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Balanço da Segunda Reunião Técnica da Iniciativa do G20 sobre Bioeconomia (G20 Initiative on Bioeconomy – GIB)
Ancestralidade com olhar para o futuro: economia indígena é inspiração para desenvolvimento com sustentabilidade
Os conhecimentos ancestrais e a relação intrínseca que os povos indígenas possuem com o meio ambiente oferecem abordagens inovadoras e resilientes ao enfrentamento dos desafios econômicos, sociais e ambientais que são pautas do G20 durante a presidência brasileira. Acordo de Paris de 2015 deu chancela científica ao conhecimento dos povos indígenas, base para a produção de diferentes produtos e medicamentos, como a aspirina e a morfina.
Superação de desigualdades na pauta do último dia da viagem do presidente da França ao Brasil
No último dia da visita oficial do presidente francês, Emmanuel Macron, ao Brasil, o presidente Lula afirmou que os dois países estão decididos a trabalhar juntos para promover uma visão compartilhada de mundo. No atual cenário internacional de instabilidades, o diálogo entre os dois países representa uma aliança em favor da superação de desigualdades estruturais e de um planeta mais sustentável, temas prioritários para a presidência brasileira do G20. Taxação de bilionários é uma das alternativas defendidas para aumento de recursos para superação de desigualdades.
Interlocução entre conhecimentos tradicionais e ciência moderna baliza debates da segunda reunião da Iniciativa de Bioeconomia do G20
Com base em conhecimentos ancestrais, bioeconomia é oportunidade de rendimentos na casa dos trilhões, é o que aponta o relatório internacional do Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável. Discussões sobre a relevância do conhecimento, desde tradições orais até os mais recentes avanços da ciência moderna, para a bioeconomia foram centrais na segunda reunião da Iniciativa inédita.
Na presidência do G20, Brasil lança Iniciativa Global pela Bioeconomia
Brasil quer ampliar o acesso de países em desenvolvimento aos quatro fundos climáticos: Fundo Verde para o Clima (Green Climate Fund); o Fundo de Investimento Climático (Climate Investment Funds); Fundo de Adaptação (Adaptation Fund) e Fundo Global para o Meio Ambiente (Global Environment Facility).
“Uso dos recursos naturais precisa ser uma forma de inclusão para aqueles que vivem em situação de vulnerabilidade“, diz Marina Silva
Ministra brasileira do Meio Ambiente e Mudança do Clima fala da importância de aprovação dos princípios da Bioeconomia, defende que iniciativa deve ser transversal e salienta que estratégia precisa integrar diversos setores econômicos para combater a pobreza, preservar o meio ambiente e enfrentar as mudanças climáticas.
Balanço da primeira reunião técnica da Iniciativa do G20 sobre Bioeconomia (G20 Initiative on Bioeconomy – GIB)
O que o G20 decidiu sobre bioeconomia - e o que isso tem a ver com a sua vida
Países integrantes do G20 definiram princípios para conciliar desenvolvimento e sustentabilidade com soluções baseadas na própria natureza, uma das pautas centrais nesta edição do Fórum. Os debates ocorreram na Iniciativa sobre Bioeconomia do G20, proposta pela presidência brasileira do G20.
Bioeconomia pode contribuir para um novo ciclo de prosperidade, defendem ministras e Janja Lula
Na abertura da reunião da Iniciativa Global de Bioeconomia do G20, as ministras Marina Silva, do MMA e Luciana Santos, do MCTI, e Janja Lula da Silva, socióloga e primeira dama do Brasil, enfatizaram a importância da bioeconomia como caminho essencial para enfrentar crises climáticas como a vivida atualmente no Sul do Brasil.
Iniciativa Bioeconomia do G20: Encontro entre o conhecimento e a natureza
Proposta brasileira avança ao elaborar diretrizes para uma economia mais racional, que leve em conta todo o processo produtivo e suas consequências para o homem e o meio ambiente.