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MEAC celebra 57 anos em missa de ação de graças

Já tradicional nas comemorações de aniversário da Maternidade-Escola Assis Chateaubriand (MEAC), a missa de ação de graças realizada neste dia 11 de dezembro, por ocasião dos 57 anos da instituição, teve muitos mais motivos para celebrar.
Publicado em 11/12/2020 15h28 Atualizado em 11/12/2020 16h06
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Já tradicional nas comemorações de aniversário da Maternidade-Escola Assis Chateaubriand (MEAC), a missa de ação de graças realizada neste dia 11 de dezembro, por ocasião dos 57 anos da instituição, teve muitos mais motivos para celebrar. “Foi um ano muito desafiador e, por isso estamos aqui, agradecendo por não termos perdido nenhum colaborador e termos salvado muitas vidas nesta pandemia”, enfatizou, emocionado, o gerente de Atenção à Saúde da MEAC, Dr. Edson Lucena.

Colaboradores, pacientes, acompanhantes e familiares participaram da cerimônia conduzida pelo Pe. Ramalho Neto na recepção principal da MEAC. A leitura foi proferida pela enfermeira Lívia Pereira, que considera a missa de aniversário um evento fundamental na Maternidade-Escola: “Momentos como este resgatam em nossos corações esse tempo do Advento (de esperança) e a confiança de que não estamos sozinhos”.

A chefe do Serviço Social, Cristina Ferreira, fez a oração da comunidade. Na homilia, o sacerdote puxou uma reflexão sobre o papel do cristão no serviço, no amor ao próximo, na caridade e na assistência. A enfermeira Jamile Morais e a técnica de enfermagem Lourdinha Sousa participaram no rito sacramental representando todas as gestantes e profissionais da Maternidade, respectivamente. Em seguida, Letícia e Laís, filhas da colaboradora Cristiane, do Setor de Regulação, entraram cantando Aleluia e apresentando a imagem de N. Senhora do Bom Parto.

Marcada por gratidão e espiritualidade, a missa teve ainda a palavra de Edson Lucena no encerramento.  Feliz com a coincidência de ser conterrâneo do padre, o gestor destacou, o trabalho brilhante e abnegado dos profissionais da MEAC ao longo deste ano. “Provamos que estamos preparados para o inesperado”, disse, concluindo com a mensagem de que “não esqueçamos nunca das nossas raízes, pois elas são o sustentáculo da árvore que é nossa vida”.