Relatora da Lei Geral da Copa, deputada Gleisi Hoffmann e ministro Paulo Henrique avançam na articulação para aprovação da pauta no Congresso
O texto enviado pelo governo do Brasil reforça o compromisso com legado a ser deixado para as mulheres brasileiras e para o futebol feminino

O ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, recebeu nesta quarta-feira (22) a deputada federal Gleisi Hoffmann, relatora da Lei Geral da Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2027, para alinhar os próximos passos da proposta que deve ser apreciada pela Câmara dos Deputados na próxima semana. O encontro contou também com a participação da secretária extraordinária para a competição, Juliana Agatte.
Durante a reunião, o ministro destacou a importância da escolha da relatoria para o avanço da proposta no Congresso Nacional e reforçou o papel estratégico do Legislativo na consolidação do marco legal do torneio.
“O presidente Lula acabou de escalar a sua melhor atleta do Congresso Nacional, a sua melhor jogadora do processo legislativo, para que a gente possa trabalhar na elaboração da normatização que regulará a Copa do Mundo feminina no Brasil”, afirmou o ministro.
Relatora do projeto, Gleisi Hoffmann ressaltou a consistência da proposta encaminhada pelo governo do Brasil e o potencial do país para realizar uma edição histórica do mundial. Segundo a deputada, o texto reúne as condições necessárias para garantir a organização da competição e fortalecer o futebol feminino no país.
“A lei geral da Copa que vocês mandaram é muito boa, está muito íntegra e com certeza vai dar condições para a gente fazer uma das melhores Copas aqui no Brasil. Se a gente tem grandes festas para o futebol masculino, nós temos que ter também para o futebol feminino”, afirmou Gleisi.

A parlamentar explicou ainda que o diálogo com o Ministério do Esporte tem como objetivo aprimorar pontos específicos da proposta, com foco na eficiência da organização e na construção de um legado duradouro para atletas e para a modalidade.
“Viemos conversar sobre algumas modificações pequenas para melhorar o desempenho da realização da Copa, principalmente para deixar legado para as nossas atletas e para o futebol feminino. Esse é um débito que temos não só no Brasil, mas no mundo”, destacou.
A expectativa do governo é que a aprovação da Lei Geral da Copa Feminina 2027 assegure as bases legais necessárias para a realização do evento, incluindo garantias institucionais, operacionais e de direitos, além de impulsionar políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do esporte feminino no país.
Assessoria de Comunicação – Ministério do Esporte