Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua | PNADc

Taxa de desocupação

No trimestre de julho a setembro de 2026, a taxa de desocupação no Brasil foi estimada em 5,2%, em linha com a mediana das expectativas (intervalo de 5,2% a 5,3%, mediana de 5,2%). Esta estimativa apresentou queda em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (5,6%).

Com ajuste sazonal (cálculo SPE), a taxa de desocupação ficou em 5,3% em setembro de 2026, desacelerando ante agosto (5,4%).

Fonte: IBGE

Taxa de subutilização

A taxa composta de subutilização da força de trabalho ficou em 13,0%, com queda em comparação ao mesmo período de 2025 (13,9%).

Com ajuste sazonal, a taxa composta de subutilização da força de trabalho ficou em 13,2%, permanecendo estável em comparação a agosto (13,2%).

Fonte: IBGE

 

Taxa de Participação (FT/PIA)

A taxa de participação da força de trabalho (FT/PIA) permaneceu estável, passando de 62,2% em setembro de 2025 para 62,2% em setembro de 2026. A PIA teve alta de 0,8% e a FT registrou alta de 0,7%.

Com ajuste sazonal, a taxa de participação ficou em 62,2%, com alta em comparação a agosto (62,1%).

Fonte: IBGE

 

População ocupada e Força de trabalho

O nível de ocupação (PO/PIA) chegou a 59,0%, alta ante setembro de 2025 (58,7%). A PO registrou alta de 1,2% na comparação com o mesmo período do ano anterior, alcançando 103.638 mil pessoas.

PO e FT: variação em relação ao mesmo trimestre do ano anterior

Fonte: IBGE

 

 

Formais e informais: variação em relação ao mesmo trimestre do ano anterior

Fonte: IBGE

 

 

Em setembro de 2026, a população ocupada cresceu 0,1% na margem (com ajuste sazonal), desacelerando em relação ao mês anterior (0,11%).

A força de Trabalho (PEA) cresceu 0,02% na margem (com ajuste sazonal), desacelerando em relação ao mês anterior (0,08%).

PO e FT: variação em relação ao mês anterior - dado com ajuste sazonal, cálculo SPE

Fonte: IBGE

 

 

Formais e informais: variação em relação ao mês anterior - dado com ajuste sazonal, cálculo SPE

Fonte: IBGE

 

 

Taxa de informalidade

Fonte: IBGE

 

 

Rendimento real habitual de todos os trabalhos

O rendimento médio real habitual de todos os trabalhos foi de R$3.790 no período de referência, alta de 3,6%, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Rendimento médio real habitual de todos os trabalhos

Fonte: IBGE

Em setembro de 2026, o rendimento médio real habitual de todos os trabalhos cresceu 0,21% na margem (com ajuste sazonal), desacelerando em relação ao mês anterior (0,54%).

Rendimento médio real habitual de todos os trabalhos: variação em relação ao mês anterior - dado com ajuste sazonal, cálculo SPE

Fonte: IBGE (dado com ajuste sazonal, cálculo SPE)

 

 

Massa de rendimento real habitual

A massa de rendimento real habitual atingiu R$ 387,5 bilhões em setembro de 2026, com alta de 4,7% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Componentes da massa salarial real total: variação em relação ao mesmo trimestre do ano anterior

Fonte: IBGE

 

 

Componentes da massa salarial real dos Empregados com Carteira no Setor Privado: variação em relação ao mesmo trimestre do ano anterior

Fonte: IBGE

A massa de rendimento real habitual de todos os trabalhos registrou alta de 0,35% na margem (com ajuste sazonal), desacelerando em relação ao mês anterior (0,55%).

Componentes da massa salarial real total: variação em relação ao mês anterior - dado com ajuste sazonal, cálculo SPE

Fonte: IBGE

Os informativos econômicos da Secretaria de Política Econômica (SPE) são elaborados a partir de dados de conhecimento público, cujas fontes primárias são instituições autônomas, públicas ou privadas. O objetivo é organizar informações de conhecimento público para ampliar o entendimento sobre a economia brasileira. O conteúdo deste material é meramente informativo, não possuindo caráter prospectivo, nem delimitando as ações de política econômica adotadas pelo Ministério da Fazenda.