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Covid-19

Auxílio Emergencial do Governo Federal é considerado inovador e referência no Fórum para Desenvolvimento da América Latina e Caribe

Benefício chegou a mais de 69 milhões de brasileiros e reduziu a extrema pobreza em 80%
Publicado em 12/01/2021 20h34 Atualizado em 13/01/2021 16h54
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Foto: Rafael Carvalho/Min. Cidadania

O Auxílio Emergencial, suporte financeiro para mais de 69 milhões de brasileiros no período alto da pandemia do novo coronavírus, instituído pelo Governo Federal, foi considerado modelo de referência inovadora de ações no combate à crise humanitária no Fórum Ministerial para o Desenvolvimento da América Latina e Caribe.

 O evento, que ocorreu nesta terça-feira (12.01), foi realizado por videoconferência e contou com a presença de 12 ministros de Estado. Na mesa intitulada Proteção social e sistemas fiscais para sociedades mais inclusivas e resilientes, o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, apresentou ações do governo brasileiro diante de uma das maiores crises humanitárias da história.

“No Brasil conseguimos e trabalhamos muito para equilibrar a proteção à vida e a proteção dos empregos das pessoas ao longo de todo o processo da pandemia. Estendemos uma gigantesca rede de proteção social que se baseou em um conceito inédito de buscar por um aplicativo de celular as pessoas que eram elegíveis diante da nossa regulamentação”, contou o ministro.

Ao todo, o Governo Federal investiu R$ 330 bilhões nos nove meses de pagamento do Auxílio Emergencial, valor que representa cerca de US$ 60 bilhões. Onyx ainda destacou que o Brasil, hoje, é um dos países mais conectados do mundo. “Por meio de um aplicativo de celular encontramos mais de 98% das pessoas elegíveis. De maneira simplificada e com um cadastramento simples, demos a condição para encontrar essas pessoas mais vulneráveis, que precisavam ser contempladas”, pontuou.

Redução da extrema pobreza e aprimoramento de programas sociais

Iniciativas como o Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Auxílio Emergencial ajudaram a reduzir em 80% a extrema pobreza no Brasil, segundo estudo de economista do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas. Hoje, o país tem 2,1% da população nessa situação. Sem os programas, o índice poderia chegar a 12,4%. Foram mais de R$ 365 bilhões investidos em políticas socioassistenciais, desde a primeira infância até a terceira idade.

“Sob determinação do presidente Bolsonaro, nós tomamos uma decisão traduzida no conceito de ninguém ficar para trás, conseguimos ampliar nossos programas sociais e agora trabalhamos no aprimoramento dessas ações”, afirmou o ministro. “Hoje a nossa visão da área social é uma visão que cuida globalmente do ser humano. Temos a preocupação de buscar aprimoramento na gestão pública e dar estímulo à evolução das pessoas. O governo brasileiro trabalha para permitir que as famílias mais vulneráveis encontrem um caminho de prosperidade, de liberdade e de pleno exercício cidadão da democracia”. 

Diretoria de Comunicação - Ministério da Cidadania