Programa Segundo Tempo

O Programa Segundo Tempo atende jovens com idades entre 6 a 17 anos, prioritariamente de áreas de vulnerabilidade social e matriculadas na rede pública de ensino. A iniciativa oferece práticas esportivas orientadas por profissionais qualificados e material didático adequado. Cada beneficiado pode praticar até duas modalidades coletivas e uma individual no contraturno escolar, num total de até 6h por semana. Para a realização das atividades, são firmadas parcerias com governos estaduais e municipais por meio de editais e emendas parlamentares. São atendidos entre 70 a 100 alunos por núcleo, numa média de 35 alunos por 20 turma.

Divisão

O Programa Segundo Tempo é dividido em três vertentes: 

» Padrão – Crianças e adolescentes de seis a 17 anos

» Paradesporto – Pessoas com deficiência a partir dos seis anos de idade

» Universitário – Alunos de universidades


 

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Objetivos


As práticas corporais oferecidas nos núcleos devem ter caráter educacional e objetivar o estímulo ao desenvolvimento integral das crianças e dos adolescentes, de forma a favorecer a tomada de consciência de seu corpo, explorar seus limites, valorizar as suas potencialidades, trabalhar o espírito de solidariedade, de cooperação mútua e de respeito pelo coletivo.

Como Funciona

O núcleo pode ser estabelecido em escolas ou em espaços comunitários (públicos ou privados). As atividades são desenvolvidas no contra turno escolar e os espaços físicos devem ser adequados às práticas corporais descritas na Proposta de Trabalho. No Programa Segundo Tempo, a quantidade de beneficiados atendidos por núcleo é estabelecida de acordo com a especificidade de cada vertente, e, especificamente no PST Padrão, cada núcleo deve atender 100 beneficiados, organizados em 3 (três) turmas com 35 alunos, no máximo.

A quem se destina?

O público-alvo são crianças e adolescentes na faixa etária a partir de 6 anos.

Quem pode solicitar?

Entes públicos (governos de estado, prefeituras e instituições públicas de ensino superior).

Como pleitear?

Por meio de edital de chamamento público para concorrer ao programa. O recurso também pode ser pleiteado mediante indicação de emenda parlamentar.