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HUSM
Medicina Nuclear quer realizar de 4 a 5 exames de cintilografia miocárdica por semana
Publicado em
19/01/2015 12h18
Atualizado em
20/07/2015 12h18
O setor de Medicina Nuclear do Hospital Universitário de Santa Maria está oferecendo, desde o início de outubro de 2014, o exame de cintilografia miocárdica. O objetivo do exame é verificar a irrigação sanguínea do coração para detectar possíveis isquemias que – se não tratadas – podem levar o paciente ao enfarte, insuficiência cardíaca ou morte súbita.
O equipamento usado para produzir as imagens existe no hospital há 10 anos, mas só agora um médico cardiologista foi destinado para acompanhar o exame ao lado do médico Nuclear. Cada um dos profissionais fica responsável por uma fase do procedimento que, em média, demora duas horas para ser concluído e é feito em dias diferentes.
Na segunda-feira é realizada a primeira etapa do exame – chamada Fase do Repouso –, em que o radiofármaco Tecnécio é injetado na veia do paciente após um período de repouso. Em seguida, ele é encaminhado para a Câmara Gama onde fará o diagnóstico por imagem.
O médico cardiologista é responsável pela chamada Fase de Esforço ou Stress, em que o paciente é submetido a testes físicos como caminhada e corrida na esteira, até atingir um determinado número de batimentos cardíacos por minuto. Durante a atividade, é injetado novamente o radiofármaco.
- Após aguardar cerca de 1h na sala de isolamento, ele está apto realizar mais uma vez o diagnóstico por imagem na Câmara Gama. Depois, comparamos os dois resultados - explica a Médica Nuclear, Clarissa Bornemann.
O medicamento radioativo é eliminado em até 24h pelas fezes do paciente.
Para pacientes que não podem realizar exercícios físicos, é realizado o teste de stress farmacológico, quando uma droga não radioativa é injetada para simular o esforço físico. Normalmente, essa parte do exame é feita na quarta-feira.
A meta do hospital é realizar de 4 a 5 exames por semana.
O equipamento usado para produzir as imagens existe no hospital há 10 anos, mas só agora um médico cardiologista foi destinado para acompanhar o exame ao lado do médico Nuclear. Cada um dos profissionais fica responsável por uma fase do procedimento que, em média, demora duas horas para ser concluído e é feito em dias diferentes.
Na segunda-feira é realizada a primeira etapa do exame – chamada Fase do Repouso –, em que o radiofármaco Tecnécio é injetado na veia do paciente após um período de repouso. Em seguida, ele é encaminhado para a Câmara Gama onde fará o diagnóstico por imagem.
O médico cardiologista é responsável pela chamada Fase de Esforço ou Stress, em que o paciente é submetido a testes físicos como caminhada e corrida na esteira, até atingir um determinado número de batimentos cardíacos por minuto. Durante a atividade, é injetado novamente o radiofármaco.
- Após aguardar cerca de 1h na sala de isolamento, ele está apto realizar mais uma vez o diagnóstico por imagem na Câmara Gama. Depois, comparamos os dois resultados - explica a Médica Nuclear, Clarissa Bornemann.
O medicamento radioativo é eliminado em até 24h pelas fezes do paciente.
Para pacientes que não podem realizar exercícios físicos, é realizado o teste de stress farmacológico, quando uma droga não radioativa é injetada para simular o esforço físico. Normalmente, essa parte do exame é feita na quarta-feira.
A meta do hospital é realizar de 4 a 5 exames por semana.