No trimestre de abril a junho de 2026, a taxa de desocupação no Brasil foi estimada em 5,4%, abaixo da mediana das expectativas (intervalo de 5,4% a 6,0%, mediana de 5,6%). Esta estimativa apresentou queda em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (5,8%).
Com ajuste sazonal (cálculo SPE), a taxa de desocupação ficou em 5,5% em junho de 2026, permanecendo estável ante maio (5,5%).
Fonte: IBGE
A taxa composta de subutilização da força de trabalho ficou em 12,9%, com queda em comparação ao mesmo período de 2025 (14,4%).
Com ajuste sazonal, a taxa composta de subutilização da força de trabalho ficou em 13,0%, desacelerando em comparação a maio (13,2%).
Fonte: IBGE
A taxa de participação da força de trabalho (FT/PIA) apresentou queda, passando de 62,4% em junho de 2025 para 62,1% em junho de 2026. A PIA teve alta de 0,8% e a FT registrou alta de 0,3%.
Com ajuste sazonal, a taxa de participação ficou em 62,1%, estável em comparação a maio (62,1%).
Fonte: IBGE
O nível de ocupação (PO/PIA) chegou a 58,8%, estabilidade ante junho de 2025 (58,8%). A PO registrou alta de 0,7% na comparação com o mesmo período do ano anterior, alcançando 103.057 mil pessoas.
PO e FT: variação em relação ao mesmo trimestre do ano
anterior
Fonte: IBGE
Formais e informais: variação em relação ao mesmo trimestre do ano anterior
Fonte: IBGE
Em junho de 2026, a população ocupada cresceu 0,04% na margem (com ajuste sazonal), acelerando em relação ao mês anterior (0,01%).
A força de Trabalho (PEA) cresceu 0,08% na margem (com ajuste sazonal), acelerando em relação ao mês anterior (0,05%).
PO e FT: variação em relação ao mês anterior - dado com ajuste sazonal, cálculo SPEFonte: IBGE
Formais e informais: variação em relação ao mês anterior - dado com ajuste sazonal, cálculo SPE
Fonte: IBGE
Taxa de informalidade
Fonte: IBGE
O rendimento médio real habitual de todos os trabalhos foi de R$3.738 no período de referência, alta de 2,8%, na comparação com o mesmo período do ano anterior.
Rendimento médio real habitual de todos os trabalhos
Fonte: IBGE
Em junho de 2026, o rendimento médio real habitual de todos os trabalhos recuou -0,31% na margem (com ajuste sazonal), acelerando em relação ao mês anterior (-0,73%).
Rendimento médio real habitual de todos os trabalhos: variação em relação ao mês anterior - dado com ajuste sazonal, cálculo SPE
Fonte: IBGE (dado com ajuste sazonal, cálculo SPE)
A massa de rendimento real habitual atingiu R$ 380,31 bilhões em junho de 2026, com alta de 3,6% na comparação com o mesmo período do ano anterior.
Componentes da massa salarial real total: variação em relação ao mesmo trimestre do ano anterior
Fonte: IBGE
Componentes da massa salarial real dos Empregados com Carteira no Setor Privado: variação em relação ao mesmo trimestre do ano anterior
Fonte: IBGE
A massa de rendimento real habitual de todos os trabalhos registrou alta de 0,02% na margem (com ajuste sazonal), acelerando em relação ao mês anterior (-0,63%).
Componentes da massa salarial real total: variação em relação ao mês anterior - dado com ajuste sazonal, cálculo SPE
Fonte: IBGE
Os informativos econômicos da Secretaria de Política Econômica (SPE) são elaborados a partir de dados de conhecimento público, cujas fontes primárias são instituições autônomas, públicas ou privadas. O objetivo é organizar informações de conhecimento público para ampliar o entendimento sobre a economia brasileira. O conteúdo deste material é meramente informativo, não possuindo caráter prospectivo, nem delimitando as ações de política econômica adotadas pelo Ministério da Fazenda.