No trimestre de setembro a novembro de 2025, a taxa de desocupação no Brasil foi estimada em 5,2%, abaixo das expectativas (intervalo de 5,3% a 5,6%, mediana de 5,4%). Esta estimativa apresentou queda em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (6,1%).
Com ajuste sazonal (cálculo SPE), a taxa de desocupação ficou em 5,5% em novembro de 2025, desacelerando ante outubro (5,6%).
Fonte: IBGE
A taxa composta de subutilização da força de trabalho ficou em 13,5%, com queda em comparação ao mesmo período de 2024 (15,3%).
Com ajuste sazonal, a taxa composta de subutilização da força de trabalho ficou em 13,7%, desacelerando em comparação a outubro (14,0%).
Fonte: IBGE
A taxa de participação da força de trabalho (FT/PIA) apresentou queda, passando de 62,6% em novembro de 2024 para 62,2% em novembro de 2025. A PIA teve alta de 0,8% e a FT registrou alta de 0,1%.
Com ajuste sazonal, a taxa de participação ficou em 62,1%, estável em comparação a outubro (62,1%).
Fonte: IBGE
O nível de ocupação (PO/PIA) chegou a 59,0%, alta ante novembro de 2024 (58,8%). A PO registrou alta de 1,1% na comparação com o mesmo período do ano anterior, alcançando 103.019 mil pessoas.
PO e FT: variação em relação ao mesmo trimestre do ano
anterior
Fonte: IBGE
Formais e informais: variação em relação ao mesmo trimestre do ano anterior
Fonte: IBGE
Em novembro de 2025, a população ocupada cresceu 0,36% na margem (com ajuste sazonal), acelerando em relação ao mês anterior (-0,13%).
A força de Trabalho (PEA) cresceu 0,11% na margem (com ajuste sazonal), acelerando em relação ao mês anterior (-0,09%).
PO e FT: variação em relação ao mês anterior - dado com ajuste sazonal, cálculo SPEFonte: IBGE
Formais e informais: variação em relação ao mês anterior - dado com ajuste sazonal, cálculo SPE
Fonte: IBGE
Taxa de informalidade
Fonte: IBGE
O rendimento médio real habitual de todos os trabalhos foi de R$3.574 no período de referência, alta de 4,5%, na comparação com o mesmo período do ano anterior.
Rendimento médio real habitual de todos os trabalhos
Fonte: IBGE
Em novembro de 2025, o rendimento médio real habitual de todos os trabalhos cresceu 0,78% na margem (com ajuste sazonal), acelerando em relação ao mês anterior (0,4%).
Rendimento médio real habitual de todos os trabalhos: variação em relação ao mês anterior - dado com ajuste sazonal, cálculo SPE
Fonte: IBGE (dado com ajuste sazonal, cálculo SPE)
A massa de rendimento real habitual atingiu R$ 363.7 bilhões em novembro de 2025, com alta de 5,8% na comparação com o mesmo período do ano anterior.
Componentes da massa salarial real total: variação em relação ao mesmo trimestre do ano anterior
Fonte: IBGE
Componentes da massa salarial real dos Empregados com Carteira no Setor Privado: variação em relação ao mesmo trimestre do ano anterior
Fonte: IBGE
A massa de rendimento real habitual de todos os trabalhos registrou alta de 1,26% na margem (com ajuste sazonal), acelerando em relação ao mês anterior (0,17%).
Componentes da massa salarial real total: variação em relação ao mês anterior - dado com ajuste sazonal, cálculo SPE
Fonte: IBGE
Os informativos econômicos da Secretaria de Política Econômica (SPE) são elaborados a partir de dados de conhecimento público, cujas fontes primárias são instituições autônomas, públicas ou privadas. O objetivo é organizar informações de conhecimento público para ampliar o entendimento sobre a economia brasileira. O conteúdo deste material é meramente informativo, não possuindo caráter prospectivo, nem delimitando as ações de política econômica adotadas pelo Ministério da Fazenda.