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Visita do GSI ao CMO e ao SISFRON

Publicado em 01/12/2020 18h09 Atualizado em 01/12/2020 18h12

       No período de 23 a 25 de novembro de 2020, uma comitiva do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República - GSI, chefiada pelo Secretário-Executivo, General de Divisão Douglas Bassoli, realizou uma visita institucional às Organizações Militares do Exército Brasileiro no Comando Militar do Oeste - CMO, nas cidades de Campo Grande e Dourados, no estado de Mato Grosso do Sul.

       A visita teve o objetivo de conhecer a capacidade operacional do Exército Brasileiro na região centro-oeste do Brasil, destacando-se as potencialidades do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras – SISFRON. O SISFRON é um sistema de comando e controle, comunicações, computação, inteligência, vigilância e reconhecimento que visa dotar a Força Terrestre de meios habilitadores a uma presença efetiva na faixa de fronteira brasileira.

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Sala de Operações do SISFRON

       Com o apoio de uma aeronave da Força Aérea Brasileira, a comitiva também visitou a 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, Brigada Guaicurus, em Dourados-MS, local escolhido pelo Exército Brasileiro para implantação da primeira fase do SISFRON.

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Exposição de Material da 4ª Bda C Mec

     Durante a visita, o Secretário de Assuntos de Defesa e Segurança Nacional do GSI, Major-Brigadeiro do Ar Ary Soares Mesquita, apresentou o Programa de Proteção Integrada de Fronteiras – PPIF aos militares do CMO. O PPIF foi instituído pelo Decreto Federal n° 8.903/2016 para o fortalecimento da prevenção, do controle, da fiscalização e da repressão aos delitos transfronteiriços.

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      Apoio da FAB à Comitiva do GSI

         Neste sentido foram criados planos que consistem em desenvolver iniciativas para integrar e articular ações de segurança pública, de inteligência, de controle aduaneiro e das Forças Armadas com as ações dos Estados e Municípios situados na faixa de fronteira, incluídas suas águas interiores, e a costa marítima.

        Além disso, prevê integrar e articular ações de repressão com os países vizinhos e aprimorar a gestão dos recursos humanos e de estrutura destinada à prevenção, ao controle, à fiscalização e à repressão a delitos transfronteiriços.