e continuam sendo jogados at hoje, como o handball. Jogos de tabuleiro tambm eram famosos entre a populao.
  A maioria das atividades era praticada por membros da mesma famlia. Diferentemente dos gregos e dos romanos, os egpcios no se envolveram tanto em passatempos pblicos, como ir a teatros ou estdios. Por isso, parte de sua contribuio foi para a cincia, com prticas mdicas avanadas para seu tempo. Eram mestres em anatomia humana e na cura de ferimentos e doenas, experincias adquiridas por meio da mumificao.
  Alm disso, os egpcios so responsveis pela criao dos cosmticos. Mulheres e homens passavam algumas horas do dia se dedicando  fabricao de perfumes e maquiagens.
  O casamento e a famlia eram valores no muito diferentes daqueles que conhecemos hoje. Para os egpcios, o casamento era considerado um lao sagrado. Durante muito tempo acreditou-se que os homens podiam ter vrias mulheres. Com exceo dos reis, isso no era verdade entre os homens comuns, que se casavam uma segunda vez somente se sua primeira mulher no tivesse condies de engravidar.
  As famlias eram grandes, com 8 a 12 filhos. Cada um tinha um papel definido. O pai trabalhava o dia todo para o sustento dos filhos. Nas famlias menores, a me era responsvel por tudo o que acontecia dentro de casa. Nas casas mais ricas, servas eram pagas para ajudar a cozinhar e limpar. As crianas tambm ajudavam no trabalho de casa, principalmente as filhas. Os meninos eram educados para o trabalho, pois a sociedade exigia que se casassem cedo. Acredita-se que os egpcios tenham inventado a harpa por volta de 3100 a.C. Ao lado da flauta, ela  um dos instrumentos mais antigos da histria.
  Apesar de ser mencionada na maioria das tradues da B-
 blia, a "harpa bblica" era, na verdade, uma ctara, um tipo de lira com dez cordas. As harpas fabricadas por egpcios continuaram a evoluir em diferentes regies do mundo. O instrumento s comeou a ter sons diferentes para cada corda na segunda metade do sculo XVII. Em 1700, um mecanismo foi desenvolvido para permitir que um pedal fosse conectado  harpa, o que a deixou parecida com o instrumento que vemos hoje nas orquestras.
  As mulheres eram livres para procurar emprego fora de casa. Algumas trabalhavam como danarinas nos templos e durante os festivais. As servas jovens apresentavam-se junto com ginastas e malabaristas, enquanto os msicos tocavam.
  Muitas mulheres tambm trabalhavam como empregadas e babs para famlias mais ricas. Aquelas que tinham condies de estudar, se tornavam mdicas. Outras abriam pequenos negcios, como perfumarias e lojas de tecido. Tais atividades aumentavam a renda familiar e contribuam para o desenvolvimento da sociedade.
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       Quem Foram os Druidas?
       
  "Consta que faziam julgamentos, decretavam penas e at promoviam sacrifcios humanos entre os celtas", diz o historiador Edgard Leite, da 
 Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Esse povo habitou a Europa ocidental at ser dominado pelos romanos, no sculo I a.C. Os druidas eram seus sacerdotes. A principal fonte de informaes sobre eles  o imperador romano Jlio Csar. Segundo Csar, alguns tinham muito prestgio e eram considerados intermedirios entre o mundo dos deuses e o dos homens. Suas reunies, cercadas de mistrio, aconteciam nas florestas. Ali trocavam saberes.
  Os romanos, e mais tarde os cristos, os combateram vigorosamente. Na Glia, eles foram dizimados nos primeiros anos de nossa era. Na Irlanda, mais ou menos na mesma poca, perderam suas funes religiosas e viraram poetas, historiadores ou juzes. Mas Edgard Leite acredita que a tradio cltica no se perdeu totalmente aps a cristianizao. "Uma prova disso  a presena do druida Merlin na saga britnica do Rei Arthur, personagem lendrio que teria vivido entre os sculos V e VI." 
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          Danar para Comunicar

  Homem pr-histrico comeou a se expressar bailando.
  A dana foi registrada nas cavernas to logo o homem desenvolveu as suas primeiras expresses artsticas. Podemos estipular, ento, que, entre 10 mil e 8 mil a.C, j danvamos, provavelmente para evocar as foras da natureza. "Antes de qualquer linguagem estruturada, havia apenas o corpo. A no ser o alimento do outro j era um bom motivo para no ficar parado", diz Fredyson Cunha, doutorando em dana pela Unicamp. A evoluo para coreografias sofisticadas e conceituais se deu juntamente com os passos da humanidade. Mas, apesar das alteraes, a comunho nunca deixou de estar presente. Tribos primitivas, evocaes divinas, sales de baile, grupos modernos -- a essncia da dana sempre foi a comunicao e a integrao. 
  Dana Medieval -- As danas populares sobrevivem na Idade Mdia. Entre as mais famosas, estavam a Estampie, que era um tipo de sapateado, e o Saltarello, bem saltitante. Eram prticas populares, mas tambm estavam nos sales das cortes medievais. Com as reformas na Igreja, as danas comearam a ser banidas dos cultos religiosos.
  Danando na Chuva -- Os registros mais antigos da dana esto nas pinturas rupestres, que mostram organizaes em forma de crculos e filas. Danava-se para celebrar e estabelecer uma comunho com os demais. Havia danas de guerra, caa, fecundidade, funerrias e purificadoras. O homem pr-histrico imitava a natureza.
  Os Deuses se Divertem -- Na Antiguidade grega, os primeiros grupos de dana se formam em homenagem ao deus Dionsio. O ato tambm fazia parte de cultos religiosos, eventos militares e festividades. Quando as Olimpadas chegavam ao fim, as mulheres, que no podiam participar dos jogos, se inseriam danando nas ltimas cerimnias.
  Clssico de Importao -- Surgido no Renascimento italiano, o bal era um passatempo para a corte. Quando Catarina de Medici se muda para a Frana, leva com ela artistas que misturam dana, teatro e msica. O primeiro bal considerado obra  de 1581. Por volta de 1669, os teatros passam a incorporar a dana clssica.
  Samba -- O batuque e a ginga dos passistas, tonto homens como mulheres, que mexem os ps rapidamente e se utilizam do equilbrio corporal, so a prova de nossa ascendncia africana. Estudiosos afirmam que essa dana se derivou do jongo.
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          Conhecendo nossos Escritores
          Joaquim Maria Machado de Assis

  Nasceu no Rio de Janeiro em 21 de junho de 1839 e morreu na mesma cidade em 29 de setembro de 1908. Descendente de um negro e uma portuguesa, cresceu numa casa simples no morro do Livramento, na ento capital do pas, em pleno perodo escravocrata. Autodidata, se tornou fluente em alemo, francs e ingls s para poder ler os escritores clssicos que mais admirava. Antes dos 15 anos, escreveu num jornal seu primeiro trabalho literrio, o soneto " Ilma. Sra. D. P. J. A." Aos 16, foi contratado pela Imprensa Nacional como tipgrafo e aos 19 j colaborava com vrias publicaes. 
 Alm de jornalista, foi tradutor, crtico, contista, cronista, poeta, dramaturgo e romancista. Machado se casou em 1870 com a portuguesa Carolina Augusta Xavier de Novaes, seu grande amor e companheira at o fim da vida. Depois de casado, morou na rua do Cosme Velho, no tradicional bairro de mesmo nome. Por causa desse endereo, ganhou o apelido de Bruxo do Cosme Velho, uma homenagem de Carlos Drummond de Andrade no poema "A um bruxo, com amor". Em 1873, iniciou a carreira de burocrata e funcionrio pblico, o que garantiu seu sustento at a morte. Sua obra literria abrange quase todos os gneros -- seu primeiro livro publicado foi uma coletnea de poesias romnticas. Em 1887, junto aos maiores nomes da literatura de ento, como Rui Barbosa, 
 Olavo Bilac e Joaquim Nabuco, fundou a Academia Brasileira de Letras -- tornando-se depois seu presidente perptuo. Era igualmente admirado pela corte e pelo povo. Quando morreu, uma multido acompanhou seu velrio. Por semanas, os cariocas lotaram a rua do Cosme Velho, prestando reverncias e homenagens a ele e a seu trabalho. Para o crtico ingls Harold Bloom, um dos mais respeitados do mundo, Machado  o maior escritor em lngua portuguesa de todos os tempos e um dos grandes autores que a humanidade j produziu.
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          No Reino das Borboletas

   beira de um charco, formosa borboleta, fulgurando ao crepsculo, pousou sobre um ninho de larvas e falou para as pequeninas lagartas, atnitas:	
  -- No temais! Sou eu... uma vossa irm de raa!... Venho para comunicar-vos esperana. Nem sempre permanecereis coladas  erva do pntano! Tende calma, fortaleza, pacincia!... Esforai-vos por no sucumbir aos golpes da ventania que, de quando em quando, varre a paisagem. Esperai! Depois do sono que vos aguarda, acordareis com asas de puro arminho, refletindo o esplendor solar... Ento, no mais vos arrastareis, presas ao solo mido e triste. Adquirireis preciosa viso da vida! Subireis muito alto e vosso alimento ser o nctar das flores... Viajareis deslumbradas, contemplando o mundo, sob novo prisma!... Observareis o sapo que nos persegue, castigado pela serpente que o destri, e vereis a serpente que fascina o sapo, fustigada pelas armas do homem!...
  Enquanto a mensageira se entregava a ligeira pausa de repouso, ouviam-se exclamaes admirativas:
  -- Ah! no posso crer no que vejo!
  -- Que misteriosa e bela criatura!...
  -- Ser uma fada milagrosa?
  -- Nada possui de comum conosco... 
  Irradiando o suave aroma do jardim em que se demorara, a linda visitante sorriu e continuou:
  -- No vos confieis  incredulidade! No sou uma fada celeste! Minhas asas so parte integrante da nova forma que a Natureza vos reserva. Ontem, vivia convosco; amanh, vivereis comigo! Equilibrar-vos-eis no imenso espao, desferindo voos sublimes  plena luz! Liberadas do chavascal, elevar-vos-eis, felizes! Conhecereis a beleza das copas floridas e o saboroso licor das ptalas perfumadas, a delcia da altura e a largueza do firmamento!...
  Logo aps, lanando carinhoso olhar  famlia alvoroada, distendeu o corpo colorido e, volitando, graciosa, desapareceu.
  Nisso chega ao ninho a lagarta mais velha do grupo, que andava ausente, e, ouvindo as entusisticas referncias das companheiras mais jovens, ordenou, irritada:
  -- Calem-se e escutem! Tudo isso  insensatez... Mentiras, divagaes... Fujamos aos sonhos e aos desvarios. Nunca teremos asas. Ningum deve filosofar... Somos lagartas, nada mais que lagartas. Sejamos prticas, no imediatismo da prpria vida. Esqueam-se de pretensos seres alados que no existem. Desam do delrio da imaginao para as realidades do ventre! Abandonaremos este lugar, amanh. Encontrei a horta que procurvamos... Ser nossa propriedade. Nossa fortuna est no p de couve que passaremos a habitar. Devorar-lhe-emos todas as folhas... Precisamos simplesmente comer, porque, depois, ser o sono, a morte e o nada... nada mais...
  Calaram-se as larvas, desencantadas.
  Caiu a noite e, em meio  sombra, a lagarta-chefe adormeceu, sem despertar no outro dia. Estava ela completamente imvel.
  As irms, preocupadas, observavam curiosas o fenmeno e puseram-se na expectativa.
  Findo algum tempo, com infinito assombro, repararam que a orgulhosa e descrente orientadora se metamorfoseara numa veludosa falena, voejante e leve...
  Anotando a lio breve e simples, creio que h muitos pontos de contato entre o reino dos homens e o reino das borboletas.
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          No custa Saber

  Indelicadeza -- "A moa no aceitou a sobremesa, alegando que j estava de buxo cheio."
  Alm da grosseria, pois uma moa educada jamais deve se expressar desta maneira, a palavra buxo est mal-empregada.
  Observe: bucho -- estmago, barriga, ventre, abdmen; buxo -- vegetal, nome de uma planta.
  Perodo correto: A moa no aceitou a sobremesa, alegando que j estava de bucho cheio.
  companhia desagradvel -- "Os amigos reclamam da adolescente, pois a consideram muito massante.
  A menina vai acabar ficando sozinha, pois ningum aguenta uma pessoa massante (enfadonha), e a palavra est grafada erradamente ( com  e no com ss).
  No seja, voc tambm, maante com os seus amigos.
  Perodo correto: Os amigos reclamam da adolescente, pois a consideram muito maante.
  Curiosidade -- H polissemia quando uma palavra tem diversos sentidos. Por exemplo, h cabo de vassoura, cabo patente das Foras Armadas e cabo acidente geogrfico.
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          Breve Histria do Chiclete

  Polmico desde os maias mexicanos, j foi considerado prejudicial  sade e serviu de smbolo de contestao na dcada de 60. Estudiosos defendem que a goma de mascar estimula a inteligncia, alm de disfarar o mau hlito e diminuir a ansiedade. De forma engajada ou no, o fato  que o chiclete pegou. Virou tema de msica, gria, mania de famosos, de crianas e adultos no mundo todo. S no Brasil, so vendidos cerca de 18 milhes de unidades por dia.
  Suecos encontraram um pedao de goma que trazia marcas de dentes de uma mulher primitiva.
  Gregos mastigavam a goma da rvore mstiche para tentar curar doenas e o mau hlito.
  Os maias, no Mxico, mascavam o ltex da rvore sapotizeiro e o chamavam de chi-
 cle. Ele deixava a boca mida durante as viagens mas o hbito de mascar no era bem visto por todos.
  O lenhador John Bacon Curtis ferveu, cortou e embalou a resina de um abeto, a rvore de Natal. Mesmo sem sabor, o produto fez sucesso e inaugurou a produo comercial do chiclete.
  O fotgrafo novaiorquino Thomas Adams Jr. sovou uma massa de ltex de sapotizeiro e criou uma goma sabor alcauz, vendida a 1 centavo em farmcias. Foi o incio da gigantesca Adams.
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          Nosso Brasil
          Centro Cultural do So Francisco
          Llia Coelho Frota

  No Centro Cultural do So Francisco h o Convento de Santo Antnio, que foi fundado pelos franciscanos em 1589, no sculo do desco-
 brimento do Brasil. Durante os 200 anos seguintes, foram sendo feitas ali uma capela, a Igreja de So Francisco e outra igreja, a da Ordem Terceira. E ainda um horto, isto , um jardim, que tem uma fonte esculpida na pedra, at hoje inteirinha l. Essas construes foram aparecendo como uma famlia que cresce e se d bem, umas perto das outras, feitas pela mo e pelo trabalho duro de ndios, negros e brancos. 
   medida que o tempo foi passando, os prdios foram precisando de consertos, restauros. E quem orientou esse restauro foi o Patrimnio Histrico (SPHAN), que existe desde 1937, e em 1952 tombou essa verdadeira cidadinha. E tombar, ao contrrio do que parece a palavra, no  deixar cair, mas sim segurar firme esses prdios bonitos, preservar. 
  Esta cidadinha de arte e natureza ficou fechada quase 16 anos, e s h bem pouco tempo, em 1990, acabou de ser salva. 
  Durante a semana,  cobrado ingresso dos turistas e visitantes em geral, com exceo das escolas. Com esse dinheiro tem sido comprado todo o material de limpeza e conservao do bonito conjunto do perodo colonial, em estilo barroco, que com o seu horto, chega a ter perto de oito mil metros quadrados. Assim, com praticamente pouqussimo gasto, o Centro apresenta atividades cada vez melhores e variadas -- concertos, representaes folclricas, teatro, exposies de arte sacra -- alm de possuir a maior e mais bonita coleo de arte popular do Brasil. 
  Graas  Operao Salvamento, esse patrimnio foi salvo e est sendo passado para a responsabilidade de novas geraes da gente brasileira. 
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          O Trem da Morte

   como  chamado o trem que faz a rota entre as cidades bolivianas de Puerto 
Quijarro, na fronteira com o Brasil, e Santa Cruz de la Sierra. Espcie de rito de iniciao de todo mochileiro que se preze, o comboio cobre parte do trajeto que vai do Brasil  cidade inca de Machu Picchu, no Peru. Porm, ao contrrio do que parece, seu nome no vem do fato de ele fazer um percurso cheio de perigos, como desfiladeiros, pontes prestes a cair e bandoleiros mal-encarados. O apelido nasceu no sculo passado, quando a composio foi usada para transportar leprosos, doentes e corpos das vtimas de uma grave epidemia de febre amarela que se abateu sobre a regio de Santa Cruz.
  Alm disso, naquela poca, a ferrovia no estava em suas melhores condies e descarrilamentos eram comuns, o que contribuiu para reforar a m fama do trem. Bom, mas chega de falatrio. Prepare a mochila, e bem-vindo a bordo! 
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          Curiosidades

  Animais -- A maneira mais fcil de diferenciar um animal carnvoro de um herbvoro  verificando os seus olhos. 
 Os carnvoros (cachorros, lees) possuem os olhos na parte da frente da cabea, o que facilita a localizao do alimento. J os herbvoros (aves, coelhos) possuem os olhos do lado da cabea para perceber a aproximao de um possvel predador.
  O milho  um portento da natureza. Afora ser alimento precioso, dele se obtm muitos produtos, desde a cola fina, usada em selos e envelopes, ao leo comestvel. Do milho pode-se extrair matria-prima para fabricar tintas, tecidos, papel, substitutos da borracha, sabo, lcool e at plvora sem fumaa.
  Sabe quantos fios de cabelo fazem parte de nosso couro cabeludo? Normalmente uma pessoa possui de 120 a 150 mil fios de cabelos. Ele cresce cerca de 20 centmetros por ano, sendo que no vero e  noite ele cresce mais rpido do que no inverno e durante o dia. A cada trs dias um fio  substitudo por outro que nasce no mesmo poro. O hormnio masculino chamado Testosterona estimula a secreo da glndula sebcea onde o fio est ligado, diminuindo assim sua vida mdia e acentuando a queda.  por isso que os homens so quem mais passam pelo problema de calvcie. Os cabelos so to firmes na cabea, que suportariam um peso de 80 quilos e uma trana poderia aguentar at 300 quilos. Na antiguidade, os egpcios tentavam evitar a calvcie aplicando uma mistura de gordura de leo, hipoptamo, jacar, cabrito e cobra diretamente no couro cabeludo. 
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          O Canto das Baleias 
          em Alto-Mar
          
  Durante sculos, baleeiros miraram o horizonte no litoral Sul da Bahia em busca dos esguichos das baleias jubarte, de cuja caa dependia boa parte da economia local. Hoje em dia, seus descendentes continuam a procurar os sinais da presena desses enormes animais na regio. A diferena  que agora, em vez de arpes, s flashes das cmeras fotogrficas dos turistas so disparados em direo aos cetceos, que povoam a costa brasileira entre junho e novembro. 
  O litoral Sul da Bahia  um dos principais polos de avistamento de baleias do pas. Suas guas calmas e aquecidas e a proteo natural oferecida pelos arrecifes de Abrolhos so os principais atrativos para a maioria das nove mil jubartes que saem das ilhas George do Sul e Sand-
 wich do Sul (h 4,5 mil quilmetros de distncia, prximas  Antrtica) para acasalarem e terem seus filhotes.	
  Batizada de caramuru -- a embarcao usada para v-las -- possui hidrofone, microfone colocado na gua para captar sons, entre eles, o famoso canto das jubartes. Utilizado tambm em pesquisas cientficas, o instrumento alcana um raio de at cinco quilmetros.
   um dos momentos mais emocionantes do passeio.
  A sensao  impressionante. Com o motor desligado, o silncio do alto-mar  quebrado por uma melodia digna dos maiores compositores da Viena do sculo XVIII. As jubartes so conhecidas tambm como baleias-cantoras e emitem sons dotados de uma complexidade nica no reino animal. H quem diga que foram elas que inspiraram as lendas sobre os cantos das sereias. Com o hidrofone, escuta-se perfeitamente, na maioria dos casos. E o que se ouve so "promessas de amor".
  Quem canta so os machos na tentativa de chamar a ateno das fmeas. Como em geral os adultos esto l para acasalar,  muito comum ouvirmos esses sons. S no acontece mesmo quando esto me e filhote sozinhos ou no podemos desligar o motor.
  Este ltimo caso s ocorre quando o mar est muito agitado e no  prudente deixar o barco em ponto morto.
  As jubartes so dceis e curiosas. No so violentas, mas isso no significa que no sejam perigosas. So grandes e fortes e qualquer movimento mais brusco pode causar um acidente. Por isso,  necessrio respeitar as normas de segurana, que existem para proteger as baleias e os humanos 
  S percebemos o quanto essas normas so importantes quando comeamos a nos aproximar das jubartes. Na idade adulta, elas medem, em mdia, 14 metros de comprimento e pesam 25 toneladas, mas algumas podem chegar a 16 metros e at 40 toneladas. Os filhotes j nascem com 4,5 metros e quase 1 tonelada. Alm de grandes, so realmente curiosas e se aproximam mesmo dos barcos. Em alguns casos, por baixo do casco, provocando um misto de excitao e apreenso.
  Alm dos esguichos, outra forma prtica de identificar a localizao dos bichos  pela superfcie da gua, que fica mais lisa no ponto onde elas afundam. Isso ajuda a tripulao, formada na maioria por marinheiros locais, e acostumada ao comportamento das jubartes, a apontar onde elas aparecero.
  Se a sorte estiver a favor,  possvel tambm ver uma profuso de golfinhos, que acompanham as baleias numa interessante parceria entre mamferos aquticos. Ainda que no sejam os protagonistas deste espetculo, a presena deles garante, ao menos, performances mais acrobticas.
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          Ecoando
          gua Tratada
        
  Os egpcios logo perceberam que a fervura era um eficiente mtodo de purificao -- Essencial para os seres vivos, a gua  ao mesmo tempo responsvel pela disseminao de muitas doenas entre os homens, algumas at fatais. Cientes desse paradoxo, os habitantes do antigo Egito desenvolveram princpios bsicos que foram usados durante sculos por vrios povos para deixar a gua pura. O principal deles era a fervura, ainda hoje um jeito seguro de garantir a potabilidade da gua. Os lderes recomendavam que o lquido fosse fervido sobre o fogo, esquentado sob o sol ou aquecido com um pedao de ferro em brasa mergulhado dentro do recipiente com a gua. Mtodos semelhantes esto relatados em manuscritos snscritos que datam de cerca de 4 mil anos atrs.
  Em Roma, no sculo I a.C, o arquiteto Marcus Vitruvius Pollio, autor do livro "De Architectura", levantou questes sobre a distribuio dela. Se a bebida era vital para os homens, pensou, era preciso lev-la limpa at as casas e as fontes p-
 blicas, onde os mais pobres se abasteciam com baldes. Vitruvius, ento, se preocupou com a qualidade dos canos. Para ele, o ideal era que fossem feitos com cermica, em vez de chumbo, para diminuir o risco de a gua ser contaminada por metais pesados. O primeiro tratamento de gua em massa foi realizado em Londres. Em 1829, os britnicos desenvolveram um sistema de filtragem para captar gua do rio Tmisa. Os tcnicos arquitetaram camas de areia dispostas em camadas. Quando a gua escorria por esse sistema, os gros dos primeiros estratos retinham as impurezas e o lquido chegava limpo ao trmino do processo.
  A ateno  pureza foi redobrada quando se confirmou, no meio do sculo XIX, que a bebida transmitia a clera. O tratamento tornou-se obrigatrio nas cidades. Uma das tcnicas mais comuns passou a ser a adio de cloro para deix-la pronta para o consumo. Nos lares, os filtros, mais acessveis a partir do comeo do sculo XX, se tornaram grandes aliados na purificao. Atualmente, a gua da torneira, alm de matar a sede, ganhou tambm a funo de prevenir as cries devido ao acrscimo de flor. 
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          Quem Financia a ONU?

  Promover ajuda humanitria aos povos, defender os direitos humanos e o meio ambiente, estimular o desenvolvimento e reduzir a pobreza. Tudo isso tentando manter a paz na Terra entre os homens, que s vezes no tm boa vontade. Essas so as principais funes da Organizao das Naes Unidas -- ONU.
  Mas como a instituio, formada por rgos afiliados em todos os continentes, consegue trabalhar bem h mais de 50 anos?
  Grande parte desse oramento vai para as operaes de paz. O valor que cada pas envia  definido pelo nvel econmico, o lugar que ocupa na economia mundial e sua capacidade de pagar. Assim, naes ricas pagam mais. Os Estados Unidos, maior doador, aplicam 1,7 bilho por ano.
  Entre os 192 pases reconhecidos pela comunidade internacional, somente Taiwan e o Vaticano no so membros da ONU.
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          Conhecendo o Mundo
          Buto

  To novo, to velho. Eis o Buto, um dos menores e mais isolados pases do mundo, encravado na Cordilheira do Himalaia, entre a China e a {ndia. O Buto  velho porque representa, sob muitos aspectos, a poro da sia que ainda vive na Idade Mdia. H, por exemplo, um decreto real -- o regime monrquico impera desde o princpio do sculo XX -- que impede a construo de casas ou o uso de roupas fora dos moldes tradicionais. Esse apego s razes perpetuou um pas repleto de mosteiros budistas e fortalezas seculares distribudas por colinas cortadas por rios translcidos.
   como se fosse o Nepal do sculo XVIII. Um lugar onde a ingenuidade do povo segue to intacta quanto os traos arquitetnicos ou os floridos bosques de rododendro, a rvore tpica. A preservao desses patrimnios se deve tambm  rigidez das normas que regulam a entrada de turistas no pas. As principais so o limite do nmero de visitantes, as altas tarifas -- 200 dlares por dia de permanncia -- e a exigncia de viagens em grupos organizados por agncias. E  exatamente a, nas restries e no apego s origens, que se encontra o novo Buto: aquele que quase ningum conhece.
  Aberto ao turismo h poucos anos, o Buto ainda  um destino quase desconhecido dos ocidentais. Voc sabe de algum que j foi  Thimphu, a capital? Ou que visitou o dzong -- como so chamadas as fortalezas locais -- do vilarejo de Lingshi? Sim, o Buto  restrito, no recebe mais do que 3 mil pessoas por ano. E  exatamente isso que o torna fascinante -- especialmente agora, no incio da primavera no Hemisfrio Norte.
   nessa poca que acontece uma das maiores celebraes do Buto, na cidade de Paro.  o Tsechu, um festival tpico da seita budista drukpa, que atrai toda a populao dos arredores na ltima semana de maro e na primeira de abril. Com seus melhores trajes tradicionais, todos danam e cantam nas ruas. Os monsticos vestem mscaras e exaltam nas letras das msicas, episdios da vida de Padmasambhava, um monge do sculo IX reverenciado como santo at hoje.
  As danas e roupas do Tsechu so proibidas no vizinho Tibet, com o qual o Buto tem uma longa trajetria de desavenas. Os prprios dzongs foram construdos para barrar as incurses tibetanas. Conta-se que as flechas butanesas eram temidas pelas hordas inimigas, dada  destreza dos atiradores. Ainda hoje, o arco-e-flecha  o esporte principal do Buto, o que no  de se estranhar nesse lugar congelado no tempo.
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          Vlad III
          (1431-1476)

  A sanguinria vida de um nobre to cruel que inspirou a criao de um dos mais famosos monstros da literatura e do cinema -- o prncipe Vlad III nasceu na cidade de Sighisoara, numa regio central da Europa central chamada Transilvnia. Sua famlia pertencia a uma ordem religiosa crist que tinha uma dura misso: barrar o avano na Europa dos muulmanos do Imprio Otomano.
  O dio de Vlad por esses inimigos cresceu durante a adolescncia, quando ele chegou a viver vrios anos como refm dos turcos-otomanos. No cativeiro, ele aprendeu o com-
 portamento e os costumes dos muulmanos.
  Aps a morte do pai em 1447, Vlad III virou rei da Valquia -- regio que, junto com a Transilvnia e a Moldvia, formariam a Romnia no futuro. A Valquia estava cercada ao sul pelo poderoso Imprio Otomano e a oeste pelo forte reino da Hungria.
  Durante seu reinado, Vlad usou o terror para rechaar o avano otomano. Com frequncia, mandava empalar -- atravessar com uma estaca -- os rivais derrotados nas batalhas. Por isso ganhou o nome de Vlad Tepes -- "empalador" em romeno.
  A brutalidade de Vlad era lendria. Dizem que certa vez ele teria deixado uma moeda de ouro no meio de uma cidade. Com medo de suas terrveis punies -- que incluam at enterrar gente viva! -- ningum ousou roubar a moeda durante seu reinado.
  At a nobreza da Valquia viveu o terror nas mos dele. Para se vingar de nobres que haviam trado seu pai, Vlad os convidou para um banquete. Em segredo, emitiu documentos ordenando o assassinato deles por empalamento aps a festa.
  A ordem religiosa dos Vlad era a Ordem do Drago. Por isso, ele adotou o sobrenome de Draculea "filho do drago". O nome e a histria sanguinria de Vlad III inspiraram o escritor irlands Bram Stoker a lanar, em 1897, um certo livro chamado Drcula....
  Que fim levou? -- Em 1476, o homem que deu origem ao maior vampiro da fico foi decapitado em uma floresta na Valquia aps uma batalha 
contra os velhos rivais muulmanos.
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          Ameno e Instrutivo  
          Saiba o que So Fsseis

  Fsseis so restos de seres vivos que viraram pedra.
  Eles so a melhor maneira que temos para contar a histria da vida no planeta.
  Podem ser comparados a pergaminhos antigos usados pelos "historiadores da vida" ou paleontlogos para estudar essa histria.
  Estudando fsseis  possvel entender o formato dos seres vivos e como eles se modificaram com o tempo.
  A formao de fsseis  lenta.
  O fssil comea a se formar quando o ser vivo morre e comea a entrar em decomposio.
  H partes do corpo que so "duras" e mais difceis de se decomporem: os ossos, no caso de muitos animais, a concha, no caso de outros.
  Atravs dos poros desses ossos ou conchas, comeam a se infiltrar lquidos com sais minerais.
  Essas substncias podem se cristalizar, tomando a forma slida.
  Ao longo dos anos, uma rocha inteira pode ser criada por sais mineirais em torno de um osso. Essa rocha preserva a forma desse osso praticamente intacta.
  Nem sempre so completos os fsseis encontrados ou escavados.
  s vezes so apenas pistas, atravs das quais os paleontlogos tentam reconstituir o ser vivo.
  Fsseis so conhecidos desde a Antiguidade, mas o primeiro a perceber sua importncia foi o artista e cientista italiano Leonardo da Vinci (1452-1519).
  A paleontologia, porm, s se estabeleceu como cincia no sculo XIX.
  Mas no  s ela que se beneficia do estudo dos fsseis: a arqueologia, que estuda as civilizaes, tambm.	
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          Tatuagem 

  A tatuagem j foi usada para identificar bandidos e enfeitar poderosos; para juntar tribos e afugentar inimigos; para mostrar preferncias e esconder imperfeies. O que no mudou quase nada foi a tcnica de aplicao de tinta na pele. Passados mais de 4 mil anos, ela ainda  feita por meio de agulhas que perfuram a derme. Perseguida em vrios momentos da histria, a prtica foi banida por decreto papal no sculo VIII e na Nova Iorque do sculo XX. Apesar disso,  difcil encontrar quem nunca tenha pensado em fazer uma.
  H mais de 2.400 anos -- Mmias encontradas nas montanhas de Altais, na Sibria, apresentam ombros tatuados com animais, reais e imaginrios; egpcias, como a Amunet, possuem traos e inscries na regio do abdome.
  Entre 509 e 27 a. C. -- Os imperadores romanos determinam que, para no serem confundidos com sditos mais bem afortunados, prisioneiros e escravos sejam tatuados.
  787 -- Sob a alegao de ser coisa do demnio, o papa Adriano I probe as pessoas de se tatuarem.
  Entre os sculos XV e XVII -- Durante a invaso da Bsnia e Herzegovina pelos turcos-otomanos, os catlicos tatuavam cruzes como forma de evitar ter de rezar para Al.
  1600 -- Com o fim das guerras feudais no Japo, os servios dos samurais tornaram-se desnecessrios. Surge, ento, a yakuza, a mfia japonesa.
  1769 -- Em expedio  Polinsia, o navegador ingls James Cook nota a tradio local de marcar o corpo com tinta. Na lngua local, chamam isso de "tatao"
  1831-1836 -- A bordo do HMS Beagle, Charles Darwin registra que a maioria dos povos do planeta conheciam ou utilizavam algum tipo de tatuagem. 
  1891 -- O americano Samuel O'Reily patenteia a mquina de tatuar. Trata-se de uma adaptao de uma inveno de Thomas Edison.
  1928 -- Em Chicago, um caminho com peles tatuadas  roubado. A coleo pertencia a Masaichi Fukushi, mdico japons que estudava como a tatuagem ajudava a preservar a pele.
  1942 -- Durante a Segunda Guerra, os nazistas tatuavam um nmero no corpo dos judeus para identific-los como prisioneiros nos campos de concentrao.
  1959 -- Chega ao Brasil o dinamarqus Knud Gegersen, o primeiro tatuador profissional a atuar por aqui.
  1961 -- Depois de um surto de hepatite B, a Secretaria da Sade de Nova Iorque probe a realizao de novas tatuagens na cidade.
  1999 -- A empresa de brinquedos Mattel lana Barbie Butterfly Art, boneca que 
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vinha com uma tatuagem lavvel.
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           Importncia da Leitura

  Veja o que dizem o MEC (Ministrio da Educao) e outros rgos da Educao.
  Permite ao homem se comunicar e aprender.
  Estimula o senso crtico na criana e faz com que ela tenha um melhor rendimento na escola. 
  Amplia o conhecimento de mundo.
  Aumenta o vocabulrio da criana e tambm do adulto.
  Facilita a escrita.
  Desenvolve a criatividade e a imaginao.
   um agente de transformao social do pas, pois quem l mais, tem mais acesso  informao e, portanto,  mais capaz de emitir opinies.
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           til Saber
          Amor Incondicional

  O dono de uma loja estava colocando um anncio na porta: "Cachorrinhos  venda".
  Esse tipo de anncio sempre atrai as crianas, e logo um menininho apareceu na loja perguntando:
  -- Qual o preo dos cachorrinhos?
  O dono respondeu:
  -- Entre 30 e 50 reais.
  O menininho colocou a mo em seu bolso e tirou umas moedas: 
  -- S tenho 2 reais e 37 centavos. Posso v-los?.
  O homem sorriu e assobiou. De trs da loja saiu sua cachorra correndo seguida por cinco cachorrinhos. Um dos cachorrinhos estava ficando consideravelmente para trs.
  O menininho imediatamente apontou o cachorrinho que estava mancando. 
  -- O que aconteceu com esse cachorrinho??? -- perguntou.
  O homem lhe explicou que quando o cachorrinho nascera, o veterinrio lhe disse que tinha uma perna defeituosa e que andaria mancando pelo resto de sua vida. 
  O menininho se emocionou e exclamou: 
  -- Este  o cachorrinho que eu quero comprar! 
  E o homem respondeu:
  -- No, voc no vai comprar este cachorro; se voc realmente o quer, eu lhe dou de presente. 
  E o menininho no gostou, e olhando direto nos olhos do homem lhe disse:
  -- Eu no quero que voc me d de presente. Ele vale tanto quanto os outros cachorrinhos, e eu pagarei o preo completo. Agora vou lhe dar meus 2 reais e 37 centavos e a cada ms darei 50 centavos at que o tenha pago por completo.
  O homem respondeu:
  -- Voc no quer de verdade comprar esse cachorrinho, filho. Ele nunca ser capaz de correr, saltar e brincar como os outros cachorrinhos.
  O menininho se agachou e levantou a perna de sua cala para mostrar sua perna esquerda, cruelmente retorcida e inutilizada, suportada por um grande aparato de metal. 
  Olhou de novo para o homem e lhe disse:
  -- Bom, eu tambm no posso correr muito bem, e o cachorrinho vai precisar de algum que o entenda.
  O homem estava agora envergonhado e seus olhos se encheram de lgrimas... sorriu e disse:
  -- Filho, s espero que cada um destes cachorrinhos tenha um dono como voc.
  Moral da histria:
  Na vida no importa como somos, mas que algum o aprecie pelo que voc , e o aceite e o ame incondicionalmente. Um verdadeiro amigo  aquele que chega quando o resto do mundo j se foi.
  Dia do Amigo -- 20 de julho.
 ***
          O Folclore da Regio Norte 

  Quais so os tipos humanos da Regio Norte?
  Devido s atividades econmicas praticadas na Regio Norte, surgiram tipos humanos que so prprios dessa regio.
  Os principais tipos humanos so: o seringueiro, o castanheiro, o pescador, o vaqueiro.
  O seringueiro extrai o ltex para fabricar a borracha.
  O castanheiro coleta a castanha-do-par.
  O pescador trabalha nos rios da regio.
  O vaqueiro cuida do gado.
  Como  o folclore da Regio Norte?
  As atividades econmicas, os costumes, as crenas, as tradies dos habitantes da Regio Norte esto representados nas manifestaes do seu folclore.
  O folclore da Regio Norte  rico e variado. Ele sofreu a influncia do ndio, primeiro habitante da regio.
  As principais manifestaes folclricas so:
  Danas: carimb, marujada, etc.
  Festas: Festa do Crio de Nazar, em Belm, festas indgenas, etc.
  Artesanato: cermica marajoara, cuia de tacac, mscaras indgenas, esculturas em madeira, etc.
  Arte plumaria: enfeites de penas e plumas, feitos pelos ndios.
  Lendas: do Uirapuru, da Cobra-Grande, da Vitria-Rgia, das Amazonas, etc.
  Pratos tpicos: pato no tucupi, caldeirada de tucunar, tacac, etc.
  Dia do Folclore -- 22 de agosto.
 ***	
          Brasil, um Pas com Nome 
          de rvore

  O pau-brasil, rvore assim chamada por conter uma substncia avermelhada (a brasilina), cujo pigmento era muito valorizado no mercado externo, foi a primeira rvore a ser considerada, em 1534, "madeira de lei", isto , no poderia ser comercializada sem licena.
  Mesmo assim, o corte clandestino continuou a ponto de D. Maria I, em 1795, determinar, atravs de um alvar, que "o corte de paus reais e madeiras de lei s poderia ser efetuado para construo de embarcaes".
  Uma carta rgia de 1799 oficializou o termo "madeira protegida por lei", hoje corriqueiro e um pouco deturpado, pois deixou de ter esse significado para significar madeira de boa qualidade.
  Muitos sculos se passaram e muitas destruies e desmatamentos aconteceram. Mas a conscincia ecolgica foi surgindo e tomando fora. Hoje existem vrios rgos responsveis pela preservao das nossas florestas.
  Se, por um lado, a preservao vai de vento em popa, o conhecimento j nem tanto. Num bairro privilegiado como a Gvea, por exemplo, onde vrias ruas tm nomes de rvores, poucas so as pessoas que conseguem distinguir um oiti de uma accia, um cedro de um jequitib.
  Uma visita ao Jardim Botnico, que vai fazer 200 anos,  uma boa aula. L, alm de nos familiarizarmos com uma flora to diversificada, podemos ficar sabendo de histrias interessantes, como a da jaqueira plantada por frei Leandro em 1825, a rvore mais antiga da cidade; podemos conhecer a sumama, chamada pelos ndios de "me das rvores" devido ao seu grande porte.
  Famoso tambm  o jequitib, conhecido como "gigante da floresta", que chega a atingir 50 metros de altura, Sua madeira tem uso diversificado, que vai da construo civil a cabos de ferramenta, e suas propriedades medicinais impressionaram ningum menos que o cientista Albert Einstein, que ao visitar o Jardim Botnico, em 1926, depois de ouvir do ento diretor Pacheco Leo as maravilhosas propriedades da rvore, abraou o seu tronco e beijou suas razes. 
  Dia da rvore -- 21 de setembro.
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          O Dicionrio Esclarece

<R+>
 acoplado -- encaixado
 catica -- confusa; desordena-
  da
 controvrsia -- polmica; discusso
 criacionismo --  uma crena religiosa de que a humanidade, a vida, a Terra e o universo so a criao de um agente sobrenatural
 deslizes -- deslizamento; escorregadura; quebra do bom procedimento
 engajou-se -- aliciou-se; alistou-se
 entranhas -- a parte interior e mais profunda da terra e do mar
 estribo -- um dos quatro ossinhos do ouvido interno
 hermtico -- completamente fechado
 interage -- que age com outra pessoa, animal ou coisa
 intuiu -- pressentiu
 peculiar -- atributo particular de uma pessoa ou coisa
 pilhagens -- furtos praticados pelas tropas que ocupam cidades conquistadas em combate
 pomos -- frutos
 precursor -- pioneiro; que vai adiante
 rebento -- descendente
 temtico -- relativo ao tema de uma composio, sobre o qual o aluno deve escrever
<R->
 ::::::::::
          Fontes de Pesquisa

<R+>
 Jornal A Folha
 Jornal de Bairro -- Gvea
 Jornal O Dia
 Jornal O Extra
 Jornal O Reformador
 O Guia dos Curiosos
 Revista Aventuras na 
  Histria
 Revista Cincia Hoje
 Revista do Globo
 Revista dos Curiosos
 Revista Galileu
 Revista Mundo Estranho
 Revista Selees
 Revista Superinteressante 
 Tudo -- O Livro do 
  Conhecimento
<R->
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           Ao Leitor

  Solicitamos aos leitores de Pontinhos abaixo mencionados, que nos enviem seus endereos completos, para evitar que suas revistas voltem.
  Favor verificar se esto retidas no correio.

<R+>
 Anderson Dias da Fonseca 
 Antnio Carlos Correa 
  Saraiva
 Biblioteca Pblica 
  Presidente Castelo Bran-
  co --  PE
 Carolina Fontoura da Mota
 Danielle Silva Oliveira
 EMEF lvaro de Castro Mattos -- ES
 Escola Estadual Castelo Branco -- (Casca-
  vel) PR
 Fernando Sevane Nuno Dias
 Florinda Esteves Vaz
 Geraldo Feitosa da Silva
 Gilson Ribeiro da Silva
 Gilvaneide Lucas
 Glauco Antonio Sauri
 Joo Lisboa Santos Cruz
 Jos Alto Nuniz Filho
 Jos Gilson de Oliveira  
 Luzia Maria Almeida dos Santos
 Maria Claudiana de S
 Rubens de Souza Junior
 Simone Jordan
 Telma Maria de Souza
<R->
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