Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua | PNADc

Taxa de desocupação

No trimestre de março a maio de 2026, a taxa de desocupação no Brasil foi estimada em 5,6%, em linha com a mediana das expectativas (intervalo de 5,4% a 6,0%, mediana de 5,6%). Esta estimativa apresentou queda em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (6,2%).

Com ajuste sazonal (cálculo SPE), a taxa de desocupação ficou em 5,5% em maio de 2026, permanecendo estável ante abril (5,5%).

Fonte: IBGE

Taxa de subutilização

A taxa composta de subutilização da força de trabalho ficou em 13,3%, com queda em comparação ao mesmo período de 2025 (14,9%).

Com ajuste sazonal, a taxa composta de subutilização da força de trabalho ficou em 13,2%, desacelerando em comparação a abril (13,4%).

Fonte: IBGE

 

Taxa de Participação (FT/PIA)

A taxa de participação da força de trabalho (FT/PIA) apresentou queda, passando de 62,4% em maio de 2025 para 62,0% em maio de 2026. A PIA teve alta de 0,8% e a FT registrou alta de 0,2%.

Com ajuste sazonal, a taxa de participação ficou em 62,0%, com queda em comparação a abril (62,1%).

Fonte: IBGE

 

População ocupada e Força de trabalho

O nível de ocupação (PO/PIA) chegou a 58,6%, estabilidade ante maio de 2025 (58,6%). A PO registrou alta de 0,8% na comparação com o mesmo período do ano anterior, alcançando 102.703 mil pessoas.

PO e FT: variação em relação ao mesmo trimestre do ano anterior

Fonte: IBGE

 

 

Formais e informais: variação em relação ao mesmo trimestre do ano anterior

Fonte: IBGE

 

 

Em maio de 2026, a população ocupada cresceu 0,01% na margem (com ajuste sazonal), acelerando em relação ao mês anterior (-0,03%).

A força de Trabalho (PEA) cresceu 0,04% na margem (com ajuste sazonal), acelerando em relação ao mês anterior (0,01%).

PO e FT: variação em relação ao mês anterior - dado com ajuste sazonal, cálculo SPE

Fonte: IBGE

 

 

Formais e informais: variação em relação ao mês anterior - dado com ajuste sazonal, cálculo SPE

Fonte: IBGE

 

 

Taxa de informalidade

Fonte: IBGE

 

 

Rendimento real habitual de todos os trabalhos

O rendimento médio real habitual de todos os trabalhos foi de R$3.726 no período de referência, alta de 4,0%, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Rendimento médio real habitual de todos os trabalhos

Fonte: IBGE

Em maio de 2026, o rendimento médio real habitual de todos os trabalhos recuou -0,76% na margem (com ajuste sazonal), desacelerando em relação ao mês anterior (-0,12%).

Rendimento médio real habitual de todos os trabalhos: variação em relação ao mês anterior - dado com ajuste sazonal, cálculo SPE

Fonte: IBGE (dado com ajuste sazonal, cálculo SPE)

 

 

Massa de rendimento real habitual

A massa de rendimento real habitual atingiu R$ 377,74 bilhões em maio de 2026, com alta de 4,8% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Componentes da massa salarial real total: variação em relação ao mesmo trimestre do ano anterior

Fonte: IBGE

 

 

Componentes da massa salarial real dos Empregados com Carteira no Setor Privado: variação em relação ao mesmo trimestre do ano anterior

Fonte: IBGE

A massa de rendimento real habitual de todos os trabalhos registrou queda de -0,70% na margem (com ajuste sazonal), desacelerando em relação ao mês anterior (0,07%).

Componentes da massa salarial real total: variação em relação ao mês anterior - dado com ajuste sazonal, cálculo SPE

Fonte: IBGE

Os informativos econômicos da Secretaria de Política Econômica (SPE) são elaborados a partir de dados de conhecimento público, cujas fontes primárias são instituições autônomas, públicas ou privadas. O objetivo é organizar informações de conhecimento público para ampliar o entendimento sobre a economia brasileira. O conteúdo deste material é meramente informativo, não possuindo caráter prospectivo, nem delimitando as ações de política econômica adotadas pelo Ministério da Fazenda.