Computação em Nuvem

Adoção de serviços de computação em nuvem pelo governo federal

A computação em nuvem confere às instituições públicas maior agilidade nas mudanças tecnológicas e a redução de custos com infraestrutura interna.

Tal contratação é importante não só pelo impacto financeiro, mas também pelo ganho na modernização dos órgãos e entidades que integram a Administração Pública Federal.

Os órgãos pretendiam investir cerca de R$ 159 milhões em 198 iniciativas individualizadas para contratação em nuvem. Além disso, havia a previsão de gasto de R$ 533 milhões em atividades relacionadas, como compra de servidores/storage e serviços de hospedagem de sistemas. A expectativa de economia é da ordem de R$ 60 milhões, parte pelo ganho de escala da compra e também pela redução dos custos processuais administrativos com a não replicação e fragmentação das compras descentralizadas.

Como o governo federal adota a nuvem?

Desde 2018, o Ministério da Economia (ME) vem utilizando processo licitatório na modalidade pregão para contratar empresa especializada para prestação de serviços gerenciados de computação em nuvem. Entre eles estão concepção, projeto, provisionamento, configuração, migração, suporte, manutenção e gestão de topologias de serviços em dois ou mais provedores de nuvem pública.

O objetivo é abarcar órgãos e entidades com vários níveis de maturidade na tecnologia de nuvem, desde os que estão iniciando no processo até os que têm mais interação com esse tipo de tecnologia, que devem consumir mais infraestrutura. Confira os projetos em andamento...

Pregões da nuvem no ME:

Compra centralizada - Nuvem 2.0

52 unidades participantes
66 milhões (valor que pode ser contratado)
302 milhões economizados (relativo ao preço estimado)