Sítios Temáticos

Publicado em 11/10/2016 19h19 Atualizado em 16/11/2020 15h13

Como forma de facilitar e agilizar consultas, o Arquivo Nacional disponibiliza sítios eletrônicos que complementam o atendimento e auxiliam os usuários em suas pesquisas:

 

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O sítio oferece aos pesquisadores e a todos os interessados um instrumento para conhecer, de modo aprofundado, o acervo do Arquivo Nacional referente à História Luso-Brasileira, entre os séculos XVI e as primeiras décadas do XIX. Voltado principalmente à pesquisa acadêmica e às atividades em sala de aula, esse sítio é parte de um amplo programa que há mais de uma década promove exposições, livros, seminários, entre outros produtos.  Base de dados que abrange um universo de três mil e quinhentos conjuntos documentais referentes à história luso-brasileira entre os séculos XVI e XIX. A totalidade do acervo relativo ao período foi indexada por temas, lugares e nomes de instituições ou indivíduos, procurando respeitar a especificidade da documentação arquivística. As pesquisas incluem, ainda, o fundo (proveniência), o conjunto documental e o título do instrumento de pesquisa relativo a este conjunto. O campo destinado às observações indica a existência de documentos em língua estrangeira, e outras informações complementares. Desta forma, o pesquisador poderá estabelecer, a partir de seu interesse, o conjunto de fontes a ser consultado.
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Sítio eletrônico dedicado ao Centro de Informação de Acervos dos Presidentes da República – CIAPR. O CIAPR é um sistema de informação capaz de fornecer ao cidadão, de maneira uniforme e sistemática, a possibilidade de localizar e ter acesso aos acervos documentais dos presidentes da República, de natureza arquivística, bibliográfica e museológica. O centro de informação abrange documentos produzidos e acumulados antes, durante e depois do mandato presidencial e custodiados por instituições públicas, entidades privadas, particulares ou pelo próprio titular. Versão virtual da publicação Retratos Modernos, lançada pelo Arquivo Nacional em 2005. A obra apresenta a produção original dos fotógrafos e estúdios brasileiros e estrangeiros que marcaram a introdução e divulgação da fotografia em nosso país. As imagens exibem membros da classe senhorial, escravos ou libertos e anônimos que se fizeram retratar em ateliês, transitando entre o álbum de família e o apelo da curiosidade pelos trópicos. Vistas ou paisagens do Rio de Janeiro e de algumas outras cidades também vieram a compor um gênero, em séries ou álbuns, que constituíram uma memória dos espaços públicos brasileiros. As imagens são também um testemunho da modernização, da industrialização e da expansão dos centros urbanos da segunda metade do século XIX até as primeiras décadas do século XX.
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A proposta deste site é oferecer textos, imagens, vídeos e outros documentos relativos a eventos pouco difundidos da história republicana brasileira, e também sobre episódios muito conhecidos, mas agora apresentados sob uma nova ótica. Que República é essa? é um projeto da Equipe de Pesquisa do Arquivo Nacional, que com ele pretende, a partir desse canal, oferecer fontes de pesquisa online confiáveis. Apresentando o acervo da instituição, o site possibilita o acesso à reprodução de documentos escritos dos mais variados tipos como processos, jornais, cartas, ofícios e relatórios, além de fotografias, cartazes, mapas, filmes, música, discursos e propagandas, selecionados a partir de rigorosa pesquisa e apoiados por textos objetivos e de linguagem acessível.
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Brasiliana Fotográfica é um espaço para dar visibilidade, fomentar o debate e a reflexão sobre os acervos deste gênero documental, abordando-os enquanto fonte primária mas também enquanto patrimônio digital a ser preservado.

Esta iniciativa começa com a união de esforços da Fundação Biblioteca Nacional e do Instituto Moreira Salles. A ela poderão vincular-se, no futuro, outras instituições do Brasil e do exterior, públicas e privadas, detentoras de acervos originais de documentos fotográficos referentes ao Brasil.

Para tanto, as instituições interessadas deverão contribuir com arquivos digitais e respectivos metadados que estejam de acordo com os padrões adotados internacionalmente.

O banco de dados Memórias Reveladas reúne, de forma cooperativa, informações sobre o acervo arquivístico relativo à repressão política no período 1964-1985 custodiado por diferentes entidades brasileiras, públicas e privadas. As informações sobre esses fundos e coleções organizados pelas entidades participantes são exibidas em planilhas descritivas que obedecem à norma brasileira de descrição arquivística. O banco proporciona, portanto, um panorama do acervo disponível à consulta em diferentes pontos do país e permite acompanhar a inventariação das fontes documentais. À medida que se inserem registros, as buscas por temas, nomes e/ou datas favorecem o cruzamento e a confrontação de dados, assim como a reconstituição de fatos e processos. Apresentadas em até cinco níveis de detalhamento (fundo ou coleção, série, subsérie, dossiê e item), as informações sobre o acervo acham-se em constante atualização. Ao mesmo tempo, os documentos vêm sendo gradualmente digitalizados e suas imagens associadas aos registros. Dessa forma, por meio da pesquisa digital, já é possível visualizar cartas, processos, mapas, desenhos, fotografias, folhetos e panfletos.
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Criado, em 1981, como parte do projeto de modernização do Arquivo Nacional, o grupo de pesquisa Memória da Administração Pública Brasileira (MAPA) tinha como principal objetivo atender às áreas técnicas no processo de identificação e organização dos conjuntos documentais sob a guarda da instituição.

As novas demandas impostas ao Arquivo Nacional e a exigência da elaboração de ações voltadas para a administração pública federal colocaram o imperativo de ampliar o conhecimento sobre sua organização e funcionamento, o que levou a uma adequação metodológica da pesquisa realizada pela equipe MAPA. Com a sua transformação em um programa de pesquisa permanente, integrado à Coordenação-Geral de Gestão de Documentos (COGED) a partir de 2002, suas atividades hoje estão voltadas para as necessidades da gestão de documentos na administração pública federal, contribuindo para o estabelecimento de padrões de eficiência e qualidade do trabalho técnico.