Repórter: O Grupo de Trabalho Cultura do G20 iniciou suas atividades discutindo diversidade cultural, inclusão social, cultura e economia criativa. A fala de abertura foi feita pela ministra da Cultura, Margareth Menezes. Para ela, é na Cultura e na memória que podemos buscar a sabedoria e o conhecimento para que possamos ter a compreensão e o valor das boas práticas de convivência da humanidade em harmonia com o meio ambiente.
A ministra ressaltou que há desafios trazidos pelas tecnologias digitais e pela Inteligência Artificial, e que é preciso melhorar o ambiente regulatório dos trabalhadores e trabalhadoras da cultura neste contexto.
Margareth Menezes: A cultura é um recurso potente para promover a paz e harmonia. A cultura gera resultados reais de crescimento econômico sustentável, é ferramenta de enfrentamento às desigualdades e promotora de transformação e de justiça social. No eixo sobre ambiente digital e direitos autorais, temos a ciência dos desafios trazidos pelas tecnologias digitais, pela Inteligência Artificial. Por fim, no eixo que trata da preservação e promoção do patrimônio cultural – material e imaterial – e da memória, temos a intenção de discutir mecanismos de proteção aos conhecimentos, práticas e tradições das comunidades originárias.
Repórter: A reunião por videoconferência, na sede do G20 em Brasília, conta com a participação de delegações dos 19 países membros do G20, mais União Africana e União Europeia, além de representantes de países convidados e 12 organizações internacionais. O Grupo de Trabalho conheceu os quatro eixos prioritários de trabalho para o ano de 2024, com temas sobre diversidade cultural e inclusão social, direitos autorais e ambiente digital, economia criativa, desenvolvimento sustentável, preservação do patrimônio cultural e da memória.
