Revista Brasileira para Cegos Ano LXXX, n.o 567, outubro/dezembro de 2022 Ministério da Educação Instituto Benjamin Constant Publicação de Informação e Cultura Editada e Impressa na Divisão de Imprensa Braille Fundada em 1942 pelo Prof. José Espínola Veiga Av. Pasteur, 350/368 Urca -- Rio de Janeiro-RJ CEP: 22290-250 Tel.: (55) (21) 3478-4531 E-mail: ~,revistasbraille@~ ibc.gov.br~, ~,http:ÿÿwww.ibc.gov.br~, Livros Impressos em Braille: uma Questão de Direito Governo Federal: Pátria Amada Brasil

Diretor-Geral do IBC João Ricardo Melo Figueiredo Comissão Editorial: Geni Pinto de Abreu Heverton de Souza Hylea de Camargo Vale Fernandes Lima Maria Cecília Guimarães Coelho Rachel Maria Campos Menezes de Moraes Rachel Ventura Espinheira Colaboração: Daniele de Souza Pereira Revisão: Hylea de Camargo Vale Fernandes Lima Transcrição autorizada pela alínea *d*, inciso I, art. 46, da Lei n.o 9.610, de 19/02/1998. Distribuição gratuita. Arquivo da revista disponível para impressão em Braille: ~,http:ÿÿwww.ibc.gov.brÿ~ publicacoesÿrevistas~, Nossas redes sociais: Anchor: ~,https:ÿÿanchor.~ fmÿpodfalar-rbc~, Facebook: ~,https:ÿÿwww.~ facebook.comÿibcrevistas~, Instagram: ~,https:ÿÿwww.~ instagram.comÿrevistas{-~ rbc{-pontinhosÿ~, YouTube: ~,https:ÿÿwww.~ youtube.comÿ~ RevistasPontinhoseRBC~,

Revista Brasileira para Cegos / MEC/Instituto Benjamin Constant. Divisão de Imprensa Braille. n.o 1 (1942) -- . Rio de Janeiro : Divisão de Imprensa Braille, 1942 -- . V. Trimestral Impressão em braille ISSN 2595-1009 1. Informação -- Acesso. 2. Pessoa cega. 3. Cultura -- Cego. 4. Revista -- Periódico. I. Revista Brasileira para Cegos. II. Ministério da Educação. III. Instituto Benjamin Constant. ¨ CDD-003.#edjahga Bibliotecário -- Edilmar Alcantara dos S. Junior -- CRB/7 6872

Sumário Editorial ::::::::::::::: 1 Meias ::::::::::::::::::: 5 Não desista nunca ::::::: 12 Também quero mocotó ::::: 18 Tirinhas :::::::::::::::: 22 Turma da Mônica :::::::: 22 Desafios :::::::::::::::: 28 Pensamentos ::::::::::::: 31 No Mundo das Artes :::: 33 Benjamin de Oliveira: o primeiro palhaço negro do Brasil ::::::::::::: 33 Maravilhas do Mundo :::: 45 Copa do Mundo -- Catar 2022 :::::::::::::::::: 45 Nossa casa :::::::::::::: 55 Vida e Saúde ::::::::::: 57 Poluição sonora ::::::::: 57 Culinária ::::::::::::::: 66 Brigadeiro de limão simples :::::::::::::::: 66 Falafel ::::::::::::::::: 67 Molho de tahine ::::::::: 71 Humor ::::::::::::::::::: 73

RBC News :::::::::::::: 76 Espaço do leitor :::::::: 77 Editorial Caro leitor, Chegamos à última edição de 2022. Este número apresenta tex- tos que, esperamos, ampliarão seu conhecimento. Você já parou para pensar em suas meias? Quantos pares, quais cores, entre outras questões que nos acodem quando pensamos nessa peça do vestuário tão comum? No primeiro texto, Antonio Prata nos propõe uma reflexão crítica a respeito delas, que nos faz refletir sobre nossas próprias vidas. Continuando nessa *vibe* de reflexão, só que agora com um tom de autoajuda e uma boa pitada de esperança incluída, Martha Medeiros também nos convida a refletir sobre as pontes em nossas vidas com a crônica "Não Desista Nunca". Imagine agora se uma cadelinha tivesse força suficiente para decidir onde sua dona, uma *socialite*, faria suas refeições? Isso acontece no texto "Também quero mocotó" com autoria de Voltaire de Souza, que contém uma crítica ao elitismo. E de "Tirinhas", você gosta? Passando para um gênero menos reflexivo, mas muito divertido, esperamos que você goste das tirinhas da Turma da Mônica, especialmente selecionadas para seu entretenimento. E há ainda a seção de desafios e após, a de "Pensamentos". E no tempo livre para o lazer, que tal ir ao circo? Esse tema está bastante presente no texto da seção "No Mundo das Artes", que trata de Benjamin de Oliveira, o primeiro palhaço negro no Brasil. Esse texto, com autoria de Fabio Previdelli, explora temas como a crítica ao preconceito e ao racismo. E, como a Copa do Mundo está próxima -- em novembro e dezembro deste ano --, nada melhor do que tratar desse assunto, não é mesmo? Então, aproveite as informações do texto sobre a Copa do Mundo de 2022 no Catar e sobre curiosidades, transporte e ou- tras questões relacionadas a esse país pouco conhecido da maioria da população. E se você gosta do caldo do feijão bem grossinho, a seção "Nossa Casa" certamente vai te ajudar com essa e outras dicas muito interessantes e bastante simples. Você curte um ambiente tranquilo e silencioso? Então o texto sobre poluição sonora será muito útil, pois esse crime ambiental incomoda muito a população. E de comida

árabe, você gosta? Se sim, aproveite porque os Emirados Árabes também foram contemplados na seção de culinária, com o Falafel, bolinho frito feito com grão de bico -- uma delícia -- e o molho de Tahine, que pode ser utilizado em pratos distintos e até mesmo como antepasto, no Humos Tahine. E se você gostar de um docinho diferente, aproveite a receita de brigadeiro de limão simples, muito prática! Finalmente, ria bastante e divirta-se com as piadas da seção "Humor"! Boa leitura! Comissão Editorial õoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõo

Meias Antonio Prata A gente acha que difícil são as grandes decisões. Às vezes, são as pequenas escolhas que *dilaceram* o coração. A gente sempre acha que a mudança virá de grandes resoluções: parar de fumar, pedir demissão, declarar-se à Regininha do RH. Às vezes, contudo, são as pequenas atitudes que alteram definitivamente a rota de nossas vidas. Nessa segunda-feira, por exemplo, pela primeira vez em 33 anos, saí para comprar meias. Sou um novo homem. Talvez o leitor ache que estou exagerando. É que não teve o desprazer de conhecer minha gaveta de meias até 48 horas atrás. Mais parecia "saloon" de velho oeste:

poucos pares, estropiados, cada um vindo de um canto -- *tenazes* sobreviventes de diferentes etapas da minha vida. As três brancas, de algodão, haviam sido ganhas na compra de um tênis de corrida, lá por 98. A marca da loja já quase não se lia, escrita no elástico *esgarçado*. Pior que as brancas estavam as azuis, da Varig, do tempo em que a ponte aérea era feita pelos *Electras*, e as aeromoças davam brindes, não broncas. O pé da meia azul não tinha curva no calcanhar nem na canela: assemelhava-se a um coador de café dos *Smurfs*. Ou dos *Na'vi*. O elástico era frouxo, mas o laço afetivo não, de modo que as seguia usando, ano após ano, mesmo diante dos encarecidos apelos de minha mulher. Em bom estado mesmo só as cinza, com losangos, que

peguei para completar o valor na troca de uma jaqueta, presente de Natal em, sei lá, 2002. Era a minha "meia de sábado", aquela que vestia para jantares, casamentos e entrevistas de emprego. Além dessas, havia mais três ou quatro, que de tão ordinárias nem merecem meu comentário. Ah, caro leitor, eu era infeliz e não sabia! Uma vida com poucas meias é uma vida de expectativa e ansiedade. Toda manhã aquele suspense ao abrir a gaveta: quais estariam ali, quais andariam na longa *pere- grinação* que passa pelo cesto, pela máquina, pelo varal? Cheguei ao fundo do poço na sexta, 31, dez da noite. Minha mulher batia na porta do banheiro, apressando-me para a ceia, enquanto eu, sentado no chão de azulejos, encaixava as meias cinza na boca do secador de cabelos. Não queria virar o ano com os pés úmidos nem gostaria que todos me vissem, quando tirasse os sapatos para pular sete ondinhas, com as velhas meias da Varig. Naquele momento de angústia, por trás do ruído aeronáutico do secador, dos meus gritos e dos gritos de minha mulher, pude ouvir uma voz grave, que vinha de toda parte e de parte alguma: "Antonio: tu és homem feito. Pagas as contas e impostos em dia. És casado, asseado, vacinado: por que vives nesta penúria?" Se eu soubesse como era fácil, tinha feito antes: nem cem reais, caro leitor, custou minha alforria. Hoje, se quiser, posso ir a três entrevistas de emprego, dois jantares, seis casamentos e jogar futebol, no mesmo dia, sem repetir as meias. Não terei mais que pensar no assunto até 2019, no mínimo.

Quer dizer, mais ou menos: pois enquanto contemplo a gaveta multicolorida -- de "saloon" do velho oeste, transformou-se em baile da corte. Minha mulher aparece no quarto, segurando as meias da Varig com as pontas dos dedos, como se fossem camisinhas usadas: "Posso jogar no lixo?" A gente sempre acha que difícil é tomar as grandes decisões: parar de fumar, pedir demissão, declarar-se à Regininha do RH. Às vezes, contudo, são as pequenas escolhas que mais dilaceram o coração. Fonte: ~,https:ÿÿwww1.~ folha.uol.com.brÿfspÿ~ cotidianÿff0501201103.~ htm~, Nota: Electras: Foi um avião comercial de médio porte,

turboélice de fabricação norte-americana, projetado e construído pela *Lockheed*. Foi o primeiro avião turboélice comercial construído nos Estados Unidos. Voou pela primeira vez em 1957. A partir de 1975, tornou- -se equipamento exclusivo da Ponte Aérea (Rio-São Paulo), sendo operado de maneira intensiva (partidas de 15 em 15 minutos em dias de semana, no ápice da rota) por 16 anos ininterruptos. Fonte: ~,https:ÿÿ~ autoentusiastas.com.brÿ~ 2016ÿ06ÿelectra-simbolo-~ ponte-aerea-rio-sao-pauloÿ~, Vocabulário: Esgarçado: adj. Diz-se de tecido que soltou os fios.

Dilaceram: v. Fig. Afligir(-se), mortificar(-se). Na'vi: Em Avatar, Na'vi (O Povo) é a raça alienígena humanoide que habita as selvas da lua Pandora. Também são conhecidos como “azuis”, "locais", "nativos" ou hostilmente como "primitivos" e “macacos azuis”. Peregrinação: s. f. Viagem a terras distantes. Smurfs: São personagens azuis de um desenho de mes- mo nome, criado por um ilustrador belga, Pierre Culliford, no ano de 1958. Os Smurfs são pequenos monstrinhos que vivem em casas em formato de cogumelo, em uma aldeia na floresta. Tenazes: adj. Firme, constante. ::::::::::::::::::::::::

Não desista nunca Martha Medeiros Se você não acreditar naquilo que você é capaz de fazer; quem vai acreditar? Dizer que existe uma idade certa, tempo certo, local certo, não existe. Somente quando você estiver convicto daquilo que deseja e esta convicção fizer parte integrante do processo. Mas quando ocorre este momento? Imagine uma ponte sobre um rio. Você está em uma margem e seu objetivo está na outra. Você pensa, raciocina, acredita que a sua realização está lá. Você atravessa a ponte, abraça o objetivo e não olha para trás. Estoura a sua ponte. Pode ser que tenha até dificuldades, mas se você realmente acredita que pode

realizá-lo, não perca tempo: vá e faça. Agora, se você simplesmente não quer ficar nesta margem e não tem um objetivo definido, no momento do estouro, você estará exatamente no meio da ponte. Já viu alguém no meio de uma ponte na hora da explosão… eu também não. Realmente não é simples. Quando você visualizar o seu objetivo e criar a coragem suficiente em realizá-lo, tenha em mente que para a sua concretização, alguns detalhes deverão estar bem claros na cabeça, ou seja, facilidades e dificuldades aparecerão, mas se realmente acredita que pode fazer, os incômodos desaparecerão. É só não se desesperar. Seja no mínimo um pouco paciente. Pois é, as diferenças básicas entre os três momentos são: Estourar a ponte antes de atravessá-la. Você começou a sonhar… sonhar… sonhar! De repente, sentiu-se estimulado a querer ou gozar de algo melhor. Entretanto, dentro de sua avaliação, começa a perceber que fatores que fogem ao seu controle, não permitem que suas habilidades e competências o realize. Pergunto, vale a pena insistir? Para ficar mais *tangível*, imaginemos que uma pessoa sonhe viver ou visitar a lua, mas as *perspectivas* do agora não o permitem, adianta ficar sonhando ou traçando este ob- jetivo? Para que você não fique no mundo da lua, meio maluquinho, estoure a sua ponte antes de atravessá-la, rompa com este objetivo e parta para outros sonhos! Estourar a ponte no momento de atravessá-la. Acredito que tenha ficado claro, mas cabe o reforço. O fato de você desejar não ficar numa situação desagradável é válido, entretanto você não saber o que é mais agradável, já não o é! Ou seja, a falta de perspectiva nem ex- plorada em pensamento, não leva a lugar algum. Você tem a obrigação consciencional de criar alternativas melhores. Nos dias de hoje, não podemos nos dar ao luxo de sair sem destino. O nosso futuro não é responsabilidade de ou- trem, nós é que construímos o nosso futuro. Sem desculpas, pode começar… Estourar a ponte depois de atravessá-la. No início comentei sobre as pessoas que realizaram o sucesso e outras que não tiveram a mesma sorte. Em primeiro lugar, acredito que temos de definir o que é sucesso. Sou pelas coisas simples, sucesso

é gostar do que faz e fazer o que gosta. Tentamos nos moldar em uma cultura de determinados valores, onde o sucesso é medido pela posse de coisas, mas é muito *mesquinho* você ter e não desfrutar daquilo que re- almente deseja. As pessoas que realizaram a oportunidade de estourar as suas pontes de modo adequado e consistente, não só imaginaram, atravessaram e encontraram os objetivos do outro lado. Os objetivos a serem perseguidos, foram construídos dentro de uma visão clara do que se queria alcançar, em tempo suficiente, de modo adequado, através de fatores pessoais ou impessoais, facilitadores ou não, enfim o grau de comprometimento utilizado para a sua concretização. A visão sem ação, não passa de um sonho.

A ação sem visão é só um passatempo. A visão com ação pode mudar o mundo. Fonte: ~,https:ÿÿwww.~ refletirpararefletir.~ com.brÿ4-cronicas-de-~ martha-medeiros~, Vocabulário: Mesquinho: adj. Que não gosta de dar ou gastar. Perspectivas: s. f. Maneira de considerar uma situação, um problema. Tangível: s. Fig. Diz-se de bens materiais, econômicos etc., que têm existência concreta, física. ::::::::::::::::::::::::

Também quero mocotó Voltaire de Souza (*Crônicas Da Vida Louca*) Elitismo. Bairrismo. Preconceito. A polêmica rola nas redes sociais. Um restaurante faz sucesso na Vila Medeiros. Trata-se de um bairro na Zona Norte de São Paulo, mais ou menos entre o Jaçanã e o Jardim Japão. Uma consumidora manifestou- -se sobre a localização do restaurante. Achou o bairro um tanto quanto precário. Ela sugeria o Tatuapé. A *socialite* Bibi Abdala acompanhava a discussão. – Bom. Eles que se entendam. A cadelinha Tiffany dormia em sua almofadinha de cetim.

– Vila Medeiros… Tatuapé… não é tudo a mesma coisa, gente? – Wak? Uma garoa fina alimentava as tulipas naquela cobertura no Jardim América. – Essa classe média não se enxerga. Bibi foi conferir o nome do restaurante. – Mocotó? Ai, meu Deus. Me poupem. Ela consultou o reloginho da Cartier. – Nossa. Vou chegar atrasada na clínica. A agenda da *socialite* previa uma leve aplicação de silicone naquela data. – Vem, Tiffany. – Wók? Na Clínica Fusellage, a intervenção seria simples. – Espera aqui quietinha, tá, Tiffany? – Wrfff… A surpresa ocorreu na saída. – Tiffany? Cadê você? O desespero tomou conta da *socialite*. Apelos. Anúncios. Recom- pensas. O desaparecimento da cachorrinha tomou conta das redes sociais. O detetive Farias terminou resolvendo o caso depois de uma semana. – Encontrei a Tiffany. Circulando lá na Vila Medeiros. – Espera. Que eu vou aí. – Ela está bem, Bibi. Não sai aqui da porta do restaurante. Alimentação de primeira. Generosidade dos funcionários. Cardápio bem Brasil. – Tiffany… meu amooor… – Grrh… grrrwww. Foi difícil convencer a cadelinha para voltar aos Jardins. -- Tudo bem, Tiffany. A gente vai vir aqui toda semana. As elites paulistanas podem ser, às vezes, muito ignorantes. Mas, quando a cegueira é grande, um cãozinho pode ser o melhor guia. Nota: A história se passa na cidade de São Paulo. Vocabulário: Socialite: s. f. Pessoa que pertence à classe alta e que geralmente figura nas colunas sociais. õoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõo

Tirinhas Turma da Mônica *Turma da Mônica* é uma série de histórias em quadrinhos criada pelo quadrinista e empresário Mauricio de Sousa. Teve origem em 1959 em uma série de tirinhas de jornal, na qual os personagens principais eram o cachorro Bidu e seu dono Franjinha. Começou a ganhar a identidade atual com a criação de Mônica e Cebolinha que, a partir dos anos 1960, passaram a ser os protagonistas. Embora a maior parte das histórias girem em torno das aventuras de Mônica, Cebolinha e seus amigos do bairro do Limoeiro, o título se refere também às demais famílias de personagens criadas por Mauricio de Sousa, derivadas de outras séries, como Chico

Bento, Tina, Turma da Mata, Penadinho, entre outras. Personagens: Mônica é a personagem mais conhecida de Mauricio de Sousa. É uma garotinha esperta e cheia de personalidade, que vive para cima e para baixo de vestidinho vermelho e agarrada ao seu coelho de pelúcia, o Sansão. Ela é baixinha, gorducha e dentuça, mas ai de quem a chamar assim! Ninguém segura suas coelhadas! Cebolinha é um garoto de cabelos espetados que, quando fala, troca o “R” pelo “L”. Inteligente e malandrinho está sempre arquitetando planos infalíveis para derrotar a Mônica e se tornar o dono da rua. O problema é que os planos sempre dão errado, o que resulta sempre em coelhadas no final da história. Ele tem um bichinho de estimação chamado Floquinho, um cachorrinho tão peludo, que nunca se sabe se está indo ou voltando. Seu melhor amigo é o Cascão, com quem vive aventuras incríveis! Cascão é um garotinho muito esperto que tem pavor de água e, por causa disso, nunca tomou banho. É o amigo inseparável do Cebolinha, com quem vive aprontando muitas confusões. Atrapalhado, geralmente é ele quem estraga os planos de Cebolinha. Além disso, adora inventar seus próprios brinquedos usando todo tipo de sucata e muita imaginação. Seu bichinho de estimação é um pouco diferente dos outros: um porquinho chamado Chovinista. Por que será, hein? Xaveco é um dos personagens mais engraçados, atrapalhados e ingênuos da Turma da Mônica, além de ser o símbolo dos

personagens secundários, sua característica principal, já que serve de escada para os protagonistas; um aspecto cômico é a sua personalidade, pois é sempre caçoado e alvo de piadas. _`[{tirinha "Turma da Mônica" em três quadrinhos: Q1: Cebolinha apontando o dedo indicador e com a testa franzida, diz: "Pessoal, dessa vez o nosso plano *contla* a Mônica vai dar *celto*! Quem estiver de *acoldo* levante a mão!" Q2: Três meninos estão sentados em frente ao Cebolinha. Um deles levanta o braço, e Cebolinha pergunta: "Cascão?!" Q3: Cascão responde: "Posso ir ao banheiro?"._`]

_`[{tirinha "Turma da Mônica" em três quadrinhos: Q1: Cascão e Xaveco estão andando. Cascão pergunta: "Xaveco! Quer ajuda pra levar esses jornais? Parecem pesados!" Xaveco responde: "Quero, sim, amigão!" Q2: Meninos seguram os jornais, arregalam os olhos e escutam: "Cabrum". Q3: Cascão segura um jornal aberto sobre suas cabeças protegendo-os da chuva._`] _`[{tirinha "Turma da Mônica" em dois quadrinhos: Q1: Mônica, com os olhos arregalados, pergunta: "Mas por que você não quer mais brincar de casinha comigo, Cebolinha?" Q2: Cebolinha, com a testa franzida, usando avental e espanador, responde: "Adivinha!"._`] _`[{tirinha "Turma da Mônica" em três quadrinhos: Q1: Papai Noel olha para menina e pergunta: "... Mas me diga, Mônica! Por que não acredita em mim?" Mônica, com a sobrancelha levantada e os braços cruzados, responde: "E deveria?" Q2: Mônica, com a sobrancelha levantada, olhando para o Papai Noel, diz: "Pedi uma boneca, ganhei um coelho de pelúcia! Noutro ano, pedi um joguinho de chá, ganhei outro coelhinho!" Q3: Papai Noel, com os braços abertos, diz: "Mas você adora coelhinhos!" Mônica, com os olhos baixos e os braços cruzados, diz: "Lógico! Não sei como são os outros brinquedos!"._`] õoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõo

Desafios 1. Se eu tivesse o dobro de canetas que eu tenho, eu poderia dar duas a cada um dos meus três irmãos e ainda me sobrariam 4 canetas. Quantas canetas eu tenho? 2. Em 2012, para fazer sua matrícula, Bruno precisou preencher uma ficha com os seus dados e de seus pais para entregar na escola. Na hora de escrever o ano de nascimento da sua mãe, ele inverteu os dois últimos algarismos. Quando a secretária viu a ficha ela sorriu, pois ele repetiu o ano em que nasceu e, consequentemente, ambos teriam 16 anos. Qual é a idade da mãe de Bruno em 2012? 3. A escada de um prédio tem 25 degraus. Se Maria subiu 5 degraus, desceu 9 e ao subir mais 6 viu que só faltavam 3 degraus para chegar ao último degrau da escada, em que degrau ela estava quando começou a contar? Respostas: 1. 5 canetas. Vamos chamar a quantidade de canetas de *x*. Sendo assim, o dobro de canetas seria 2x. Ao ofertar duas canetas a cada um dos três irmãos seriam 6 canetas distribuídas, pois 2"3=6. Como sobrariam 4 canetas, podemos criar a seguinte equação: 2x=2"3+4. Ao calcular o valor de *x*, encontraremos o número de canetas. 2x=2"3+4 2x=6+4 2x=10 x=10ÿ2 x=5 Portanto, a resposta correta é: 5 canetas. 2. 43 anos. Se o ano é 2012 e Bruno tem 16 anos, então ele nasceu em 1996, pois 2012-16= =1996. Invertendo os dois últimos algarismos, encontramos que o ano que a mãe de Bruno nasceu foi 1969. Se o ano é 2012, subtraímos o ano de nascimento da mãe de Bruno e encontramos a sua idade. 2012-1969=43. Portanto, a mãe de Bruno tem 43 anos. 3. Maria estava no vigésimo degrau. Ao realizar o último movimento, Maria subiu 6 degraus e viu que só faltavam 3 para completar os 25, ou seja, Maria chegou ao degrau 22. 25-3=22 Como ela subiu 6 degraus para chegar ao degrau 22, então ela partiu do degrau 16. 22-6=16 Para chegar ao degrau 16, Maria teve que descer 9 degraus. Portanto, para encontrar o degrau de onde ela partiu, basta somar 16 ao número 9. 16+9=25 Ao iniciar seus movimentos, Maria teve que subir 5 degraus até chegar ao degrau 25. Portanto, Maria estava no degrau 20 quando começou a contar. 25-5=20. õoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõo Pensamentos “Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...

Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim... E ter paciência para que a vida faça o resto...” William Shakespeare (1564-1616) “Dizem que a vida é para quem sabe viver, mas ninguém nasce pronto. A vida é para quem é corajoso o suficiente para se arriscar e humilde o bastante para aprender.” Clarisse Lispector (1920-1977) “O artista é um receptáculo de emoções que vem de toda parte.” Pablo Picasso (1881-1973) “O sistema não teme o pobre que passa fome, teme o pobre que sabe pensar.” Paulo Freire (1921-1997) “Nós vivemos numa civilização, e, em sociedade, a irracionalidade é, a princípio, inaceitável. Mas a paixão, que é irracional, é aceita -- e é aceita porque somos seres apaixonados.” Mário Sérgio Cortella (1954) “Com o tempo, compreendemos que nossos conhecimentos são cíclicos, assim como uma roda gigante, em que há momentos de altos e baixos nos quais a gente aprende, desaprende e reaprende.” Bento Augusto õoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõo No Mundo das Artes Benjamin de Oliveira: o primeiro palhaço negro do Brasil O homem que nasceu alforriado e que cresceu em meio ao racismo foi homenageado no samba-enredo do Salgueiro em 2020. Fabio Previdelli Na transição entre os séculos XIX e XX, período que coincide com a assinatura da Lei Áurea -- sancionada em 13 de maio de 1888 -- grande parte da população negra do Brasil, que recém tinha alcançado o direito à “liberdade”, ainda vivia com a humilhação e o arder do sol dos cafezais e nas plantações de cana-de-açúcar. Neste mesmo período, viveu um talentoso jovem negro que revolucionou para sempre a história do circo e do teatro nacional e que, mesmo após quase 66 anos de sua morte, tem uma trajetória pouco conhecida pelo “respeitável pú- blico” que deveria reverenciá- -lo. Benjamin Chaves nasceu em 11 de junho de 1870 na fazenda de Guardas, em Patafufu (atualmente conhecido como Pará de Minas), em Minas Gerais. Filho de Malaquias Chaves, uma espécie de capataz, e Leandra de Jesus, escrava de estimação, teve uma infância sofrida, já que apanhava muito de seu pai. Apesar de viver na zona rural, constantemente ia até a região central para, de alguma forma, ajudar a família. Aos 12 anos, ele já tinha exercido diversas funções: foi *candeeiro*, *guarda-freio* e até mesmo montava nas "*madrinha de tropas*". Porém, o menino viu seu destino passar na frente de seus olhos quando vendia bolos nas portas dos circos que passavam pela cidade. Em um desses encontros, resolveu se despedir de seu passado sofrido e fugiu com o circo de Sotero Vilela. Benjamin viajou por todo o sertão mineiro e fazia de tudo um pouco: desde tratador de animais até o trabalho de acrobata. Nessa jornada viveu por três anos, mas resolveu fugir por conta das constantes agressões que sofria. No meio de seu caminho de fuga, encontrou dois ciganos que o aprisionaram e o escravizaram. Eles tinham intenção de trocar o jovem negro por um cavalo, mas por sorte ele conseguiu escapar. Sua vida de fugas e sofrimento ainda ganhara mais um capítulo. Acabou sendo preso por um senhor de escravos que duvidou de seu direito à alforria. Para provar o que dizia, fez um número de saltos em troca de sua liberdade. Estava livre novamente. Percorreu por diversas vilas entre Minas Gerais e São Paulo no lombo de um burro. Viveu na miséria e era dependente da esmola de quem o enxergava como gente. Seu destino parecia *fadado* à decadência, mas o circo era sua única sina. Passou por diversas companhias e só em 1889 é que ele finalmente descobriu seu verdadeiro dom: o de fazer os outros rirem. Naquele ano, ele foi pego de surpresa ao ter que substituir na marra o famoso palhaço Freitinhas do Circo de Albano Perreira. O *saltimbanco* tinha se machucado ao cair da cama, e Benjamin era a única alternativa para o so- brepor. “Eu estava do lado comendo no meu prato de folha -- como negro não me sentava na mesa com os outros -- quando o Albano exclamou: Já sei! O moleque Benjamin vai fazer o palhaço! Eu tremi”, revelou em entrevista a Brício de Abreu, em *Esses Populares tão Desconhecidos*. Sua primeira experiência foi horrível. Benjamin não sabia como atuar e tremeu ao entrar no picadeiro. Como consequência, não fez graça alguma e foi vítima de vaias, ovos, tomates e pedradas. Dentro de uma semana Freitinhas estava bom, mas ele continuaria sendo palhaço. Por ser sem graça, ressaltaria ainda mais o talento da estrela principal. Seus momentos incontáveis de humilhação duraram oito meses. Mas Benjamin ainda daria a volta por cima. A autora Alice Viveiros de Castro relata no livro *O Elogio da Bobagem: Palhaços no Brasil e no Mundo* (Família Bastos Editora), o momento de redenção de Benjamin. “Mas um dia atiraram-lhe uma coroa de capim, e Benjamin teve a presença de espírito de responder: Deram a Cristo uma coroa de espinhos, por que não me poderiam dar uma de capim? Foi o seu primeiro sucesso como palhaço”. Benjamin havia aprendido o poder da improvisação, e isso mudaria sua vida para sempre. Em 1892, ele já era um verdadeiro sucesso. Seu salário no Circo Amaral, que começou com 4 mil réis diários, em pouco tempo chegou aos 30 mil réis. Mas ele tinha sonhos maiores, um deles era se apresentar no Rio de Janeiro, que na época era a Capital Federal. Assim, chegou à Cidade Maravilhosa com o Circo do Comendador Caçamba. Em uma de suas primeiras apresentações no subúrbio de Cascadura, ele foi saudado como um grande palhaço. Em uma de suas apresentações ele recebeu 5 mil réis de um misterioso admirador: era o presidente Floriano Peixoto, o Marechal de Ferro. No dia seguinte, ele se encontrou com Peixoto e pediu seu apoio. O presidente mandou o circo ser transportado da favela para a frente do Palácio do Itamaraty. Todo o material foi transportado pelo Exército Brasileiro. Posteriormente, ele foi trabalhar no circo do francês Jean François. Nesse momento, ele conhece o também palhaço Afonso Spinelli. Eles passaram a morar juntos e montaram um grande circo com leões, ursos e, é claro, o melhor palhaço da época: Benjamin de Oliveira. Seu sucesso absoluto o levou ao cinema. Benjamin foi o primeiro ator negro a participar de um filme brasileiro. Ele viveu o protagonista Peri no filme *Os Guaranis*, de Antônio Leal. Filmado em 1908, a produção era uma adaptação do palhaço para a obra de José de Alencar e foi filmado com uma câmera imóvel no picadeiro. Ele viveu seu auge no começo do século XX e seu legado pode ser visto até os dias atuais. Naquela época, era comum os atores e atrizes não decorarem o texto, por exemplo. Sendo assim, existia uma figura de apoio chamado de Ponto, que soprava as frases para que os artistas a reproduzissem. Mas Benjamin não gostava muito do conceito e o considerava ultrapassado. Assim, ele surpreendeu a todos quando montou a opereta *Viúva Ale- gre*, de Franz Lehar. O que mais chamou a atenção da crítica não foi o fato de a obra ter sido traduzida pela primeira vez ao português, mas todos se encantaram com os atores que sabiam o texto de cor e salteado. No palco, ele e Bahiano, outro artista negro, pintavam seus rostos de branco para dar vida aos protagonistas pálidos da obra original. Benjamin tinha tanto prazer e atenção no que fazia que chegou a trocar cartas com o próprio Franz para discutir o figurino da peça. Além do mais, ele teria levado Arthur Azevedo, um dos primeiros teatrólogos brasileiros, ao êxtase quando ele viu Benjamin interpretando Othelo, personagem clássico de William Shakespeare. Benjamin morreu em 3 de maio de 1954, aos 83 anos. O sobrenome de Oliveira, que ele carregou durante todos seus anos de sucesso, serviu como forma de homenagear Severino de Oliveira, um de seus instrutores e a quem ele guardou com muito carinho em sua memória. Benjamin de Oliveira que- brou paradigmas sociais, culturais e, principalmente, raciais. Em suma, sua trajetória foi dura muito em consequência de sua cor e origem. Mesmo assim, sempre foi sinônimo de luta e persistência. Apesar dos mais de 68 anos de sua morte e dos quase 153 anos de seu nascimento, sua história ainda é pouco difundida culturalmente. Benjamin só voltou a ganhar os holofotes em 2020. Em 2019, ele serviu de inspiração para o livro *Grande Circo Favela*, da Estrela Cultural. Em 2020, serviu de tema para a escola Acadêmicos do Salgueiro, no Rio de Janeiro. O samba-enredo intitulado de *O Rei Negro do Picadeiro* ajudou a escola a trazer alegria e irreverência que Benjamin de Oliveira demonstrou ao longo de sua vida. Fonte: ~,https:ÿÿaventuras~ nahistoria.uol.com.brÿ~ noticiasÿreportagemÿ~

benjamin-de-oliveira-o-~ primeiro-palhaco-negro-~ do-brasil-que-sera-~ representado-na-sapucai-~ hoje-noite.phtml~, Vocabulário: Candeeiro: s. m. Pessoa responsável por alimentar o fogo das lamparinas. Fadado: adj. Predestinado. Guarda-freio: s. m. Indivíduo que vigia e maneja os freios das carruagens de um comboio. Madrinha de tropas: s. f. Era a mula líder e guiava o grupo. Ela simbolizava o feminino, ausente nas tropas e, além de vários enfeites e penduricalhos, costumava levar uma boneca que trazia sorte. Saltimbanco: s. m. Integrantes de um elenco de artistas populares itinerantes, que

se exibem em circos, feiras e praças públicas do interior. õoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõo Maravilhas do Mundo Copa do Mundo -- Catar 2022 A Copa do Mundo é o principal evento de futebol e é realizada a cada quatro anos. E, desde o fim da Copa da Rússia, em 2018, as atenções voltaram-se para o Catar (ou Qatar), próxima sede do torneio e que promete apresentar uma competição totalmente diferente das edições anteriores. A 22ª edição da Copa do Mundo será realizada pela primeira vez no Oriente Médio, entre os dias 21 de novembro e 18 de dezembro de 2022. Geralmente, o mundial de futebol é disputado em junho e julho, mas, devido às altas temperaturas do verão no país, que passam dos 40°C, houve essa mudança. O evento será realizado no outono, quando o clima deve ficar entre 25°C e 30°C. Uma outra particularidade dessa Copa é a dimensão territorial do país-sede. O Catar ocupa uma área de apenas 11,6 mil kmâ2, bem menor que dos últimos países que receberam o evento: Rússia (17,1 milhões de kmâ2) e Brasil (8,5 milhões de kmâ2). Com isso, as seleções não precisarão viajar de avião de uma cidade para outra, e todos os trajetos serão realizados de ônibus. O Catar possui 2,7 milhões de habitantes e espera receber mais de 1 milhão de turistas durante a Copa do Mundo. Viajar para o Catar exige um certo preparo. Por isso, separamos algumas informações importantes que deverão ser levadas em consideração no planejamento da viagem. Está localizado no Oriente Médio, dentro do continente asiático. O país que faz fronteira com a Arábia Saudita é extremamente pequeno quando comparado ao Brasil. Seu território chega a ter metade da área de Sergipe, o menor estado brasileiro. O destino, considerado um dos países mais ricos do mundo, é oficialmente um emirado, ou seja, um território regido por um emir, alguém com um título nobre (equivalente aos príncipes e reis no Ocidente). A dinastia que governa atualmente o país é a família Al Thani, com mais de 195 anos de reinado.

Por estar localizado em uma das áreas mais secas do mundo, o clima do Catar se caracteriza por ser muito quente e árido. O melhor período para viajar para lá são os meses entre novembro e fevereiro, quando as temperaturas estão mais amenas. Algumas companhias aéreas oferecem voos diretos entre São Paulo e o Catar, que duram aproximadamente 14 horas. Porém, a maneira mais comum de chegar ao destino é através de conexões em algumas cidades europeias como Londres ou Paris. Os brasileiros não precisam de visto para entrar no país, e podem permanecer por até 30 dias sem visto. As únicas exigências para viajar para o destino são: passaporte válido por mais de seis meses, com pelo menos duas páginas em branco, apresentação das

passagens de ida e volta e o seguro-viagem. O Catar é um país islâmico, que mantêm um código tradicional de vestimentas. Apesar de não obrigarem seus visitantes a usarem suas roupas tradicionais, é preciso se vestir de maneira um pouco mais recatada, em respeito à sua cultura. A dica é levar na mala roupas leves que não exponham muito o corpo. Outros itens que não podem faltar são hidratantes e protetores solares. Como o país está em uma região desértica, o clima costuma ser muito seco, por isso é essencial proteger o rosto e o corpo com produtos específicos para cada área. Embora o árabe seja a língua nativa, não há barreira de idioma, pois grande parte da população fala o inglês.

A moeda oficial é o Rial Catarense, 1 QAR equivale a R$1,45 (cotação com base no dia 19/09/2020). Não existem muitas casas de câmbio que façam a conversão de sua moeda no Brasil. Por isso, a dica é levar Euro ou Dólar Americano e trocar quando chegar no país. A culinária do Catar foi influenciada ao longo dos anos pelas culturas indiana, africana, nômade e beduína. Essa mistura resultou em pratos saborosos, coloridos e ricos em *especiarias*. Apesar de já englobar restaurantes que oferecem cozinhas de todo o mundo, a cozinha árabe ainda é parte integrante da cultura! Alguns de seus destaques incluem: õo Saloona: um ensopado árabe clássico, feito com carne e legumes; õo Kebab: carne grelhada;

õo Falafel: Uma bola frita feita com grão de bico moído e favas. Os preparativos para a próxima Copa já começaram, conheça algumas das cidades que receberão este evento tão im- portante: Doha é a capital do Catar e a cidade mais populosa do país, com cerca de 1,3 milhão de habitantes. A cidade está localizada na costa do Golfo Pérsico, no leste do país. Doha também é considerada o centro econômico do Catar. Al Khor fica localizada a 50 km de Doha e é uma cidade costeira, ao norte do país, com uma população aproximada de 31 mil habitantes. Com cerca de 20 km de distância da capital, Al Rayyan é um município de 450 mil habitantes e fica localizado no oeste do Catar.

Al Wakrah tem cerca de 31 mil habitantes e fica a 40 km da capital, no sul do país. O Catar está construindo uma nova cidade para receber a abertura e final da Copa do Mundo 2022: Lusail. O projeto prevê que a cidade fique situada a, aproximadamente, 25 km de distância da capital Doha. Lusail será a sede do principal estádio da competição, o Estádio Lusail, com capacidade para 80 mil pessoas. A nova cidade, que está sendo projetada para 250 mil pessoas, também contará com hotéis, ilhas artificiais, marinas, shoppings, lojas de luxo e de entretenimento e ou- tros comércios. Boa parte das obras de Lusail, que terá, aproximadamente, 35 km², já foram concluídas.

Estádios A Copa do Mundo no Catar terá oito estádios para receber os jogos. Entre eles, apenas o Khalifa foi reformado e seguirá com sua capacidade original de 40 mil lugares depois da competição. Os ou- tros sete estádios foram construídos ou estão em fase de construção. Entre eles, seis terão suas capacidades reduzidas após o mundial e um será desmontado. Depois da Copa, o Catar vai doar 170 mil assentos para estádios de outros países. A proximidade dos estádios da Copa de 2022 permitirá aos torcedores acompanhar mais de um jogo por dia. A maior distância será de 55 km entre os estádios de Al Khor, que fica ao norte, e Al Wakrah, ao sul.

Com projetos ambiciosos, mesmo com a mudança nas datas para a prevenção do calor, todos os oito estádios terão um sistema de climatização para amenizar a temperatura. Mobilidade Outro grande investimento do Catar para sediar a Copa do Mundo em 2022 diz respeito à mobilidade. Além das grandes vias, novas rodovias e avenidas estão sendo construídas, mas a principal aposta do país está em um moderno metrô. O sistema de metrô está na fase final de construção e contará com três linhas e com um alcance de mais de 200 km, integrando todos os estádios da Copa. A grande promessa da construção do metrô é de que ele facilite a locomoção dos torcedores durante os jogos do mundial e, após a competição, possa contribuir para diminuir o número de carros e poluição no país. Fonte: ~,https:ÿÿbrasil~ escola.uol.com.brÿeducacao-~ fisicaÿcopa-mundo-catar-~ #bjbb.htm~, õoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõo Nossa casa Engrossar o caldo do feijão: se você gosta do feijão com o caldo mais encorpado, mas não consegue esse efeito no cozimento, retire da panela uma concha do feijão cozido e amasse os grãos. Depois, devolva a pasta para a panela, mexa bem e deixe ferver por mais alguns minutos. Evitar o ressecamento da carne assada de frango: antes de culpar o seu forno pelo ressecamento de um frango

assado, preste atenção ao tempero usado na carne! O vinagre e o limão acrescentados antes da carne ir ao forno podem deixá-la ressecada. Laranja e abacaxi são boas substituições para esses ingredientes. Amaciar a manteiga gelada: usar a manteiga gelada pode acabar se tornando uma prova de força e paciência, principalmente em dias mais frios. Para agilizar o processo e deixá-la molinha com mais rapidez, aqueça uma tigela com água quente e cubra a manteiga com ela, como se fosse uma estufa. Manter o sorvete macio no freezer: depois de aberto, um pote de sorvete pode acabar perdendo a magia no freezer. O gelo acumulado deixa o sorvete endurecido e ainda altera o sabor. Para evitar esse acúmulo e manter a sobremesa cremosa, guarde o pote no freezer dentro de um saco plástico. Limpar milho verde: se você sofre com a dificuldade de tirar os fiozinhos do milho que ficam grudados na espiga, adote uma escova de dentes para te ajudar com a tarefa! A escovinha faz com que os fios quebrem com menor frequência e saiam com mais facilidade. õoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõo Vida e Saúde Poluição sonora A poluição sonora é um grave problema ambiental responsável por *desencadear* diversos problemas de saúde. É considerado um crime ambiental perante a legislação. Poluição sonora é um pro- blema ambiental que pode

afetar a qualidade de vida das pessoas. Qualquer emissão de ruído ou som que possa prejudicar a saúde, o sossego e o bem-estar dos indivíduos, é poluição sonora. É considerada um grave problema, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), haja vista que afeta a qualidade de vida de milhares de pessoas. Além das questões de saúde, este problema é também motivo de conflitos entre a população, sendo, portanto, um caso previsto em lei e enquadrado como crime ambiental. De acordo com o Ministério Pú- blico, com relação ao meio ambiente, a poluição sonora está relacionada à qualidade de vida, ao planejamento urbano e ao patrimônio cultural. Convivemos diariamente com ela. A vida nas grandes cidades, em meio ao trânsito com grandes fluxos de veículos; a obras civis; ao uso de telefones, aparelhos de som e demais eletrônicos, provoca irritabilidade e tiram o sossego de milhares de pessoas. Dores de cabeça, falta de concentração, baixa imunidade e mal-estar são geralmente sintomas comuns sentidos por pessoas que convivem com ruídos em excesso. Este é, portanto, um problema comum na vida de diversos cidadãos. Muitos brasileiros acreditam que há um horário aceitável para “fazer barulho”. Contudo, essa é uma ideia errada, pois provocar ruídos ou sons que afetem o bem-estar social é nocivo, independentemente da hora do dia ou da noite. A questão da poluição sonora é discutida em lei passando pela Constituição Federal, pelo Código Civil (Lei n.o 10.406/02) e pelas leis das esferas estaduais e municipais que ficam responsáveis por assegurar o silêncio e também por fiscalizá-lo. A Lei n.o 9.605/1998, no artigo 54, conhecida como Lei de Crimes Ambientais, diz que provocar poluição de qualquer natureza que possa prejudicar a saúde humana ou os animais e a flora é considerada crime e é passível de pena. Na Constituição Federal, a poluição sonora é tratada pela Lei n.o 6.938/81, que institui a Política Nacional do Meio Ambiente. No artigo 3º, define-se como poluição qualquer atividade que direta ou indiretamente possa prejudicar a saúde, atingir a *biota*, afetar condições estéticas e sanitárias, bem como estar em desacordo com os pa- drões ambientais estabelecidos. Sendo assim, poluição sonora é considerada *degradação* da qualidade ambiental. Para ser considerada poluição sonora, é preciso que haja um laudo técnico que comprove os possíveis prejuízos associados ao excesso de ruído. Caso o som ou ruído esteja fora dos padrões estipulados em lei, por meio das resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), há a possibilidade de enqua- drar-se como um crime ambiental. Segundo o Ministério Público, a intensidade sono- ra é medida com base na grandeza conhecida como decibel (dB), e essa medição é feita por meio do aparelho chamado decibelímetro. A Resolução n.o 001/90, do Conama, estabelece que: “A emissão de ruídos, em decorrência de quaisquer atividades industriais, comerciais, sociais ou recreativas, inclusive as de propaganda

política, obedecerá, no interesse da saúde e do sossego público, aos padrões, critérios e diretrizes estabelecidos nesta Resolução.” Outras resoluções tratam a respeito dos ruídos produzidos por qualquer outra atividade, como o serviço de limpeza doméstica e o uso de veículos. De acordo com a OMS, o limite tolerável ao ser humano é de 65 dB, acima disso, há comprometimento auditivo mediante o tempo de exposição. São muitas as fontes que podem emitir sons ou ruídos que perturbem a qualidade de vida das pessoas. Seguem-se alguns exemplos: õo Ruídos de trânsito: buzinas, carros de som, barulho do fluxo dos carros. õo Ruídos domésticos: sons de liquidificadores, aspiradores de pó, batedeiras, aparelhos de som, secadores de

cabelo, cortadores de grama etc. õo Ruídos industriais: equipamentos nas indústrias, máquinas, serras etc. Consequências A OMS aponta que a poluição sonora é um grave problema, considerando que é capaz de desencadear reações de estresse, distúrbios de sono, doenças metabólicas e cardiovasculares, déficit cognitivo, problemas auditivos e também obesidade. O excesso de ruídos deixa o corpo em estado de alerta, prejudicando o descanso. A organização aponta que um indivíduo não deve expor-se a mais que 30 dB durante o período em que dorme, considerando que o ouvido é o órgão do corpo humano que, mesmo durante o sono, não descansa. A OMS também alerta que se expor a mais de 120 dB, sem usar protetores auditivos, pode causar dor física. Outros problemas como ansiedade, aflição e depressão também estão associados à exposição a excesso de barulhos, pois isso libera de forma inadequada hormônios que alteram negativamente o organismo. Para evitar a poluição sonora, é necessário, segundo o Ministério Público, restringir os sons ao ambiente em que eles são gerados. Isolamentos acústicos, muitas vezes, são uma opção. Evitar ambientes com muitos ruídos, som alto ou muita conversa. Usar proteção de ouvidos também é uma alternativa para quem vive diariamente nos grandes centros urbanos. Em relação ao controle da poluição sonora, alguns instrumentos apontados pelo

Ministério Público são: zoneamento ambiental; monitoramento ambiental; revestimento acústico dos estabelecimentos; uso de equipamentos apropriados, entre outros. Fonte: ~,https:ÿÿescolakids.~ uol.com.brÿgeografiaÿ~ poluicao-sonora.htm~, Vocabulário: Biota: s. m. Conjunto de seres vivos que habitam uma determinada região. Degradação: s. f. Processo natural de desgaste; decomposição; deterioração. Desencadear: v. Provocar o início de (processo, ação, reação etc.) ou ter início. õoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõo

Culinária Brigadeiro de limão simples Ingredientes: 1 lata de leite condensado 1 colher de sopa de manteiga (ou margarina) 50 g de chocolate branco Suco de meio limão Raspas de 3 limões 2 colheres e meia de sopa de açúcar cristal Modo de preparo: Reúna todos os ingredientes. Em uma panela, em fogo médio, adicione o leite condensado, a manteiga, o chocolate branco e mexa sem parar até começar a desgrudar da panela. Desligue o fogo, acrescente o suco de limão, as raspas (reserve um pouco delas), misture bem e deixe esfriar. Com as mãos untadas, molde os brigadeiros. Passe eles em uma mistura de açúcar cristal com o restante das raspas de limão. Agora é só servir. Bom apetite! Se preferir, passe os brigadeiros em raspas de chocolate branco ao invés do açúcar para inovar no sabor! :::::::::::::::::::::::: Falafel Primo do acarajé, o bolinho de grão-de-bico é multiuso. Pode ser servido como petisco, com molho de tahine. Como prato principal, com homus e salada. E vai até no recheio do sanduíche. Ingredientes: 250 g de grão-de-bico seco Meia cebola

Um quarto de xícara (chá) de folhas de salsinha (cerca de 8 ramos) Um quarto de xícara (chá) de folhas de coentro (cerca de 8 ramos) 1 dente de alho 1 colher (chá) de cominho em pó 1 colher (chá) de pimenta síria Uma pitada de canela em pó 1 colher (chá) de sementes de coentro Uma colher e meia (chá) de sal Meia colher (chá) de bicarbonato de sódio em pó Uma colher e meia (sopa) de farinha de trigo Noz-moscada ralada na hora a gosto Pimenta-do-reino moída na hora a gosto 500 ml de óleo para fritar 1. Numa tigela grande, coloque os grãos-de-bico, cubra com bastante água e deixe de molho por 24 horas. 2. Passe os grãos-de-bico molhados por uma peneira e deixe escorrer bem a água. Abra um pano de prato limpo sobre a bancada e seque bem os grãos-de-bico – é importante que os grãos estejam bem sequinhos para não umedecer a massa, evitando que os bolinhos quebrem ao fritar. 3. Descasque e corte a cebola em quatro pedaços. Descasque o dente de alho. Lave e seque bem a salsinha e o coentro. 4. No processador, coloque a cebola, o alho, a salsinha e o coentro. Processe por 1 minuto, para triturar bem. Junte metade do grão-de-bico, o sal e as especiarias e bata bem por cinco minutos, até formar uma pasta -- na metade do tempo, pare de

bater e misture com uma espátula para que tudo fique bem misturado. 5. Adicione a outra metade do grão-de-bico, e bata novamente por 1 minuto – a ideia é que os grãos sejam processados, mas ainda tenham pedacinhos. 6. Coloque o óleo numa panela de borda alta e leve ao fogo médio para aquecer. Enquanto isso, forre uma travessa com papel toalha. Transfira a massa de falafel para uma tigela, junte o bicarbonato, a farinha de trigo e misture bem. 7. Para modelar cada falafel, utilize uma colher de sopa medidora: pressione uma porção de massa na colher, apertando bem para deixar a massa compacta e nivelar; aproxime do óleo e, com a ponta de uma colherinha, transfira o bolinho para o óleo quente. Abaixe o fogo e coloque até 5 bolinhos de uma vez. Deixe fritar por cerca de 1 minuto e meio até dourar, mexendo de vez em quando com uma escumadeira. Atenção: se o óleo estiver muito quente os bolinhos queimam por fora e ficam crus por dentro. 8. Com a escumadeira, transfira os bolinhos fritos para a travessa com papel toalha e repita com o restante da massa. Sirva a seguir, com molho de tahine. Fonte: ~,https:ÿÿwww.~ panelinha.com.brÿreceitaÿ~ Falafel~, :::::::::::::::::::::::: Molho de tahine Depois de conhecer este molho, você vai ter vontade de usar em praticamente tudo: na salada, nos legumes assados, no arroz com lentilha... Ingredientes: Um quarto de xícara (chá) de tahine (pasta de gergelim) Um quarto de xícara (chá) de água filtrada 1 dente de alho Caldo de 1 limão Sal a gosto Modo de preparo: 1. Descasque e coloque o dente de alho no pilão. Tempere com uma pitada de sal e bata bem até formar uma pastinha (se preferir, pique o alho bem fininho com a faca). 2. Acrescente o tahine, o caldo de limão e misture bem. Junte aos poucos a água, misturando com uma colher até ficar na consistência desejada (mais fluido

ou mais encorpado). Transfira para uma molheira e sirva a seguir com peixes, grelhados ou saladas. Como armazenar: Dura cinco dias na geladeira em pote bem fechado. Fonte: ~,https:ÿÿwww.~ panelinha.com.brÿreceitaÿ~ Molho-de-tahine~, õoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõo Humor Maurício vai ao médico: -- Doutor, não levanto mais a cabeça, dou risada sozinho, não converso mais com as pessoas, não dou atenção quando falam comigo... O que eu tenho? -- WhatsApp!

Meu avô me contou que, quando viu o Titanic, avisou que o barco afundaria para todas as pessoas desde o início, mas o ignoraram. Ele avisou novamente que afundaria e muitos morreriam, mandaram ele ficar quieto. Ele avisou novamente em diversas ocasiões, até que o expulsaram do cinema. Na unidade do SUS, o médico olha bem para o paciente e estranha: -- Amigo, eu sou pediatra. Como é que um adulto marca consulta com um médico de crianças? -- Que absurdo, não é doutor? Por aí o senhor pode calcular há quanto tempo estou nesta fila. Dois litros de leite estavam conversando, um vira para o outro e diz: -- Bom dia! E o outro continua calado. -- Bom dia! -- fala novamente. E o outro permanece calado. Chateado, o leite pergunta: -- Não vai falar comigo hoje? Ele responde: -- Não. Hoje eu estou azedo! Na delegacia, o delegado pergunta ao acusado: -- Conhece esta chave? -- Não, senhor! No dia seguinte, novo interrogatório: -- Conhece esta chave? -- Sim, senhor! -- Mas ontem o senhor disse que não a conhecia -- reclamou o delegado. -- Pois foi justamente ontem que a conheci!

Dois loucos viajam de trem. Daí um olha para a janela e comenta com o outro: -- Nossa, como as árvores andam depressa. O outro responde: -- Da próxima vez nós vamos é de árvores! õoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõo RBC News Atenção, assinantes! A assinatura das revistas em braille -- Pontinhos, RBC e Superbraille --, publicações do Instituto Benjamin Constant, é totalmente gratuita. Cobrança de taxas, pedidos de doação ou qualquer solicitação de natureza financeira devem ser desconsideradas. õoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõo Espaço do leitor Olá, Comissão! Primeiramente, gostaria de elogiar o conteúdo desta edição da Revista Brasileira para Cegos, a Edição Especial dos 80 anos. Meus parabéns pelos 80 anos!!! Que venham muitos mais e que eu possa colaborar com esse maravilhoso projeto! Como foi bom chegar em casa hoje e receber a revista! Estou muito feliz! Entre tantas postagens, a que mais me chamou atenção foi a "Faça Algo", escrita por Sara Bentes. Gostaria de pedir a vocês a licença de publicar o referido texto em meu Facebook, pois tenho bastantes contatos que enxergam e que precisariam ouvir/ler esse texto. Então, posso publicar e colocar o nome da Sara

e a fonte? Ficarei muito feliz se puder fazer isso! Em caso negativo, entenderei! Desde já, fico no aguardo da resposta! Cordialmente, Crislâine Lerin Rigo Resposta da Comissão: Olá, Crislâine. Ficamos contentes em saber que você aprecia o conteúdo da revista. Quanto à publicação do texto, ela pode ser feita desde que você não se esqueça de informar a fonte. Boas ideias sempre devem ser divulgadas. Continue lendo sempre e participando. Cordialmente, Comissão Editorial. ::::::::::::::::::::::::

Adorei ler o texto sobre o Jazz. Sou fã de música de qualidade... A matéria sobre o Vale do Itajaí é supimpa. Adoro cerveja... Mas o auge da RBC desse trimestre foram as informações sobre a doação de sangue. Já agendei minha visita ao Hemocentro aqui da região... Um forte abraço de um eterno fã! Eduardo Felipe dos Santos Pindamonhangaba/SP Resposta da Comissão: Olá, Eduardo, é bom saber que você continua acompanhando nosso trabalho e que ele tam- bém estimula você a participar de boas iniciativas, como a doação de sangue. Quem sabe você não consegue levar mais

pessoas ao Hemocentro? Um forte abraço. :::::::::::::::::::::::: Caros Leitores, Sou o Fernando José Branco, moro em Portugal, e gostaria de convidá-los para participar do meu passatempo de adivinhas. Quem tiver interesse pode enviar uma mensagem para o meu *e-mail*: ~,fernandojosebranco403@~ gmail.com~, Esclarecimento: A RBC divulga atividades dos leitores, mas não é responsável pelo passatempo sugerido pelo proponente. :::::::::::::::::::::::: Olá, Comissão! Mais uma vez, eu é que agradeço. Saiba que, para mim, ter um artigo publicado na RBC é um verdadeiro sonho profissional, atingir o público que gostaria de ter atingido. Um grande abraço a todos da Imprensa Braille, é sempre uma honra fazer parte dessa história, e que a revista continue por muitos e muitos anos. Imagina, sempre que precisarem, contem comigo, um abraço. Lúcia Mara (Colunista do *Jornal Contraponto*) Resposta da Comissão: Prezada Lúcia Mara. Para nós, foi um prazer contar com a sua colaboração. E obrigado pela mensagem carinhosa. :::::::::::::::::::::::: Meu nome é Rogério Moraes da Silva e gostaria de me corresponder com músicos

cegos. Meu endereço é: Rua Doutor Antônio Afonso Nobre Semedo, n.o 07 -- Ourique -- Portugal -- CEP: 7670-296. Visitem meu canal no Youtube: ~,https:ÿÿwww.~ youtube.comÿuserÿRogerblind~, Esclarecimento: A RBC divulga atividades dos leitores, mas não é responsável pelo conteúdo de suas mídias pessoais. :::::::::::::::::::::::: Eu sou o Carlos Patrão Coutinho. Eu tenho 47 anos de idade, eu sou cego total e vivo em Portugal. Eu desejo fazer novas amizades com pessoas cegas, que vivem no Brasil, Portugal e que sejam de qualquer parte do mundo e de todas as idades. Eu desejo fazer novas amizades através do *e-mail*: ~,carlospatraocoutinho@gmail.~ com~, ou do WhatsApp: +351927173984 Eu fico a aguardar pelos seus *e-mails* e pelas suas ligações pelo WhatsApp. Eu gosto muito de fazer novas amizades e de trocar experiências e por isso eu fico a aguardar pelo seu contato, muito obrigado. Esclarecimento: A RBC divulga atividades dos leitores, mas não é responsável pelo conteúdo de suas mídias pessoais. õxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo Fim da Obra

Transcrição: Gregório Brandão Coordenação de revisão: Geni Pinto de Abreu Revisão: Abel Ricardo Ano: 2022